quinta-feira, 7 de outubro de 2010

AHMYO versus MAKYO


Todos sabemos que existem grupos de pessoas no Planeta que acreditam que os humanos não podem ser responsáveis por si mesmos, e por isso inventaram uma rígida série de dogmas, normas de conduta e crenças para regerem a vida das pessoas em todas as suas facetas, ameaçando-as com severas punições quer físicas, quer mentais, quer "espirituais". Estão nisto religiões e regimes políticos em pé de igualdade, cada um mais perverso que o outro. Outros grupos odeiam mudanças, resistindo teimosamente à evolução natural das coisas, ao desenvolvimento social, educacional, científico e espiritual trazidos pelo avançar dos tempos. Outros ainda acham que as pessoas são essencialmente más e tal como «velhos do Restelo», vão mantendo o «desconfiómetro» permanentemente ligado.
Pensem bem: haverá alguma religião que diga a alguém: «Tu és Deus Também?». Impossível, por incompatibilidade de coexistência mútua de conceitos. As religiões alimentam-se da crença infligida aos seus crentes de que serão sempre «menores que», impuros, incompletos, infantilizados, perdidos e confusos, não merecedores das «graças do Alto», a menos que «elas» sejam as intermediárias entre o «céu e a terra», no papel de "cajado disciplinador" que arrebanha as ovelhas tresmalhadas, pertença exclusiva do Grande Pastor.
O que separa a Nova Consciência destas crenças arraigadas nas cramonas de todos os seguidores da sua FÉ particular, é esta afirmação revolucionária: TU és Deus Também.
E agora? Se És Deus Também, não precisas de intermediários. Em TI, está tudo o que precisas. O Deus em Ti, está à distância duma Respiração Consciente. E se começas a «sentir» isto e a «aceitar» isto dentro de ti, o que hás-de fazer, senão aprofundar esse conhecimento de ti para Ti?
O passo seguinte é perceber que o Espírito quer expandir-se e expressar-se.
E é aí que entram, subreptícias, as resistências ao processo de Integração. Exemplos: Ressentimento com o corpo biológico por nos obrigar a ficar «aqui». A «tralha» toda das crenças constituintes do nosso campo de realidade actual. O medo de magoar ou hostilizar outras pessoas. O querer intelectualizar o processo. A viciação nos dramas, nos abusos e na energia de vítima.
Neste último «shoud», Adamus desafia-nos abertamente:
«Consegues afirmar claramente: Tudo está em perfeita Ordem na minha Vida?»
Ai eu!... (expressão alentejana). (suspiro).
Como chegas lá? Com AHMYO. Praticando AHMYO. Desenvolvendo AHMYO. Respirando AHMYO.
(AHMYO quer dizer Confiança em Ti. É com um som semelhante a este que os Anjos exprimem esta Confiança inata na sua condição).


Como se ganha Confiança em Si? 
Escolhendo e respirando. Escolhendo e respirando.
Só assim se derrubarão os muros de MAKYO. (O contrário de Ahmyo. A resistência a terminar o jogo. A confusão).

E tal como diz Kuthumi:
Não desistas! :))
Tem Confiança na tua Paciência e sê Paciente com a tua Confiança.
Namasté.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Normal ou padronizado?


O mestre Yeshua, há dois mil anos atrás, não veio para «salvar o mundo». Ele veio para mostrar o que é ser Normal.
Este pensamento veiculado no meu último seminário em Haia, deixou-me impactada. Nunca tinha pensado na coisa por esse ângulo de vista.
Apesar de já me ter libertado da maior parte das crendices católicas, apostólicas e romanas da santa igreja, essa parte ainda não estava bem arrumada dentro de mim. Yeshua, manifestado pela nossa consciência comum, veio de facto abrir caminho para a árdua tarefa da Integração pessoal.
O mundo, claro está, não precisa de ser salvo de coisa nenhuma, uma vez que todos somos «Deus Também» e portanto cada alminha à superfície deste planeta faz os joguinhos que entende necessários à sua evolução espiritual. E tudo está bem. Está perfeito, à luz da Compaixão. E como já percebemos também, este Ser que é um colectivo de Anjos pertencentes à Casa de Sananda, foi chamado aqui por nós, por termos atingido uma «saturação de consciência desperta» suficiente para avançarmos outro passo no caminho.
E este Mestre, ao contrário do que se acredita, não veio já «iluminado».
Yeshua foi instruído nos grandes mistérios nas maiores e mais secretas escolas de mistérios da época, com os Essénios, e particularmente na Índia, como aconteceu a todos nós ao longo dos tempos e das vidas passadas. Desenvolveu depois a Compaixão com Maria Madalena, (a meu ver uma outra incorporação de um aspecto-Kwanin naquela época), ou seja, a Aceitação total e incondicional do percurso de vida de Si Mesmo e de qualquer outro ser, sem excepção. (Daí o absurdo de se pensar que veio para «salvar» o que quer que fosse).
A sua Integração completa demorou 30 anos, mas os seus últimos anos de vida foram o exemplo cabal daquilo que todos somos intrinsecamente por direito de nascimento: Deuses Também. Integrados e Completos. Isso é que é «normal» para nós, anjos esquecidos de Quem Somos.
«Normal» é sermos capazes de nos conectarmos tanto com a nossa Essência, que a nossa vida seja toda ela o reflexo dessa conexão interna. É sermos capazes de sentir, pensar e agir «grande e livre», pois essa é a natureza própria dos anjos. Yeshua veio lembrar que isso é possível realizar, veio dar o sinal de partida para esta grande aventura da Integração. Veio fazer ele mesmo e publicamente, o caminho da Integração.
Como isso foi depois aproveitado e manipulado ao longo destes 20 séculos já todos sabemos, e não vale a pena deitarmos culpas a ninguém porque fomos NÓS mesmos em vidas passadas, que mexemos e entrançámos esses cordelinhos matreiros.
Mas agora, cansados de tantas canseiras, já estamos prontos para recordar Quem Somos. Aleluia. Chegou a hora de tirar os pregos da cruz de tanto «serviço», a coroa pobre de espinhos de tanto «despojamento» e endireitarmos os olhos em bico focados na suspirosa «santidade».
O serviço, particularmente aos outros, já sabemos que está bem aprendido. Falta começar o verdadeiro serviço a Si Mesmo. A «santidade» não existe. É uma redundância, pois somos «santos e divinos» por natureza, e jamais poderemos ser destituídos dessa verdade pura. Quanto ao despojamento, foi uma dura lição de desapego ao longo dos tempos, mas agora podemos deitá-lo com outra consciência às malvas e reinvidicar tudo o que é bom e prazenteiro na vida, sem quaisquer complexos, pois Viver de verdade é desfrutar a vida com Tudo o que ela tem de alegria e bem-estar. Vem-me à memória outra descoberta significativa:
S.Francisco foi o rei do despojamento como todos sabem. Um grande «santo». Mas vejam, para ascender, ele teve de re-encarnar como um brâmane rico na vida seguinte, ou seja, como Kuthumi. Na verdade, como é que ele podia ascender à glória do Terceiro Círculo, todo roto e coberto de pulgas? Aí está.
Normal, meus amigos é fazermos milagres a toda a hora. É sermos completamente equilibrados: tão espirituais quanto abundantes materialmente.
Ninguém fala na riqueza de Yeshua. Mas não está à vista? Se ele podia manifestar pão e peixe para 5000 pessoas duma assentada, andar sobre as águas, parar os ventos, ressuscitar os mortos, fazer a pescaria do século, não era seguramente com a reforma de carpinteiro que ele viajava pelo mundo em busca de instrução. Essa parte é claro, foi completamente escamoteada dos ensinamentos cristãos.

