quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O que disse Adamus? A Experiência do Sonho 11.11.11.

A experiência colectiva do Sonho.

Estamos hoje no «portal» 11.11.11.
Muito interessante.
Cito Adamus:«Há um interesse significativo nestas coisas da data, por causa do alinhamento dos números. O que este alinhamento diz, é que a sua energia se move através dos números e da matemática dum modo diferente, do que o faria se eles não estivessem alinhados. Mas os números também já não são "factos"(coisas fixas e rígidas)».

Nenhuma referência sobre grandes «portais» que nos fariam desembocar em coisas misteriosas e ocultas, sobre as quais a nossa curiosidade fica logo excitada.

Adamus lança-nos hoje o desafio:
Ele vai fazer uma experiência hoje, connosco, nos nossos sonhos, em grupo e individualmente. A participação é totalmente voluntária.

Cito de novo Adamus:
Não quero dizer muito sobre isto, mas vamos hoje juntar-nos todos. Teremos a mesma experiência e muitas experiências diferentes. Vai haver um tema básico. Haverá um princípio, um meio e um fim. Haverá uma história no nosso sonho, e uma história dentro das histórias. Cada participante terá a sua própria experiência, mas também usufruirá da experiência grupal. Então, haverá dois sonhos dentro daquilo que parece só um sonho. Tereis a porção de sonho grupal e a porção individual.
Coloquem por favor papel e lápis na mesinha de cabeceira - não se esqueçam disso. Quando acordarem a meio da noite, ou pela manhã, escrevam de imediato o que vos surgir (antes mesmo de se levantarem para as necessidades fisiológicas, ou tudo se desvanecerá como habitualmente). Respirem fundo e escrevam só umas poucas frases sobre os vossos sentimentos mais importantes, as visões mais importantes e mais do que nada... a resposta à pergunta. Eu não disse "à pergunta que vai ser feita", simplesmente escrevam a "resposta".

Aqui temos pois um interessante desafio.

Abraço-vos agora, e espero encontrar-vos logo à noite nas dimensões oníricas, para essa experiência conjunta. Ela far-se-á ao mesmo tempo para todos nós, indiferentemente da zona do globo, da hora a que vamos para a cama e da hora a que adormecemos. O tempo é uma ilusão. O que interessa é unirmo-nos no «Agora», e esse... é intemporal.

Bons sonhos.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O que disse Adamus? Resumo do 3º Shoud

Adamus mantém o seu novo estilo de interacção, desafio e encorajamento que iniciou com a Escola de Mistérios da Nova Energia.
Não se trata mais de uma hora de «falatório de instrução», mas sim de mensagens e sugestões de «trabalhos práticos».

Quem não está ainda a desenvolver o seu aspecto «Pakawha», é melhor que se decida a fazê-lo. Adamus insiste que é o início do trabalho com a Nova Energia, e se queremos entrar nessa aventura, mais vale seguirmos as suas «dicas».

O tótem, ou Pakawha, nada mais é do que um Aspecto nosso, criado por nós. É uma «extensão» da nossa própria energia, que ganha vida através de nós. Ele sugere que criemos um aspecto-animal, porque os animais não têm «esquemas», e comunicam-se connosco a partir do coração.
Trabalhar com a Pakawha, é dar-lhe tarefas energéticas e começar a observar o que acontece.
Sugestões:
-Colocá-la em «vigilância». Ela tornar-nos-á mais conscientes da entrada no nosso campo de energias externas.
- Acompanhar-nos nos nossos sonhos.
- Partilhar a respiração, para aprofundar a conexão com o Ser Interno..
- Acompanhar-nos nos exercícios de exploração interdimensional.
- Ajudar na expansão dos sentidos.
- Facilitar ou expandir energias.
- Ajudar na conexão com outros Aspectos nossos.
- Ajudar a expandir potenciais.
- Ajudar a expandir as nossas criações.
- Etc, etc. (Puxem pela imaginação)

Tomem nota do que acontecer com estas vossas criações, e lembrem-se de que a Pakawha pode mudar de aspecto, transformando-se noutra coisa. Eventualmente regressará ao aspecto original.

