quinta-feira, 29 de julho de 2010

A NOVA RESPIRAÇÃO


Uma nova Aventura vai começar!
Respirar é uma função básica da Vida, como todos sabem.
Respirar Conscientemente é passar para um patamar diferente, para uma Nova Consciência. É deixar de «sobreviver» e passar a Viver plenamente.
Apesar de ser duma simplicidade cristalina, este mini-seminário de 2 dias tem o potencial de mudar por completo a vida e o percurso Espiritual de qualquer Ser que se queira sintonizar com os Novos Tempos.
Os Viajantes do Tempo a caminho da Integração Total reconhecerão prontamente dentro de si mesmos um apelo intenso a esta informação básica e tão ansiada, com um potencial de transformação arrebatador.
Daí o meu sincero aviso: Se receia mudanças na sua vida, a todos os níveis, não ouse experimentar esta informação. Ela tem o potencial acelerado de mudança brusca de Consciência.
Está aqui o Calendário dos próximos Cursos e faço notar que vamos estrear em Lisboa, com grande entusiasmo, o seminário «New Energy Synchrotise» de Adamus Saint-Germain, o «tal» sobre as «Escolhas» de que tenho falado ultimamente nestas linhas. Se precisa duma «ajudinha» para ver porque é que as suas «escolhas» não estão a funcionar... nada como Saint-Germain para nos pôr um espelho à frente do nariz! Com o seu estilo arrebatador, Ele sabe ser doce como o mel, ao mesmo tempo que, sorrindo, nos atropela com o «camião da limpeza» celeste que leva embora os nossos sistemas de crenças. Ui!
Quero ver quem são os corajosos que acham que já estão prontos para se meterem em deliciosos trabalhos.
Ps- Não adianta esconderem-se! A vossa Essência sabe muito bem que chegou a hora de assumirem as vossas Asas de Fogo!


AGOSTO:

21/22 - LISBOA - Respiração e COMPAIXÃO
27-28-29 PORTO - Dreamwalker da Morte (DWD)

SETEMBRO:
3-4-5 - LISBOA - Dreamwalker da Morte (DWD)
17-18-19 - PORTO - ASPECTOLOGIA
25/26 - PORTO - Respiração e Compaixão

OUTUBRO:

8-9-10 - PORTO - Dreamwalker do Nascimento (DWB)
22-23-24 - LISBOA - Dreamwalker da Ascenção (DWA)
29-30-31-1Nov - LISBOA - New Energy Syncrothise (NES)

NOVEMBRO:

5-6-7 - LISBOA - Sexual Energy School (SES)
27-28 - LISBOA - Respiração e INTEGRAÇÃO

terça-feira, 27 de julho de 2010

Permites que a tua Vida mude?












Uma das coisas que nos acontecem na jornada de integração é olhar de frente para o medo da mudança. Li há dias uma frase impactante: «Mudar custa, mas não mudar mata».

Quando não confiamos em nós nem na Voz da nossa Essência, a mente sente-se livre para comandar a nossa vida. E ela não sabe ver para lá dos seus limitados horizontes, esses limites que se tornaram de certo modo confortáveis para nós. São a área «conhecida», a «rede de segurança» a que nos agarramos por temermos o que a mente não consegue imaginar.
Mas quando a Essência em nós começa a ser autorizada a revelar-se, as coisas começam inevitavelmente a sair da «zona protegida». Os paradigmas mudam. Os sistemas de crenças evaporam-se. O vácuo assusta antes de vermos o que vai acontecer. E porque a Essência Criadora em nós não conhece limites, a Vida corre o risco de se tornar uma vertigem, um mundo de surpresas. Mas estas duas palavras «vertigem» e «surpresas», porque estamos a filtrá-las pela mente, imediatamente se transformam em «sarilhos» e «complicações». Não é verdade?
Por isso há que «senti-las». Sem mais explicações.
A nossa Essência é Amor Total por nós. Tendo estado separada há eons de nós, porque quereria juntar-se a nós para nos infernizar a vida?
Criar sem limites assusta. A mente fica logo em modo de alarme. Mas chegou a hora de darmos ouvidos a uma outra Voz dentro de nós.
Quando escolhes ser Quem Tu Realmente És, a tua vida pode mudar de formas que nem sequer consegues imaginar. Pode ir até na direcção contrária àquilo que «esperavas».
Mas olha, trata-se da Essência Divina dentro de TI. Da suprema Inteligência Criativa em TI.
Percebes o medo que a mente tem de ser «ultrapassada»? E aonde leva o medo? À inibição. À estagnação. À morte.
Sente isto: «Mudar custa, mas não mudar mata».
Até que ponto vou permitir que a Essência me desafie?
Até que ponto vou realmente abrir-me às mudanças?
Até que ponto estou disposta a RECEBER o Novo?
Tenho que perceber isto, a cada respiração.
Senão... «Mudar pode matar-me de susto, mas não mudar pode custar-me mais 100 vidas para alcançar a Integração».
Boas escolhas, companheiros!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O QUE FAZ CANTAR O TEU CORAÇÃO?