Normal, meus amigos, é ser altamente espiritual e abundante a todos os níveis.
Normal é deixarmos transparecer a nossa Grandeza, o nosso Brilho, a Magnificência das nossas Asas de Fogo.
Normal é voltarmos a ser o que Somos.
Estás esquecido?
Respira e conecta-te a Ti. Onde mais poderia estar o Ponto Central que revela aquilo que TU És de Verdade?

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Lançamento do Livro em Celebração


Amanhã, 23 de Setembro, a Lua-Cheia e o Equinócio de Outono juntam-se para o lançamento do livro «A Sacerdotisa das Águas».
Esta história decorre no século II a.c, quando a Península Ibérica era uma manta de retalhos de povos, entre os quais os Celtas e os primitivos Lusitanos, o núcleo da nossa embrionária Nação.
A acção começa no equinócio da Primavera. Absorvendo crenças e costumes Celtas, a nossa heroína sonha com o dia em que será consagrada ao serviço da Grande-Mãe, a Deusa Lunar tão reverenciada naqueles tempos, cuja presença permeia a rotina da vida dos povos, mostrando as suas sucessivas faces de nascimento, plenitude e maturidade. Na sua citânia, os rituais Celtas intermediários aos equinócios e solstícios marcam a passagem do tempo, pontuada pelos rituais humanos e místicos, tão rítmicos e imutáveis como as estações do ano.
O seu mestre instrutor, um misterioso druida, assiste pacientemente ao desabrochar da alma da sua discípula, tal como a nossa Essência se senta no chão do Templo Interior para, em perfeita compaixão, observar apenas, com um sorriso benevolente, as nossas sucessivas experiências.
Mas o jogo da vida traz-nos à porta as mais inesperadas surpresas.
Dançar com a vida é uma arte. Ela, a aspirante a sacerdotisa, aprenderá na prática a dançar com a Vida sorrindo, ainda que o seu coração se torça no desalento. Só o sussurro da Voz da Deusa importa, só essa Voz dirige o eu-humano com a elegância da visão ampla e límpida de que a nossa Essência desfruta.
Que fazer? Ainda e sempre render-nos a esse âmago de Luz e Sabedoria. Uns mais depressa, outros mais devagar. Aprender a escolher
render-se a Si Mesmo é uma tarefa dura. Mas não impossível.
Ela, a aprendiz de sacerdotisa, adentrará todas as fases da Deusa-Lua ao longo da vida. Será jovem Crescente, Mãe-Cheia, e por fim a Sábia Oculta. Será a sacerdotisa das águas onde se espelham as suas visões, e também a Dama do Lago envolta em brumas douradas. A Senhora do Ocidente.
A Lusitânia já tinha os seus segredos, as suas «Galicenas» secretas, habitando uma eterna Ilha invísivel. Já o santuário de Endovélico era destino ansiado por todos os peregrinos, muito antes de existir a norte o «Campo das Estrelas» (Compostela). A Compaixão já tinha morada nesta terra sagrada, e era sussurrada entre as sacerdotisas de Lis.
Buscava-se ainda fora o que sempre esteve dentro. Mas os voos da Alma já eram notáveis.
Pois não é a Essência em nós sempre a mesma desde o alvor dos tempos?
Que magnífico trajecto humano! Que esplendor!
Nada melhor para terminar este trecho do que o comentário de Norma Delaney, a Senhora da Nova Respiração:

I recommend to any and all who are on the dancing journey of discovering "Who am I?" Dare to breathe with this book and inhale its gifts of awakening. I could write much more. I love so much the tribute you have written to the God/Goddess within. Your book is a true gift.


(Tradução: Recomendo a todos que estão na jornada dançante da descoberta de «Quem Sou Eu?». Ousem respirar com este livro e inspirar as suas dádivas de despertar. Podia escrever muito mais. Adoro o tributo que prestas ao Deus/Deusa dentro de nós. O teu livro é uma verdadeira dádiva).

Do meu coração para o vosso, deixo fluir este vento de memórias existentes em todos nós. No final de tudo, ainda e sempre, só a Voz Interna dirige a nossa Barca Humana, e esta maravilhosa experiência de dançar com a Vida...
Namasté!

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Este livro é uma edição de autor.
Estará disponível para venda na Papelaria Arco-Íris em Portalegre. Mas através do correio pode ser enviado a qualquer parte, com encomendas através do mail: lyspax@gmail.com
PVP: 18.00€
Envio à cobrança em envelope almofadado+portes de correio: 23.13€
Versão inglesa «The Priestess of the Waters» igualmente disponível: 20.00€ (maior nº de páginas). Envio à cobrança em Portugal 25€.
Envio para o Brasil e outros países, a combinar com a autora através do mail atrás mencionado.

domingo, 12 de setembro de 2010

O CAMINHO DA INTEGRAÇÃO














Estou em Haia, Holanda, neste momento, mas podia estar em qualquer parte do mundo, pois o caminho da Integração viaja comigo dentro de mim, e ninguém pode dar nenhum passo em frente nesta senda que é minha, sem ser eu.