Exercício recomendado neste Shoud:
Respirar a Pakwaha para dentro do corpo. Dar-lhe a tarefa de contactar os desiquilíbrios potenciais a nível biológico, emocional e mental, e comunicar-nos qualquer alteração.

Nós somos «os capitães» do nosso navio. Precisamos ser firmes e precisos ao traçar a nossa rota.

Adamus insiste que confiar em si mesmo é a grande questão. Respirar e confiar.
Falou sobre os «factos». Os «factos» começam a não ser mais «factos» tal como os conhecemos, e portanto coisas fixas e limitadas. Ao desenvolvermos a consciência e ao expandi-la multidimensionalmente, os factos passam a ser multifacetados na Nova Energia. Ele alerta-nos para este novo desafio.

No shoud anterior levou-nos a libertar e contactar com os potenciais do passado. Desta vez fizemos o mesmo exercício com os potenciais do futuro. Mas estes são integralmente diferentes. Não têm que ser a «sequência» de certo modo previsível dum «destino» cármico, duma sedução de tendências passadas ou o resultado de energias de oposição. Os potenciais do futuro na Nova Energia, têm absolutamente a nossa essência, sim, mas são libertos de quaisquer limitações. Um exercício maravilhoso que nos vai libertar de muitos sistemas de crenças. Para reflectir com calma.

O seu conceito de «Deus» foi delicioso: «Deus é a acumulação de todos os potencias do passado e do futuro, menos...do presente. Porque no presente... o Deus és TU».

É desconfortável tanta libertação? É.... ou talvez não.
O conselho de Adamus: «Speed up and Breath» ( Acelera e Respira!)

Bons exercícios, Anjos-companheiros!

Saudações azuis, minhas e da minha Pakawha (Urso Polar Branco). Aloha!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Conheces o teu Centro?

Sente isto:

Quando iniciamos a Nova Respiração, verificamos imediatamente na prática que desconhecemos o nosso «Centro».

Sabemos os nossos dados biológicos de cor, peso, altura, cor dos olhos, «defeitos de fabrico», preferências, humores. Sabemos o que nos tira do sério, o que nos faz rir. Sabemos praticamente tudo sobre o nosso Eu Humano.

Mas sobre o nosso Centro... a nossa Essência... o nosso Eu Divino...nada.
Temos teorias. Deve ser «perfeito», «omnisciente», «omnipotente» imaginamos nós. Chavões antigos.(Quando Adamus disse que «omnisciente» e «omnipotente» é falso, até a mim me apeteceu atirar-lhe com um tomate à pinha. Puff! Mais tralha esotérica para o lixo... Adiante).

Dizemos a nós próprios que é LUZ.

Bem, isto é a palavra que empregamos porque não há nenhuma outra palavra humana que traduza e englobe a inocência, a sabedoria, a clareza e a sacralidade, aspectos sempre parciais daquilo que sentimos e percebemos (de modo abstrato) como «Divindade». E Luz, meus amados já é em si mesma a primeira «distorção» da Divindade, logo que passámos a Muralha de Fogo (a barreira natural entre Divindade e Dualidade). Luz e Escuridão em partes iguais.

Por eons de tempo explorámos a Sombra até à exaustão. Percorremos conscienciosamente toda a gama dos cinzentos e dos negros. Está feito. E tão bem feito, que mantemos até hoje, mal nos distraímos, tendências resvalantes para a escuridão. É claro que trabalhámos muito na Luz, também. Mas os traumas da Sombra tendem a prevalecer na nossa memória e na nossa órbita, roubando-nos alegria e realização.

Hoje porém, vejam, aquilo de que mais temos medo, é... da nossa Luz. A outra conhecemo-la bem. É uma indigestão familiar.