Este último seminário que fiz em Munique deixou-me em «digestão prolongada». E silenciosa. Vão sendo horas de aplicar cada vez mais na prática todas as «dicas» que levam à Integração. E isso passa por um olhar lúcido e desimpedido sobre as minhas próprias manobras de sabotagem.
Ah, a mente! Que instrumento maravilhoso manifestámos, programámos e aperfeiçoámos, desde os tempos da Atlântida! Quem diria que hoje nos enredaríamos no seu controle e na sua limitação, fazendo-nos a muitos de nós verdadeiros prisioneiros das suas redundâncias!...
Como contornar esta voz mecânica, automática, que tudo mede, julga, avalia, codifica, «caixifica» e complica? Só há um método : Começar a escutar a voz da Essência.
A doçura, o calor, a alegria e a fluidez da voz da Essência, ressoa dentro de nós como uma brisa suave e traquina, que nos desafia a abrir o coração.
Se algo em nós diz: «Não podes», «é muito difícil», «é impossível», «mas...», «e se...», é certamente a voz da mente. Do medo. Da carência. Da limitação.
Se algo em nós diz : «Avança!», «ousa experimentar», «confia em ti», «psst, queres uma surpresa?», «sim, tu podes», é a voz da nossa Essência. Em alegria. Em celebração.
Procura dentro de ti: O que é que faz cantar o teu coração? Ouve as vozes que ressoam dentro de ti. E depois escolhe. Ousa.
A mente não sabe «Integrar». Para isso é preciso «sentir» e a mente também não sabe sentir. Ela é um Aspecto a integrar, não o comandante da tua Barca. É uma peça, uma ferramenta apenas.
Quando te resolves a pegar no Leme e a dirigir o rumo da tua Vida? Até lá, essa espécie de «software biológico» far-te-á atravessar todos os filmes de terror, impotência e limitação que conseguir inventar.
Sim, há um lado absolutamente brilhante na mente. Mas esse já está bem integrado e não causa nenhuns problemas. A parte que não vê, não sente, não intui, não ama nem compreende é a que limita, proíbe e bloqueia.
Por aqui poderás ver quem tem governado a tua vida.
Ousarás escutar e seguir a voz que faz cantar o teu coração?

Eu já entendi: Tenho «trabalhos de casa» para vários meses. Mas não importa. Descobrir, abraçar, ouvir e seguir a minha Essência foi decididamente o que me trouxe a esta encarnação.
Desta vez é a sério. Renuncio a «sobreviver» como na velha energia. Custe o que custar, eu escolho VIVER e CELEBRAR nesta nova Consciência, nesta Nova Energia.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Qual é a tua prisão?