A minha bagagem, o meu passado longínquo ou recente, tudo o que aprendi até agora, tudo o que experienciei até agora, colocou-me numa via de um só sentido. Para a frente apenas, ou morrer.
E já que cheguei até aqui a duras penas, está fora de questão desistir. Mas a ideia fascina, seduz... e reincide de vez em quando.
Adamus falou no último shoud do surgimento renovado da questão «ficar ou partir do planeta», e eu tive de pôr a mão no ar quando ele perguntou quem de nós foi assombrado ultimamente com este pensamento. Eu fui. E tive de entrar num mergulho fundo da alma para perceber que «Aspectos» estão subrepticiamente a sabotar a continuação da minha jornada. Tive o privilégio de ser guiada por Norma Delaney uma vez mais, agora aqui na Holanda, nesse desvelar dos cantos escuros da Alma e olhar para
aquilo que quer que eu morra - literalmente - ou «sobreviva» na melhor das hipóteses, e não VIVA a Vida no pleno sentido do termo e em todas as suas facetas.
Os Aspectos, partes nossas esquecidas no tempo, postas de lado por incapacidade de se lidar com a sua energia em determinados momentos do espaço e do tempo, vêm agora cobrar a sua pesada conta quando menos esperamos. Felizmente estou mais desperta e já compreendo que coisa é essa dos «Aspectos» e como se lida com eles.
A coisa difícil, meus queridos, é reconhecê-los. Eles são manhosos, têm muitas caras e conhecem-nos por fora por dentro. Muitos não nos respeitam. Nenhum confia abertamente em nós. Não foi em vão que deixámos o Centro do Equilíbrio dentro de nós, o «Momento do Agora», o «Templo», a Casa Interna, como queiram chamar, para nos lançarmos nas experiências da vida na Terra. Foi assim aliás que eles foram criados. E ao chegar a hora de nos reunirmos finalmente todos para a Grande Fusão, verificamos consternados a quantidade de "ovelhas" que fugiram ao rebanho deste incauto Pastor.
Esse é o trabalho de Integração.
Naturalmente já vem de trás esse trabalho e muita integração já está feita. Ninguém chega à Nova Energia completamente «virgem» nesta jornada. Impossível. Mas uma coisa é certa: s
e tens bloqueios na tua vida neste momento, podes ter a certeza de que são Aspectos desintegrados a pedir a tua atenção. E por muita psicologia, muita psiquiatria, muito reiki ou qualquer outro trabalho energético que faças - tudo coisas da Velha energia - nada vai resultar se não tomares consciência desses Aspectos e não começares amorosa mas firmemente o trabalho de Integração Pessoal. Ninguém, absolutamente ninguém pode fazer isso por ti. E é aí que vais perceber quão valiosa é a Respiração Consciente.
Vários seminários de Aspectologia e de integração de Energias Sexuais têm aqui sido aqui propostos à luz da Nova Energia. Mas a resposta daqueles que estão hesitantes em abraçar a fundo a Nova Consciência ainda é muito tímida. A maioria desculpa-se com a falta de abundância para não aparecer. Outros acham que «não estão preparados» ou acham que o «Cosmos ainda não proporcionou» a oportunidade adequada. Bullshit, my friends, diria Adamus.
Ok, sabe que onde há um «mas» há sempre um Aspecto a dizer «não podes», «não mereces», «não és digna», precisas de pensar primeiro em todos os As e Bs e Cs da tua vida, incluindo o cão e o gato, antes de poderes cuidar de ti mesma. Ok, good for you, como diria a Norma, olhando-nos com irresistível compaixão.

É certo que as desculpas mentais que arranjas para não ires mesmo onde sentes que deves ir ou para não fazeres aquilo que sentes que seria realmente o melhor para ti fazeres mesmo, vão poupar-te uns tantos tostões. Se morreres literalmente em breve por bloqueio total da tua energia, (incluindo morrer por puro tédio de lutares até à náusea, sempre com os mesmos problemas na vida) os teus herdeiros podem gastar esse dinheiro num caixão ainda mais bonito para ti. E na próxima encarnação, quando voltares para aqui de novo, os teus Aspectos estarão todos aqui à tua espera para jogar esse jogo uma vez mais contigo. É divertido para ti? Good for you.

E se sentes subir dentro de ti uma insidiosa vontade de me estrangular por estas palavras, bem vinda ao club. Eu não cheguei ao ponto de querer estrangular a Norma antes de chegar a Haia, mas os meus Aspectos estavam sempre a dizer-me (ou antes, a resmorder em surdina) que «eu já sei tudo» e que vinha para aqui «perder o meu tempo». Santa ingenuidade. Eu acho que desta vez foi mesmo «life-saving».
Da próxima vez que tiver um ataque de «Aspectos» tão estúpido como este, já prometi a mim própria meter-me debaixo dum duche gelado. Obriga-me a respirar fundo conscientemente mesmo que o meu corpo e os Aspectos não queiram, e poderei assim começar de novo o trabalho de Integração.

Para quem estiver interessado, dias 17-18-19 de Setembro estarei no Porto para mais um seminário de Aspectologia. Ainda estás muito a tempo de te inscreveres.

Estás disposto/a a dar uma chance a ti próprio/a de sair do «modo» sobrevivência aflitiva e partires para a vivência plena da Tua Vida?
Só depende de Ti.
Eu estou ocupada agora mesmo a respirar para integrar os tolos Aspectos que achavam que eu não precisava de ter vindo para aqui. (Bulshitt!)
Mas se quiseres contactar-me já sabes como e aonde.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A DOCE TRANSIÇÃO



