Mas a Luz quando se revela é um tsunami de amor, um terramoto de ternura e bençãos, um furacão de alegria que entra na nossa Vida e põe tudo de pernas para o ar.
E nós temos medo. Não estamos acostumados a tanto amor, tanta doçura, tanto bem-estar. Desconfiamos. («Amor» é uma palavra que na linguagem humana actual significa «manipulação», «roubo de energia», «abuso», «controle». Devia ser banida por exaustão).

Temos mais medo da nossa Luz, do que da nossa Sombra.

E a Nova Energia lança o desafio:

Quanto de Ti, da tua Essência Luminosa autorizas que se manifeste em Ti e através de Ti?

Quanto queres trazer à tua Vida? Que quantidade permites que se veja através de Ti?

Quanto queres conhecer de TI?

Por mim já decidi. Eu quero Tudo.

A cada respiração em direcção ao Centro, eu conheço mais de MIM. É só deixar ir... devagarinho.

Por enquanto são só silêncios, ou sussurros de risos cristalinos. Só sussuros de águas mansas.
Mas um dia eu vou chegar Lá. Ao Âmago.

Porque aquilo que eu mais quero agora é conhecer o calor que é só meu, a fragância única que Eu Sou, o Arco-íris de criatividade que se oculta em Mim. Eu pago para ver. Viva ou morra, eu quero ver a minha Luz. Apontei a bússula para o meu Centro, e cravei-a ali.

Não queres tu também conhecer a tua LUZ?
Como se faz? ... Uma respiração de cada vez... Uma respiração de cada vez....


Se isto faz sentido para ti, aceita o meu convite:

Iniciação à Respiração da Nova Energia - "Respiração e Compaixão"

Local: Carcavelos, 8 de Dezembro de 2009
Seminário da Torre da Aguilha
Horário:
9:00-9:30h - regularização das inscrições. (Preço: 60€)
9:30-17:00h- workshop com intervalo para almoço.
Inscrições e informações: 962857710
Trazer roupa confortável, manta e agasalhos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Não queres deitar fora a Agenda «Salva Mundo»?

Quando nos permitimos libertar da «agenda salva-mundo», ficamos a arfar um pouco como um peixe fora de água.
Então já não é preciso preocuparmo-nos com os outros? Pensar nos outros? Servir os outros? Ora esta! Então tudo o que aprendi sobre entrega incondicional a serviço dos outros é para deitar fora?
Lamento, mas é.
Bolas... e isso não é um desmesurado egoísmo?
Não, não é.

Em 2000 anos de serviço aos outros, aprendemos uma coisa importantíssima: Servir os Outros. Está feito. Todos sabemos o que isso é. Aliás, aprendemos tão bem, que isso já vem impresso no nosso ADN. (...dos que andam nestas coisas, claro, pois que a maioria ainda está a agir por ignorância, sobrevivência ou crença na «obrigação». E está bem assim).

Uma das coisas com que a Nova Energia nos confronta, é justamente renunciar a salvar o mundo.
O mundo não precisa de ser salvo. Se ninguém é um Deus «escangalhado», isso significa que está no lugar certo a passar pelas experiências certas que escolheu para si mesmo. E sendo assim, é uma monstruosa falta de respeito interferir nas escolhas dos outros.

O facto das campanhas contra a fome, a miséria, o desemprego, a guerra, as crianças abusadas, as mulheres maltratadas, o cancro, o crime, etc, etc, não resultarem por mais dinheiro que se lhes dê, devia alertar-nos um pouquinho sobre o motivo real de tanta inoperância.
(Que Deus quer ser salvo das suas experiências? Lembram-se do escuteiro a atravessar a velhinha à força, por causa da «boa acção do dia?» Voilá!)

Então, podemos respirar fundo e pousar com elegância a nossa vontade de «mudar» o comportamento dos outros, mudar o seu pensamento, mudar as suas crenças, mudar os seus sofrimentos.