Na longa jornada de experiências de limitação, nós pusemos a nossa criatividade a funcionar maravilhosamente no sentido de bloquearmos as memórias de Quem Somos, as nossas reais capacidades, e a nossa incomensurável habilidade de imaginar e manifestar. Criámos bloqueios terríveis para nos impedir mesmo de lembrar donde viemos, e com o tempo esquecemos até completamente o que estamos cá a fazer. Daí a busca insana por um sentido de «missão», por uma justificação para tanto sofrimento.
Criámos prisões de alta segurança para nós mesmos, a começar na «caixa biológica» quase estanque que aprisiona a nossa Essência, não fosse o mecanismo de libertação que introduzimos no nosso ADN (a morte) e que hoje abominamos, enquanto não percebermos outra vez que podemos «escolher» o modo e o momento dessa libertação, sem dramas, sem doenças, sem sofrimento algum. Apropriadamente, em completude e em celebração.
Criámos prisões para fazermos o «jogo da limitação», mas agora que caminhamos para a Integração precisamos urgentemente de recordar que tipo de algemas colocámos a nós mesmos, as quais têm manietado, imobilizado e sabotado a nossa vontade renovada de criar e expressar.
Dou exemplos:
A dúvida.
O medo de falhar.
O sentimento de culpa.
O medo de sobressair na multidão (Esconder a sua própria Grandeza).
Frustração.
Sensação de insegurança.
A Falta de Confiança em si mesmo.
Preocupações mentais com o «e se?»
Tentar impressionar/salvar/catequisar os outros.
Inércia para a mudança.
Auto-crítica
e ainda a Maioria dos Sistemas de Crenças.

Reconhecemos aqui muitas prisões, e a lista está longíssimo de estar completa. Fomos brilhantes a arranjar os nossos bloqueios.
Mas agora, trata-se de nos libertarmos se queremos recuperar a memória integral do EU SOU.

A prisão de Gautama Buda era o seu intenso desejo de iluminação. Para isso levou-se a si mesmo quase ao ponto de aniquilação (com a renúncia quase total ao corpo, ao alimento, a todo e qualquer prazer humano). À beira da morte, descobriu por fim a sua maquiavélica prisão, e renunciando a ela, pôde enfim Integrar-se totalmente.
A prisão de Tobias era o seu conceito de Deus. Deus-Pai, o Salvador, o Dono-dos-nossos-dias. O Senhor da «Lei». Na prisão, descobriu por fim que o «Deus» que tanto venerara não respondia aos seus apelos, não ouvia as suas súplicas de crente e praticante irrepreensível da lei, não correspondia de todo à imagem e ao conceito que a sua mente arquitectara desse «Deus» desconhecido. Descobriu então que «Deus» era ele mesmo, e tendo abandonado toda a crença num «deus» exterior a SI mesmo... integrou-se e ascendeu.

Esta coisa da «prisão», tem muito que se lhe diga.
Não há nada como simplificar. Tenho que olhar para dentro de mim, e escolher ter clareza sobre o assunto. A respiração consciente ajudar-me-á a contactar a minha Essência, e esta há-de dar-me pistas seguras sobre as grades que eu inventei para nos separar.

Impõe-se a pergunta: Estou pronta a sentir, reconhecer e dissolver a minha prisão?
E se a minha prisão é o medo do que vem depois?
Boa pergunta e excelente prisão também.
Psst, e tu? Qual é a tua prisão?





segunda-feira, 28 de junho de 2010

Amor a Si Mesmo


Partilhar um seminário de SES (Sexual Energy School de Tobias) é sempre uma nova jornada de integração.
Os psicólogos falam de auto-estima e as pessoas em geral já se deram conta de quão importante é «reservar tempo para si», «cuidar de si». Mas estas noções tão simples e essenciais ficam sempre a milhas de distância do verdadeiro Amor-a-Si.
Estamos habituados a «amar» os outros, a devotar-nos integralmente aos outros, e achamos muito louvável exaurirmo-nos pelos outros em nome do «Amor». E este «AMOR» engloba os nossos relacionamentos, a família, os filhos, os colegas e os vizinhos. Todos têm prioridade sobre nós no geral, sobretudo quando entramos no mundo da espiritualidade e começamos a fazer as coisas em nome do «serviço à humanidade».
Esse trabalho já está bem feito. Somos catedráticos de serviço aos outros, mas a maioria de nós é ainda caloira no serviço a si mesma. Se não dermos a primazia aos outros, tacham-nos - e tachamos-nos nós mesmos de «egoístas», como se o mundo girasse de facto ao redor dos outros.
Aprender o «Amor por si mesmo» é uma tarefa urgente no caminho novo da Integração. Como vais «ascender» ou «Integrar totalmente» se estiveres ausente de ti? Como é que diz Kuthumi? «O que é que falta na tua Vida?... TU».
Porque o «amor» é muito mal compreendido ainda neste planeta, confundido com partilha desequilibrada - a esmagadora maioria das vezes - de sensações, sentimentos, submissões e possessões, os relacionamentos poucas vezes nos «preenchem as medidas». É sempre um jogo que pode ser facilmente interrompido, desfeito ou desvirtuado, por causa do eterno desajuste entre as nossas expectativas, e aquilo que o «amor» realmente nos traz para preencher a rotina dos dias. E a causa número um desse desequilíbrio é exactamente causado pela «eterna busca» daquilo que nos falta... fora de nós.
É doce o sabor de um novo amor? É .
A «paixão» inspira-nos ao sublime? Sem dúvida.
Um casamento bem sucedido de 5 ou 10 ou 50 anos é uma bênção? Não vamos mentir: tem dias, como todos sabem.
E a alma-gémea? Lamento: É romântico, vende livros, mas não passa duma patranha. TU não és gémeo de ninguém. Tu és único e irrepetível no universo inteiro. Um Deus completo em Ti mesmo.