A aventura da Nova Consciência leva-nos naturalmente a uma «actualização» a todos os níveis da nossa vida. A caminho da Integração Total que todos desejamos, nenhum aspecto dela fica esquecido ou posto de lado, muito menos aqueles factos que damos como certos ou inevitáveis à luz da velha energia.
Se há coisa que me tem deliciado nesta Nova Consciência, é justamente a queda sucessiva dos sistemas de crenças embutidos na nossa mente, particularmente os que dizem respeito ao «serviço aos outros», à obrigatoriedade de «comer para poder viver», aos filhos «que Deus nos manda», à «inevitabilidade da morte», ao regressar «ao Céu donde viemos», ao «despojamento para atingir a iluminação» e todas as facetas do «amor» a si e aos outros. E muitas outras crenças buriladas ao longo do tempo, quer socialmente, quer nas numerosas religiões em todo o mundo, quer nas escolas de instrução espiritual oculta, que veicularam todas durante centenas de anos, algumas distorções severas da verdade. Mas não nos condenemos: todos por lá passámos, ensinámos e fomos excelentes alunos, e crescemos interiormente tudo o que podíamos, à luz das limitações de consciência que então havia. Ainda não tinha surgido a «Nova Consciência», como todos sabem.
E esta entra como um vendaval na nossa vida, levando nas asas dos ventos com que nos areja o velho e mental «entender das coisas», aquilo que não nos faz mais falta nestes novos tempos.
O «serviço aos outros» passa para outra dimensão, depois de entendermos que podemos deitar fora, de uma vez por todas, a «agenda salva-mundo». Ninguém quer ser resgatado das suas experiências (aliás, isso não é possível).
Ser obrigatório «comer para poder viver», simplesmente não é mais verdade. Existem neste momento no planeta milhares de pessoas que não comem e estão cheias de saúde.
«Deus» não manda «filhos» nenhuns cá para baixo, porque «vir para aqui» é simplesmente feito por escolha Inconsciente por parte de quem vem (a esmagadora maioria das vezes) ou Consciente, a partir do momento que se sabe o como e o porquê.
Regressar ao «paraíso» donde viemos é coisa que não vai acontecer nunca mais. Ao sairmos de Casa e ao adquirirmos a bagagem humana, ganhámos o direito a uma Nova Casa que vem até nós, e não o contrário.
O «despojamento» e as privações não levam à iluminação. Vejam como Francisco de Assis, o rei do despojamento e das privações, só «ascendeu» na sua última vida como Kuthumi, um brâmane rico, por sinal.
E o «amor»? Ah, o amor. Só troco impressões sobre isto com quem passou pela Escola de Energias Sexuais de Tobias e sabe exactamente o que eu quero dizer.
E quanto à morte? Não temos todos de «morrer»?
E se não for bem assim? E se essa transição for feita duma maneira nova, por escolha consciente, na Nova Consciência? Não viverias com muito menos medo de que «Deus te leve» quando menos contares?
Se estiveres na Nova Consciência, vais ficar ciente de muitas coisas novas, da queda de muitos sistemas de crenças que envolvem este assunto.
Sabes por exemplo que não ficas mais «esperto» só por passares para o «lado de lá»? Pois é. Perdes o corpo biológico, mas não acrescentas nada à tua consciência actual.
Espero que esta mensagem te motive a saberes urgentemente o que se passa do «lado de lá», de modo a que, se assim escolheres, possas regressar conscientemente pelo método tradicional do nascimento biológico... ou não. As novas possibilidades de «vir para cá» doutra maneira, sem teres de usar de novo fraldas e cueiros, são simplesmente... desafiadoras.

Ainda estás a tempo de te actualizares:
Escola de Dreamwalker da Morte de Adamus Saint-Germain
Porto: 27-28-29 Agosto
Lisboa: 3-4-5 Setembro
Informações: 962857710
Mail: lyspax@gmail.com


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

RAÍZES, FOLHAS e FRUTOS


Respirar conscientemente é fazer a ponte com o nosso âmago.
Respirar conscientemente é o maior acto de Amor que podemos fazer por nós mesmos.
Respirar conscientemente é encontrar as nossas próprias RAÍZES.

Por isso, na Nova Consciência, respirar é o acto essencial de Integração, de regresso ao Todo, à Unidade dentro de nós.

Tão simples e tão essencial.
Tão único e tão universal.

Tu tens um ritmo particular. Tu tens um som que é só teu.
Tu exalas uma fragrância que é só tua.
Uma Alma inigualável em todo o Universo. Um Aspecto Humano perfeito.

Observa esta árvore humana:
Ela celebra a Alegria da Vida.

Como pensas que são as suas raízes? Secas e carunchosas ou túrgidas e vibrantes?
Como são as suas folhas? Raquíticas e amareladas ou vigorosas e brilhantes?

O teu âmago humano, oh Viajante do Tempo, é como a raíz duma árvore. Por detrás do teu umbigo está a ligação secreta à Fonte da Vida. Como hás-de chegar até lá se não fizeres a conexão à Árvore da Vida em ti?

Respira profundamente, conscientemente. Gentilmente.
No teu ventre estão as raízes da Árvore que constróis agora, conscientemente.
Raízes forte e húmidas, raízes densas, viçosas, vivificadas a cada Respiração.

E elas juntam-se e criam o tronco erecto à superfície da Terra, por onde circula a seiva da Vida.
E como achas que a seiva viaja pelo tronco e pelos ramos acima? Encosta o ouvido a uma árvore qualquer e saberás: ela inspira e expira, conscientemente, ao seu ritmo.
Agora tu: Como farás a tua própria energia sair dos bloqueios e estagnações que criaste ao longo de milénios de experiências, senão convidando essa seiva-energia a viajar livremente acima e abaixo em ti?
Inspirando e exalando, gentilmente, pacientemente, docemente, de Ti para Ti.

E chegada a hora brotam rebentos e FOLHAS, nervuras de vitalidade, emanações de frescura luxuriante. Uma floresta de folhas respirando e dançando ao ritmo do vento. Beleza pura.

E mais adiante, respirando sempre, um dia desabrocham os FRUTOS dourados que lançam ao ar convites de aromas e promessas de doçura excitante.

E a Árvore-mulher - TU - completamente realizada, oferece-se ao mundo em dádiva total.

Ela é Soberana, Única e Completa em si mesma. Ao cuidar de si mesma - respirando... respirando... inalando... e exalando... ela abre-se, emana-se, projecta-se a Si Mesma em Vida Vibrante.

Ouve o convite, oh Viajante:

Vem descobrir comigo o som da tua Respiração.
Vem descobrir comigo a força das tuas RAÍZES.

O resto, meu amado, é responsabilidade tua.
Aprende a descobrir a cor das tuas FOLHAS.
Aprende o sabor dos teus FRUTOS.

Respira e sente:
Queres ser uma ÁRVORE da VIDA?