O foco da Nova Energia... sou EU. Chega de olhar para fora e emitir julgamentos sobre o que os outros fazem ou deixam de fazer. Eles estão entretidos com as suas criações. Não são boas nem más. São as DELES. (Quando ELES pedem ajuda... ah, isso é outra história completamente diferente.)

Se eu começar a olhar para MIM, e a perceber que sendo um Criador tenho capacidade de Escolha, eu posso começar DE FACTO a fazer algo por MIM... e implicitamente pelos outros.

Isto porque quando Eu descubro em MIM o modo de construir uma Nova Vida a partir de MIM...... eu CRIO neste mundo uma Energia Nova de Auto-Confiança no MELHOR de MIM... no Divino Precioso que Sou Eu em MIM. (Coisa que não havia antes no Planeta azul).

E quando um Ser (cansado, frustrado com a vida chata que inventou para si mesmo), descobre uma coisa realmente nova e prazenteira que alguém está a fazer por Si mesmo, um caminho mais simples de calcorrear, uma coisa que muda tudo e afasta liminarmente o sofrimento e as redundâncias da limitação geral, esse Ser pode sentir-se muito tentado a experimentar também. Pode sentir-se muito tentado a saber também.

Na verdade, transformar-me a MIM mesma num gerador interno de alegria, de abundância, de respeito, de amor e confiança, é assumir Tudo o que Eu Sou. Esta vida presente não tem outro sentido mais nobre nem mais sagrado do que descobrir QUEM SOU.

E isso...... é mais poderoso que um íman a atrair a atenção dos outros.

O segredo?
Uma respiração de cada vez... só para MIM. Só para MIM...

Lembra-te: Porque hás-de tu fazer algo... que não te faz sorrir???

sábado, 31 de outubro de 2009

Permites-te passar para lá do «Quanto baste»?

Quando nos sentimos num beco sem saída, ansiosos ou desorientados, já sabemos que isso são mensagens da mente, que bloqueiam toda a nossa criatividade e alegria de viver.

A mente «vive» a vida pelo q.b. (Quanto baste).

Sente isto:

Tens q.b. de amor na tua vida? (parceiro, filhos, amigos, colegas, vizinhos, etc)

Tens dinheiro q.b. só para ir «vivendo»?

Tens saúde q.b. só para evitares morrer já?

Só dás tempo q.b. a ti mesma, para cuidares de ti?

Porque escolhes apenas o q.b. ? Quem te prende?

A Vida dentro de nós não tem limites. Os potenciais são infinitos.
Diz Adamus que o nosso «quarto dos tesouros» está quase intacto. (Pudera... com tantos votos de pobreza e despojamento... Adiante.)
Queres partir sem usufruir do que é TEU?

Quando respiramos e convidamos o nosso Eu Divino a viver na nossa vida, acaba-se o q.b., o poucochinho, o «suficiente para». Escolheres «pouquinho» para ti, empobrece Todo o património humano, porque torna a energia da carência cada vez mais disponível para toda a gente. E já temos energia de miséria q.b. no nosso mundo.

Se ousares respirar e chamar o teu Divino, ele vai ser como um furacão na tua Vida. Vai desafiar as tuas crenças, deitar fora a tralha antiga, e à medida que soltas os velhos controles e ousas confiar nele - Tu -, abrir-se-ão perspectivas espantosas, com as quais nunca sonhaste.

Sente isso. Imagina isso.
A imaginação é um sentido Angélico, sabias? Como crês que se cria a partir do nada?

Sente.

Em vez de criares energia de carência para todos, que tal criares energia ilimitada de abundância?

Que tal teres mais amor na tua vida do que já sonhaste?
Que tal seres indecentemente rica?
Que tal proporcionares-te mais alegrias do que já experimentáste?
Que tal sentires-te bem no teu corpo, como nunca antes?

Que tal... escolheres ser LIVRE?

Respira e consente. Diz SIM à vida.

Respira e aceita... Respira e liberta...