Apaixonarmo-nos a sério por nós mesmos é uma coisa da Nova Consciência.
Não é preciso excluir ninguém, nem deixar de prestar o auxílio apropriado a quem recorre aos nossos préstimos, nem descuidar a atenção devida a parceiros, filhos e familiares. Mas porque tudo parte dum pilar de equilíbrio dentro de nós, os «jogos» já não «colam», os abusos já não são tolerados, nem a «energia de vítima» tem onde se aninhar dentro ou ao redor de nós.
Apaixonarmo-nos por nós, redimensiona os nossos relacionamentos TODOS para uma nova perspectiva. É incrivelmente ousado e libertador.
E muito polémico também. Mas não viemos nós, os pioneiros, uma vez mais até este planeta azul para quebrar tabus e avançar destemidamente no caminho da Integração?
Então? Não está na hora de experimentarmos o que é isso de nos «apaixonarmos por nós mesmos»?
«Apaixonarmos por nós mesmos» é o que acontece à medida que nos fundimos com a nossa Essência, com o Divino em nós.
A cada respiração consciente cresce esse caso de amor... de nós por nós.
Quando começares a experienciar isso no teu dia-a-dia, vais compreender por fim o que é Amar
de verdade... Tu e a Totalidade.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Escolher Sem Medo

Falei há dias com uma pessoa «muito certinha», muito «pés na terra», nada de «passos maior que a perna». Já não é filiada na religião feroz do «ver para crer», mas ainda é adepta ferrenha do «nós temos responsabilidades (leia-se condicionantes) para com ou outros a que não podemos fugir», por exemplo. Foi um diálogo de certo modo surrealista, porque os meus parâmetros neste momento não têm correspondência no mundo dos «muggles», sem desrespeito algum por nenhuma das partes.
Mas essa «cortina» que havia entre nós e nos punha cada um a falar estrangeiro para o outro, serviu-me para ver com nitidez uma coisa: o quanto «eu» mudei nestes últimos 5 anos. Minha nossa, mas que grande diferença!!
Tentar mudar as crenças dos outros, é realmente uma tarefa totalmente insana. Sosseguem, eu não fui por aí. Já deitei fora a agenda salva-mundo, Deus a tenha em eterno descanso. Limitei-me a afirmar claramente as minhas novas convicções, com uma paixão (e alegria!) genuína. E já não me importa o que os outros pensam de mim, quando dou testemunho de MIM.

Daí a pergunta: Sabendo que de tolo não passas para os outros, o que mais te impede de fazer escolhas conscientes?

Sabendo que se seguires o que «sentes» no teu coração, o que faz sentido para ti e ressoa dentro de ti, sabendo que o atreveres-te a escolher a tua própria alegria te pode acarretar ser posto de lado como louco, irresponsável, mal orientado, hipnotizado, ou até mesmo tendo "parceria com o diabo em pessoa"... o que hás-de fazer? Dar ouvidos ao medo dos outros? «Empatizar» outra vez com os seus velhos sistemas de crenças? Voltar à estaca zero?
Nada disso é possível já, bem sabes. Nunca mais.

Então, se o mundo acha que tu és louco de qualquer maneira que coloques essa questão, porque hás-de preocupar-te com o que os outros acham da tua loucura? Não é de todo, assunto que te diga respeito. Por isso segue em frente e não olhes para trás.