SEMINÁRIO de RESPIRAÇÃO E COMPAIXÃO
Sábado e Domingo: 21 e 22 de Agosto
Local: Torre da Aguilha, Carcavelos, Lisboa
Horário: das 10:00 às 17:00h
Preço: 120€
Inscrições pelo telefone: 962857710 ou pelo
mail: lyspax@gmail.com



Quando ousarás Tu cuidar do coração das Tuas RAÍZES?

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Em que Ponto estás Agora?

Esta foi a pergunta de Adamus Saint-Germain na sua última comunicação aos «Viajantes do Tempo».
Eu teria de dizer: Não sei!
O tempo parece ter triplicado de velocidade e as coisas acontecem a um ritmo alucinante. Mal acabamos de passar por uma, já estamos atolados até ao pescoço na seguinte. Ufa!! Ai se não fosse a Respiração a pôr um ponto de ordem aqui no «complicómetro» mental!...
Mas seja como for, ninguém quer estar num sítio diferente. Quando me dá a nostalgia breve da «ronceirisse» do «antes» é que vejo o vácuo que ali vai. Não há nada que me console. Nem mesmo a excitante notícia de estarmos a atravessar uma «cruz cósmica-astrológica».
Parafraseando Adamus, só há um astro: TU. Com todos os teus (maus) aspectos, cruzaduras, poeiras (caspas)celestes, avanços e recuos planetários, estrelas e cometas de rabo comprido. TU.
(Benza-lhe Deus a velocidade com que nos tira dos nossos aconchegos!).

Onde é que eu estou?
Algures numa espiral enlouquecida, mas rindo de mim mesma.
Já há muitos loucos como eu a dar-se conta de que o «complicómetro» mente, e que a mente só complica.
E não é que estamos a tentar sair da mente, usando ferramentas mentais?!!

Como se sai dessa então? Dica de Adamus:
Primeiro: Através da Respiração Consciente.
Segundo: A Aceitação de Tudo. (Compaixão)
Voilá.
A mente (lembram-se? uma manipulação atlante para nos LIMITAR...) não entende a «Aceitação». Faz um nó, engasga-se e bloqueia. Aleluia! Nem imaginam quão grata ela nos fica por poder fechar durante uns momentos a torneira das tolices.
Já experimentei: é «tiro e queda». Quem quiser saber mais, vai ter de ir ao meu seminário «Respiração e Compaixão». Já estava «iluminada» quando inventei esse nome e não sabia porquê! Santa ingenuidade! Adiante.

Que mais disse Adamus?

Falou dos «potenciais» e de novo sobre as «Escolhas».
Todos os potenciais de vida estão aí. Quando aprenderemos a escolhê-los conscientemente?
Quem acha que é «complicado» é claro que é a mente. Potenciais são energias em repouso (neutras) à espera de serem activadas. São realidades «não expressas». Para «potencialar» (palavra nova que significa "usar os potenciais") é preciso apenas imaginar, escolher e SENTIR. E respirar, é claro.

Aqui meus amigos, é que a «porca torce o rabo». Aqui é que eu percebo bem a infiltradura subreptícia dos tentáculos da mente, que torce, retorce e distorce. Mas Adamus veio em nosso auxílio. Do que é que precisamos em primeiro lugar? Claro! De CLAREZA!! Clareza cristalina nas nossas escolhas.
De facto, como estamos «perdidos» algures numa espiral vertiginosa, o melhor mesmo é começarmos por escolher «ter Clareza dentro de nós». Elementar, meu caro Watson!
Grande Adamus! O que ele ri à nossa conta!...
Nada como lembrar o bê-à-bá aos aspirantes a iluminados.
Mas não faz mal. Já perceberam que depois do «Quantum Leap» de 2007 existem no Planeta potenciais completamente Novos para NÓS estrearmos?
Quais? Quais?
Não me perguntem. Eu ainda vou estar ocupada durante algum tempo a polir a minha Clareza. Se alguém se adiantar, não faça cerimónia: explique tudo direitinho.
Todos nós queremos compreender urgentemente porque é que somos tão preciosos. A Nova Energia está toda por desbravar. E quem é que pode fazer isso? Tu. Eu. Nós.
É preciso estar incorporado e a pisar o solo deste planeta azul para activar essa Nova Energia. Mesmo que não saibas momentaneamente em que «ponto» estás.

Respira e aceita.
Tão simples que parece mentira.









quinta-feira, 29 de julho de 2010

A NOVA RESPIRAÇÃO


Uma nova Aventura vai começar!
Respirar é uma função básica da Vida, como todos sabem.
Respirar Conscientemente é passar para um patamar diferente, para uma Nova Consciência. É deixar de «sobreviver» e passar a Viver plenamente.
Apesar de ser duma simplicidade cristalina, este mini-seminário de 2 dias tem o potencial de mudar por completo a vida e o percurso Espiritual de qualquer Ser que se queira sintonizar com os Novos Tempos.
Os Viajantes do Tempo a caminho da Integração Total reconhecerão prontamente dentro de si mesmos um apelo intenso a esta informação básica e tão ansiada, com um potencial de transformação arrebatador.
Daí o meu sincero aviso: Se receia mudanças na sua vida, a todos os níveis, não ouse experimentar esta informação. Ela tem o potencial acelerado de mudança brusca de Consciência.
Está aqui o Calendário dos próximos Cursos e faço notar que vamos estrear em Lisboa, com grande entusiasmo, o seminário «New Energy Synchrotise» de Adamus Saint-Germain, o «tal» sobre as «Escolhas» de que tenho falado ultimamente nestas linhas. Se precisa duma «ajudinha» para ver porque é que as suas «escolhas» não estão a funcionar... nada como Saint-Germain para nos pôr um espelho à frente do nariz! Com o seu estilo arrebatador, Ele sabe ser doce como o mel, ao mesmo tempo que, sorrindo, nos atropela com o «camião da limpeza» celeste que leva embora os nossos sistemas de crenças. Ui!
Quero ver quem são os corajosos que acham que já estão prontos para se meterem em deliciosos trabalhos.
Ps- Não adianta esconderem-se! A vossa Essência sabe muito bem que chegou a hora de assumirem as vossas Asas de Fogo!