Uma Respiração de cada vez... Uma respiração de cada vez...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Quem disse que não podes escolher de novo?

Quem não ouviu a célebre frase «Escolhe, mas escolhe bem, porque vais ter de viver com isso até ao fim da vida»?

Esta frase foi aplicada até à náusea a propósito de amores românticos, da família, da carreira profissional, da compra de casa, dos amigos, de certas situações, etc, etc. É de facto uma crença mil vezes confirmada... reconfirmando despudoradamente as nossas limitações e impotências.
E aqueles que entram no mundo esotérico, adicionam-lhe gostosamente mais uma série brilhante de impedimentos: a fatalidade do Carma, da Numerologia, do signo Astrológico e outras que tais.

Um Mestre não está amarrado às suas escolhas, não impõe a si mesmo essa limitação. Lembrem-se, estamos aqui a fazer experiências, porque diabos não podemos criar e re-criar?

Quantas vezes escolhemos uma coisa hoje, e amanhã a nossa intuição nos diz que aquela experiência está feita e esgotada, e pode ser elegantemente terminada, deixando-nos livres para escolher de novo?

Um Mestre não teme ouvir o seu Eu Divino e seguir a sua Intuição, a sua Inteligência Criativa. Criar e recriar é a dinâmica da Vida.

Não se trata aqui, é óbvio, do «mudar de ideias como quem muda de camisa». Estamos a falar de escolhas conscientes, pois as que fazemos ao sabor dos desejos ou do medo são de facto como cataventos.

Um Mestre nunca erra, porque seja o que for que faça, fá-lo a partir do Centro de si mesmo. E na alegria da experiência, o Mestre pode constatar que prefere fazer doutra maneira. E escolhe de novo, sorrindo, de coração aberto.

As escolhas que nos deixam infelizes são sempre as escolhas da mente: frias e calculistas, analíticas, sintéticas, redundantes. (Claro, a mente é como o software dum computador. Só debita os parâmetros que lá estão metidos, não vê para lá do horizonte...não sente).

Mas o voo do Espírito, da Intuição, do Coração, é livre e prazenteiro. SENTE.

Quando achamos que estamos presos às nossas escolhas «desastrosas» por orgulho, por voto (votos são limitações, sabem?) por «obrigação», por rigor excessivo connosco mesmos... acaba-se a nossa alegria de viver e resvalamos pouco a pouco para a imobilidade... a estagnação... o rigor mortis...

Observo da minha janela uma borboleta voando no jardim. Avança, recua, pousa e logo volteia no ar. Quanta leveza!

Se eu escolher fazer assim e confiar absolutamente em MIM a cada passo do meu trajecto, posso fazer voos feéricos, desfrutando voluptuosamente a Vida.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O que é que escolherias, se não tivesses nada a perder?

Uma vez mais, se o teu coração dói, ou estás hesitante, confuso ou com medo de alguma coisa, o que é que escolherias se não tivesses nada a perder?

Embora muitas vezes as mudanças sejam difíceis para nós, a natureza do mundo é mesmo mudar e transformar. No entanto, como bem sabes, as coisas MAIS IMPORTANTES da TUA vida nunca mudam: a CHAMA da Presença dentro de Ti, lembras-te?, pois TU és a Fonte Primordial desse Fogo do Espírito.

Deixa-me pois sussurrar-te: Porque te agarras ao que temes perder? Uma pessoa? Um relacionamento? Uma situação? Uma crença? Um medo?

O que é que temes perder? Em vez de te agarrares ao ilusório... liberta-te completamente.

Não sabes que só deixando ir o velho, pode chegar a ti o novo? Como poderás encher a Taça de Água Fresca, se não deitas fora a água estagnada?

Tu és o Mestre. As energias estão aqui para te servir, não para te aprisionar.

Não sabes que o Espírito em Ti, -tu divino-, te ama a Ti -tu humano- incondicionalmente?

Psst! Ainda não estás cansado desse jogo?