Mais do que nunca o processo é só TEU. Tão privado, tão pessoal, tão único quanto possível.
Lembra-te, tu estás a inventar um Caminho Novo. Não tem mapa. Não tem manual. Não tem Gps. O caminho está a surgir literalmente por debaixo dos nossos pés. Até aí, ainda não existia. Uau, que frisson!!

Dear One, escolhe conscientemente como queres que seja a tua vida, sem medo nem culpas de espécie nenhuma. Escolhe BIG, XXL, o maior que houver. Se escolheres a partir da tua Essência Divina, só para ti, o que achas que vai acontecer?

Sente isto. Respira isto. Observa isto.
Até que ponto confias nessa Essência que tens dentro de ti?
Melhor: até que ponto
acreditas mesmo que podes escolher o que queres para ti???????

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Escolhas Conscientes


Adamus encoraja-nos a manifestarmos a nossa vida segundo os nossos sonhos e desejos. Há 10 ou 5 anos atrás isso parecia uma coisa irreal, uma aspiração utópica, um sonho belo e impossível de realizar.
Saltavam à vista as nossas limitações, os condicionantes cármicos, a prisão do despojamento e do serviço aos outros, sempre postos à frente de nós mesmos. Já nem falo da missão «salva-mundo» e da «missão 5ºImpério» da nação Portugal. Onde isso já vai, benza Deus todas essas nossas alienações!...
Mas hoje, com a Nova Consciência acelerada e expandida, sabemos sem sombra de dúvida que manifestar a nossa vida segundo os nossos sonhos e desejos é algo muito real e perfeitamente ao nosso alcance.

Tens que «limpar» muita tralha dentro de ti até ficares suficientemente vazia para começar do zero? Tens.
Tens que deitar fora toneladas de crenças velhas? Ai, tens, tens.
Tens que renunciar ao conforto da «protecção» dos anjos e das «hierarquias? Sem dúvida.
Tens que crescer depressa e assumir a total responsabilidade pela tua vida? É claro. Senão, o que é que estás a pensar que fazes aqui, na Nova Consciência?

Tens medo de começar a escolher? É natural. Estás enferrujada, não tens prática nenhuma.
E se escolheres mal, o que é que acontece? Aprendes mais depressa quais são as tuas «verdadeiras escolhas», mas sem medo, porque um Criador faz... e desfaz sem complexos.

E se as tuas escolhas afectarem os outros? Aí tropeças no «1º mandamento» das escolhas conscientes: Quando escolhes conscientemente, escolhes só para ti. Para a TUA vida. Não sabes que é uma falta de respeito querer escolher pelos ou para os outros? É mesmo.

Então e os que são casados e querem coisas diferentes? Pois. O que é que estás a fazer numa relação onde cada um puxa para o seu lado? Se fizeres as escolhas certas para TI, a tua vida harmoniza-se apropriadamente. APROPRIADAMENTE. O teu Espírito não tem nada de burro, ama-te para lá de tudo o que possas imaginar, e sabe como levar as coisas certas à tua vida.
Se houvesse «mandamentos» nesta coisa das escolhas conscientes, eu diria que o seguinte é «saber receber sem medo». Porque na verdade, tens de estar preparada para que as coisas comecem a mudar. Se receias mudanças (sejam elas quais forem), então para que é que escolhes? Deixa-te estar onde estás, muito quentinha na tua inércia. Não é bem nem mal, só demoras mais uns mileniozitos a chegar lá. Sabes? O teu Espírito é muuuuuito paciente. Só ele é que tem pachorra para as tuas hesitações.

Mas se fazes parte do «bando dos loucos» que querem à viva força avançar na senda da Integração, vais ver que fazer escolhas conscientes é muito divertido. Vai cair-te o queixo de espanto com as coisas que acontecem.
Começa por respirar a Presença da tua Essência. Escolhe com clareza e simplicidade. Sente a energia já presente no teu campo de realidade. E larga, deixa ir a tua escolha.
Confia em TI, e vê como o Universo se põe em bicos dos pés para te abençoar com as tuas escolhas conscientes...

Como é que diz Adamus? Um dia vocês vão ficar zangados com vocês mesmos por terem demorado tanto tempo a fazer uma coisa tão simples.

Gentes, abaixo o «complicómetro» nas nossas vidas!!