AGOSTO:

21/22 - LISBOA - Respiração e COMPAIXÃO
27-28-29 PORTO - Dreamwalker da Morte (DWD)

SETEMBRO:
3-4-5 - LISBOA - Dreamwalker da Morte (DWD)
17-18-19 - PORTO - ASPECTOLOGIA
25/26 - PORTO - Respiração e Compaixão

OUTUBRO:

8-9-10 - PORTO - Dreamwalker do Nascimento (DWB)
22-23-24 - LISBOA - Dreamwalker da Ascenção (DWA)
29-30-31-1Nov - LISBOA - New Energy Syncrothise (NES)

NOVEMBRO:

5-6-7 - LISBOA - Sexual Energy School (SES)
27-28 - LISBOA - Respiração e INTEGRAÇÃO

terça-feira, 27 de julho de 2010

Permites que a tua Vida mude?












Uma das coisas que nos acontecem na jornada de integração é olhar de frente para o medo da mudança. Li há dias uma frase impactante: «Mudar custa, mas não mudar mata».

Quando não confiamos em nós nem na Voz da nossa Essência, a mente sente-se livre para comandar a nossa vida. E ela não sabe ver para lá dos seus limitados horizontes, esses limites que se tornaram de certo modo confortáveis para nós. São a área «conhecida», a «rede de segurança» a que nos agarramos por temermos o que a mente não consegue imaginar.
Mas quando a Essência em nós começa a ser autorizada a revelar-se, as coisas começam inevitavelmente a sair da «zona protegida». Os paradigmas mudam. Os sistemas de crenças evaporam-se. O vácuo assusta antes de vermos o que vai acontecer. E porque a Essência Criadora em nós não conhece limites, a Vida corre o risco de se tornar uma vertigem, um mundo de surpresas. Mas estas duas palavras «vertigem» e «surpresas», porque estamos a filtrá-las pela mente, imediatamente se transformam em «sarilhos» e «complicações». Não é verdade?
Por isso há que «senti-las». Sem mais explicações.
A nossa Essência é Amor Total por nós. Tendo estado separada há eons de nós, porque quereria juntar-se a nós para nos infernizar a vida?
Criar sem limites assusta. A mente fica logo em modo de alarme. Mas chegou a hora de darmos ouvidos a uma outra Voz dentro de nós.
Quando escolhes ser Quem Tu Realmente És, a tua vida pode mudar de formas que nem sequer consegues imaginar. Pode ir até na direcção contrária àquilo que «esperavas».
Mas olha, trata-se da Essência Divina dentro de TI. Da suprema Inteligência Criativa em TI.
Percebes o medo que a mente tem de ser «ultrapassada»? E aonde leva o medo? À inibição. À estagnação. À morte.
Sente isto: «Mudar custa, mas não mudar mata».
Até que ponto vou permitir que a Essência me desafie?
Até que ponto vou realmente abrir-me às mudanças?
Até que ponto estou disposta a RECEBER o Novo?
Tenho que perceber isto, a cada respiração.
Senão... «Mudar pode matar-me de susto, mas não mudar pode custar-me mais 100 vidas para alcançar a Integração».
Boas escolhas, companheiros!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O QUE FAZ CANTAR O TEU CORAÇÃO?


Este último seminário que fiz em Munique deixou-me em «digestão prolongada». E silenciosa. Vão sendo horas de aplicar cada vez mais na prática todas as «dicas» que levam à Integração. E isso passa por um olhar lúcido e desimpedido sobre as minhas próprias manobras de sabotagem.
Ah, a mente! Que instrumento maravilhoso manifestámos, programámos e aperfeiçoámos, desde os tempos da Atlântida! Quem diria que hoje nos enredaríamos no seu controle e na sua limitação, fazendo-nos a muitos de nós verdadeiros prisioneiros das suas redundâncias!...
Como contornar esta voz mecânica, automática, que tudo mede, julga, avalia, codifica, «caixifica» e complica? Só há um método : Começar a escutar a voz da Essência.
A doçura, o calor, a alegria e a fluidez da voz da Essência, ressoa dentro de nós como uma brisa suave e traquina, que nos desafia a abrir o coração.
Se algo em nós diz: «Não podes», «é muito difícil», «é impossível», «mas...», «e se...», é certamente a voz da mente. Do medo. Da carência. Da limitação.
Se algo em nós diz : «Avança!», «ousa experimentar», «confia em ti», «psst, queres uma surpresa?», «sim, tu podes», é a voz da nossa Essência. Em alegria. Em celebração.
Procura dentro de ti: O que é que faz cantar o teu coração? Ouve as vozes que ressoam dentro de ti. E depois escolhe. Ousa.
A mente não sabe «Integrar». Para isso é preciso «sentir» e a mente também não sabe sentir. Ela é um Aspecto a integrar, não o comandante da tua Barca. É uma peça, uma ferramenta apenas.
Quando te resolves a pegar no Leme e a dirigir o rumo da tua Vida? Até lá, essa espécie de «software biológico» far-te-á atravessar todos os filmes de terror, impotência e limitação que conseguir inventar.
Sim, há um lado absolutamente brilhante na mente. Mas esse já está bem integrado e não causa nenhuns problemas. A parte que não vê, não sente, não intui, não ama nem compreende é a que limita, proíbe e bloqueia.
Por aqui poderás ver quem tem governado a tua vida.
Ousarás escutar e seguir a voz que faz cantar o teu coração?

Eu já entendi: Tenho «trabalhos de casa» para vários meses. Mas não importa. Descobrir, abraçar, ouvir e seguir a minha Essência foi decididamente o que me trouxe a esta encarnação.
Desta vez é a sério. Renuncio a «sobreviver» como na velha energia. Custe o que custar, eu escolho VIVER e CELEBRAR nesta nova Consciência, nesta Nova Energia.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Qual é a tua prisão?

Na longa jornada de experiências de limitação, nós pusemos a nossa criatividade a funcionar maravilhosamente no sentido de bloquearmos as memórias de Quem Somos, as nossas reais capacidades, e a nossa incomensurável habilidade de imaginar e manifestar. Criámos bloqueios terríveis para nos impedir mesmo de lembrar donde viemos, e com o tempo esquecemos até completamente o que estamos cá a fazer. Daí a busca insana por um sentido de «missão», por uma justificação para tanto sofrimento.
Criámos prisões de alta segurança para nós mesmos, a começar na «caixa biológica» quase estanque que aprisiona a nossa Essência, não fosse o mecanismo de libertação que introduzimos no nosso ADN (a morte) e que hoje abominamos, enquanto não percebermos outra vez que podemos «escolher» o modo e o momento dessa libertação, sem dramas, sem doenças, sem sofrimento algum. Apropriadamente, em completude e em celebração.
Criámos prisões para fazermos o «jogo da limitação», mas agora que caminhamos para a Integração precisamos urgentemente de recordar que tipo de algemas colocámos a nós mesmos, as quais têm manietado, imobilizado e sabotado a nossa vontade renovada de criar e expressar.
Dou exemplos:
A dúvida.
O medo de falhar.
O sentimento de culpa.
O medo de sobressair na multidão (Esconder a sua própria Grandeza).
Frustração.
Sensação de insegurança.
A Falta de Confiança em si mesmo.
Preocupações mentais com o «e se?»
Tentar impressionar/salvar/catequisar os outros.
Inércia para a mudança.
Auto-crítica
e ainda a Maioria dos Sistemas de Crenças.

Reconhecemos aqui muitas prisões, e a lista está longíssimo de estar completa. Fomos brilhantes a arranjar os nossos bloqueios.
Mas agora, trata-se de nos libertarmos se queremos recuperar a memória integral do EU SOU.

A prisão de Gautama Buda era o seu intenso desejo de iluminação. Para isso levou-se a si mesmo quase ao ponto de aniquilação (com a renúncia quase total ao corpo, ao alimento, a todo e qualquer prazer humano). À beira da morte, descobriu por fim a sua maquiavélica prisão, e renunciando a ela, pôde enfim Integrar-se totalmente.
A prisão de Tobias era o seu conceito de Deus. Deus-Pai, o Salvador, o Dono-dos-nossos-dias. O Senhor da «Lei». Na prisão, descobriu por fim que o «Deus» que tanto venerara não respondia aos seus apelos, não ouvia as suas súplicas de crente e praticante irrepreensível da lei, não correspondia de todo à imagem e ao conceito que a sua mente arquitectara desse «Deus» desconhecido. Descobriu então que «Deus» era ele mesmo, e tendo abandonado toda a crença num «deus» exterior a SI mesmo... integrou-se e ascendeu.

Esta coisa da «prisão», tem muito que se lhe diga.
Não há nada como simplificar. Tenho que olhar para dentro de mim, e escolher ter clareza sobre o assunto. A respiração consciente ajudar-me-á a contactar a minha Essência, e esta há-de dar-me pistas seguras sobre as grades que eu inventei para nos separar.

Impõe-se a pergunta: Estou pronta a sentir, reconhecer e dissolver a minha prisão?
E se a minha prisão é o medo do que vem depois?
Boa pergunta e excelente prisão também.
Psst, e tu? Qual é a tua prisão?





segunda-feira, 28 de junho de 2010

Amor a Si Mesmo


Partilhar um seminário de SES (Sexual Energy School de Tobias) é sempre uma nova jornada de integração.
Os psicólogos falam de auto-estima e as pessoas em geral já se deram conta de quão importante é «reservar tempo para si», «cuidar de si». Mas estas noções tão simples e essenciais ficam sempre a milhas de distância do verdadeiro Amor-a-Si.
Estamos habituados a «amar» os outros, a devotar-nos integralmente aos outros, e achamos muito louvável exaurirmo-nos pelos outros em nome do «Amor». E este «AMOR» engloba os nossos relacionamentos, a família, os filhos, os colegas e os vizinhos. Todos têm prioridade sobre nós no geral, sobretudo quando entramos no mundo da espiritualidade e começamos a fazer as coisas em nome do «serviço à humanidade».
Esse trabalho já está bem feito. Somos catedráticos de serviço aos outros, mas a maioria de nós é ainda caloira no serviço a si mesma. Se não dermos a primazia aos outros, tacham-nos - e tachamos-nos nós mesmos de «egoístas», como se o mundo girasse de facto ao redor dos outros.
Aprender o «Amor por si mesmo» é uma tarefa urgente no caminho novo da Integração. Como vais «ascender» ou «Integrar totalmente» se estiveres ausente de ti? Como é que diz Kuthumi? «O que é que falta na tua Vida?... TU».
Porque o «amor» é muito mal compreendido ainda neste planeta, confundido com partilha desequilibrada - a esmagadora maioria das vezes - de sensações, sentimentos, submissões e possessões, os relacionamentos poucas vezes nos «preenchem as medidas». É sempre um jogo que pode ser facilmente interrompido, desfeito ou desvirtuado, por causa do eterno desajuste entre as nossas expectativas, e aquilo que o «amor» realmente nos traz para preencher a rotina dos dias. E a causa número um desse desequilíbrio é exactamente causado pela «eterna busca» daquilo que nos falta... fora de nós.
É doce o sabor de um novo amor? É .
A «paixão» inspira-nos ao sublime? Sem dúvida.
Um casamento bem sucedido de 5 ou 10 ou 50 anos é uma bênção? Não vamos mentir: tem dias, como todos sabem.
E a alma-gémea? Lamento: É romântico, vende livros, mas não passa duma patranha. TU não és gémeo de ninguém. Tu és único e irrepetível no universo inteiro. Um Deus completo em Ti mesmo.

Apaixonarmo-nos a sério por nós mesmos é uma coisa da Nova Consciência.
Não é preciso excluir ninguém, nem deixar de prestar o auxílio apropriado a quem recorre aos nossos préstimos, nem descuidar a atenção devida a parceiros, filhos e familiares. Mas porque tudo parte dum pilar de equilíbrio dentro de nós, os «jogos» já não «colam», os abusos já não são tolerados, nem a «energia de vítima» tem onde se aninhar dentro ou ao redor de nós.
Apaixonarmo-nos por nós, redimensiona os nossos relacionamentos TODOS para uma nova perspectiva. É incrivelmente ousado e libertador.
E muito polémico também. Mas não viemos nós, os pioneiros, uma vez mais até este planeta azul para quebrar tabus e avançar destemidamente no caminho da Integração?
Então? Não está na hora de experimentarmos o que é isso de nos «apaixonarmos por nós mesmos»?
«Apaixonarmos por nós mesmos» é o que acontece à medida que nos fundimos com a nossa Essência, com o Divino em nós.
A cada respiração consciente cresce esse caso de amor... de nós por nós.
Quando começares a experienciar isso no teu dia-a-dia, vais compreender por fim o que é Amar
de verdade... Tu e a Totalidade.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Escolher Sem Medo

Falei há dias com uma pessoa «muito certinha», muito «pés na terra», nada de «passos maior que a perna». Já não é filiada na religião feroz do «ver para crer», mas ainda é adepta ferrenha do «nós temos responsabilidades (leia-se condicionantes) para com ou outros a que não podemos fugir», por exemplo. Foi um diálogo de certo modo surrealista, porque os meus parâmetros neste momento não têm correspondência no mundo dos «muggles», sem desrespeito algum por nenhuma das partes.
Mas essa «cortina» que havia entre nós e nos punha cada um a falar estrangeiro para o outro, serviu-me para ver com nitidez uma coisa: o quanto «eu» mudei nestes últimos 5 anos. Minha nossa, mas que grande diferença!!
Tentar mudar as crenças dos outros, é realmente uma tarefa totalmente insana. Sosseguem, eu não fui por aí. Já deitei fora a agenda salva-mundo, Deus a tenha em eterno descanso. Limitei-me a afirmar claramente as minhas novas convicções, com uma paixão (e alegria!) genuína. E já não me importa o que os outros pensam de mim, quando dou testemunho de MIM.

Daí a pergunta: Sabendo que de tolo não passas para os outros, o que mais te impede de fazer escolhas conscientes?

Sabendo que se seguires o que «sentes» no teu coração, o que faz sentido para ti e ressoa dentro de ti, sabendo que o atreveres-te a escolher a tua própria alegria te pode acarretar ser posto de lado como louco, irresponsável, mal orientado, hipnotizado, ou até mesmo tendo "parceria com o diabo em pessoa"... o que hás-de fazer? Dar ouvidos ao medo dos outros? «Empatizar» outra vez com os seus velhos sistemas de crenças? Voltar à estaca zero?
Nada disso é possível já, bem sabes. Nunca mais.

Então, se o mundo acha que tu és louco de qualquer maneira que coloques essa questão, porque hás-de preocupar-te com o que os outros acham da tua loucura? Não é de todo, assunto que te diga respeito. Por isso segue em frente e não olhes para trás.

Mais do que nunca o processo é só TEU. Tão privado, tão pessoal, tão único quanto possível.
Lembra-te, tu estás a inventar um Caminho Novo. Não tem mapa. Não tem manual. Não tem Gps. O caminho está a surgir literalmente por debaixo dos nossos pés. Até aí, ainda não existia. Uau, que frisson!!

Dear One, escolhe conscientemente como queres que seja a tua vida, sem medo nem culpas de espécie nenhuma. Escolhe BIG, XXL, o maior que houver. Se escolheres a partir da tua Essência Divina, só para ti, o que achas que vai acontecer?

Sente isto. Respira isto. Observa isto.
Até que ponto confias nessa Essência que tens dentro de ti?
Melhor: até que ponto
acreditas mesmo que podes escolher o que queres para ti???????

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Escolhas Conscientes


Adamus encoraja-nos a manifestarmos a nossa vida segundo os nossos sonhos e desejos. Há 10 ou 5 anos atrás isso parecia uma coisa irreal, uma aspiração utópica, um sonho belo e impossível de realizar.
Saltavam à vista as nossas limitações, os condicionantes cármicos, a prisão do despojamento e do serviço aos outros, sempre postos à frente de nós mesmos. Já nem falo da missão «salva-mundo» e da «missão 5ºImpério» da nação Portugal. Onde isso já vai, benza Deus todas essas nossas alienações!...
Mas hoje, com a Nova Consciência acelerada e expandida, sabemos sem sombra de dúvida que manifestar a nossa vida segundo os nossos sonhos e desejos é algo muito real e perfeitamente ao nosso alcance.

Tens que «limpar» muita tralha dentro de ti até ficares suficientemente vazia para começar do zero? Tens.
Tens que deitar fora toneladas de crenças velhas? Ai, tens, tens.
Tens que renunciar ao conforto da «protecção» dos anjos e das «hierarquias? Sem dúvida.
Tens que crescer depressa e assumir a total responsabilidade pela tua vida? É claro. Senão, o que é que estás a pensar que fazes aqui, na Nova Consciência?

Tens medo de começar a escolher? É natural. Estás enferrujada, não tens prática nenhuma.
E se escolheres mal, o que é que acontece? Aprendes mais depressa quais são as tuas «verdadeiras escolhas», mas sem medo, porque um Criador faz... e desfaz sem complexos.

E se as tuas escolhas afectarem os outros? Aí tropeças no «1º mandamento» das escolhas conscientes: Quando escolhes conscientemente, escolhes só para ti. Para a TUA vida. Não sabes que é uma falta de respeito querer escolher pelos ou para os outros? É mesmo.

Então e os que são casados e querem coisas diferentes? Pois. O que é que estás a fazer numa relação onde cada um puxa para o seu lado? Se fizeres as escolhas certas para TI, a tua vida harmoniza-se apropriadamente. APROPRIADAMENTE. O teu Espírito não tem nada de burro, ama-te para lá de tudo o que possas imaginar, e sabe como levar as coisas certas à tua vida.
Se houvesse «mandamentos» nesta coisa das escolhas conscientes, eu diria que o seguinte é «saber receber sem medo». Porque na verdade, tens de estar preparada para que as coisas comecem a mudar. Se receias mudanças (sejam elas quais forem), então para que é que escolhes? Deixa-te estar onde estás, muito quentinha na tua inércia. Não é bem nem mal, só demoras mais uns mileniozitos a chegar lá. Sabes? O teu Espírito é muuuuuito paciente. Só ele é que tem pachorra para as tuas hesitações.

Mas se fazes parte do «bando dos loucos» que querem à viva força avançar na senda da Integração, vais ver que fazer escolhas conscientes é muito divertido. Vai cair-te o queixo de espanto com as coisas que acontecem.
Começa por respirar a Presença da tua Essência. Escolhe com clareza e simplicidade. Sente a energia já presente no teu campo de realidade. E larga, deixa ir a tua escolha.
Confia em TI, e vê como o Universo se põe em bicos dos pés para te abençoar com as tuas escolhas conscientes...

Como é que diz Adamus? Um dia vocês vão ficar zangados com vocês mesmos por terem demorado tanto tempo a fazer uma coisa tão simples.

Gentes, abaixo o «complicómetro» nas nossas vidas!!