terça-feira, 12 de outubro de 2010

A JORNADA DOS ANJOS

Uma vez mais, a Confiança.
A Confiança, o Entusiasmo e o Amor ao Espírito, foi aquilo que nos guiou na nossa Jornada desde «Casa» até aos dias de hoje.
A história da Jornada dos Anjos (ou seja, a NOSSA história) contada por Tobias, é simplesmente maravilhosa. Nestes tempos da Nova Consciência trata-se de recordar cada passo do caminho, pois isso incentiva-nos cada vez com mais força a não esmorecer agora, tão perto da realização. Passámos por provas terríveis de auto-confiança desde o alvorecer dos tempos, e só o esquecimento progressivo de Quem Somos nos fez crer que não somos dignos do Amor Maior do Espírito. Acharmo-nos separados de «Casa» foi uma dor tão tamanha, que nos fez esquecer em primeiro lugar o real motivo porque encetámos a dita Jornada. E assim ficámos com a nossa auto-confiança seriamente abalada, uma «nódoa» na nossa memória que nos tem assombrado por incontáveis eons de tempo.
Neste percurso de Integração, tenho notado quão difícil é para mim e para a maioria daqueles com quem tenho falado, recuperar daquela primeira ferida. Eu diria pela minha experiência, que tem sido o aspecto mais difícil de integrar, pois ele «mina» subrepticiamente uma das nossas partes mais íntimas. Por isso Adamus (e todos os outros) insistem tanto na Confiança. Ahmyo.
Ânimo, gentes.
Ganhar confiança é uma coisa que só se faz... fazendo. Insistindo, sentindo. As razões da mente não têm  utilidade nenhuma, pois ganhar confiança não é nem nunca foi algo que se possa «pensar». É «sentir» em toda a asserção da palavra.
Como diria Tobias: Respirar... Confiar... Sentir... Paciência. Respirar... Confiar... Sentir... Paciência.
Por isso esta partilha da Jornada dos Anjos é tão preciosa. Ela ajuda imenso a «curar» a ferida, já que o «porquê» das coisas pode aliviar a carga da dor. Ahmyo.
E ficarmos conscientes do quão corajosos fomos ao longo dos tempos, pode ajudar a desmistificar essa chaga permanentemente aberta dentro de nós.
Deixo-vos aqui um «cheirinho» desta espantosa Jornada que nos vai directa ao coração:

Assim, meus queridos amigos, que incrível Jornada não foi desde «Casa» até aqui. Que tempos maravilhosos. Talvez não apreciem tudo completamente neste momento, mas que tempos incríveis, que tempos de realização!
Agora dizeis: «Bem, Tobias, a estrada foi longa e difícil, e quem diz que não vai continuar a ser longa e difícil?». Ora bem, isso é convosco. É a vossa escolha. É a vossa confiança em vocês mesmos. É a vossa rendição a Quem realmente Sois, baixando as guardas desta ilusão de quem «pensais» ser, para dar esse passo de vos tornardes Tudo o Que Sois. Humanos e Divinos. Trata-se de se permitirem respirar, ser, viver e desfrutar. E queridos amigos, é exactamente por isso que eu quero voltar. Não para «salvar o mundo». Não para dar continuação a nenhum carma pesado do passado, mas para estar aqui na Terra pela alegria pura de viver.
E assim foi que fizemos esta Jornada todos juntos e chegámos a este tempo miraculoso, em que estamos a atravessar as maiores mudanças de todos os tempos. Sim, às vezes difíceis para o corpo e especialmente difíceis para a mente.
Vocês hão-de passar para lá da mente. Não tendes de forçar nada. Não tendes de estudar nada. Não tendes de ter disciplinas nenhumas. Não tendes de fazer rituais. Tendes apenas de autorizar esse próximo passo: a Integração do Corpo, da Mente, do Espírito e da Divindade nesta realidade aqui na Terra.
Nós contámos a história da Criação da Terra num curto período de tempo, mas de certo modo pode-se dizer que nos levou cem vezes mais tempo a explicá-la, do que o tempo real em que isso aconteceu.
É tempo de deixar ir os conceitos de tempo e espaço e passar para lá disso. É por isso que estais aqui neste momento. Sois pioneiros de consciência.

Ahmyo. 
É uma palavra doce para recitar como um mantra. Já falta pouco. Ahmyo precisa-se, muito urgente.
Como? Respirar... Confiar... Sentir... Paciência.
Namasté.
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 Já está pronta a partilhar esta Jornada dos Anjos. Convido-vos para uma Jornada através das vossas memórias, no sentido de fortalecer a vossa auto-Confiança. Este é um fim de semana extraordinário, dedicado inteiramente a Recordar, Sentir e Confiar.

Lisboa, Torre da Aguilha, 30-31 de Outubro de 2010 (Sala N2)
Preço: 150€ (desconto de 20% nas inscrições efectuadas até às 0:00h do dia 26 de Outubro)
Horário: das 9.30 às 18:00h
Inscrições pelo telefone 962857710, ou através do mail:lyspax@gmail.com

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

AHMYO versus MAKYO


Todos sabemos que existem grupos de pessoas no Planeta que acreditam que os humanos não podem ser responsáveis por si mesmos, e por isso inventaram uma rígida série de dogmas, normas de conduta e crenças para regerem a vida das pessoas em todas as suas facetas, ameaçando-as com severas punições quer físicas, quer mentais, quer "espirituais". Estão nisto religiões e regimes políticos em pé de igualdade, cada um mais perverso que o outro. Outros grupos odeiam mudanças, resistindo teimosamente à evolução natural das coisas, ao desenvolvimento social, educacional, científico e espiritual trazidos pelo avançar dos tempos. Outros ainda acham que as pessoas são essencialmente más e tal como «velhos do Restelo», vão mantendo o «desconfiómetro» permanentemente ligado.
Pensem bem: haverá alguma religião que diga a alguém: «Tu és Deus Também?». Impossível, por incompatibilidade de coexistência mútua de conceitos. As religiões alimentam-se da crença infligida aos seus crentes de que serão sempre «menores que», impuros, incompletos, infantilizados, perdidos e confusos, não merecedores das «graças do Alto», a menos que «elas» sejam as intermediárias entre o «céu e a terra», no papel de "cajado disciplinador" que arrebanha as ovelhas tresmalhadas, pertença exclusiva do Grande Pastor.
O que separa a Nova Consciência destas crenças arraigadas nas cramonas de todos os seguidores da sua FÉ particular, é esta afirmação revolucionária: TU és Deus Também.
E agora? Se És Deus Também, não precisas de intermediários. Em TI, está tudo o que precisas. O Deus em Ti, está à distância duma Respiração Consciente. E se começas a «sentir» isto e a «aceitar» isto dentro de ti, o que hás-de fazer, senão aprofundar esse conhecimento de ti para Ti?
O passo seguinte é perceber que o Espírito quer expandir-se e expressar-se.
E é aí que entram, subreptícias, as resistências ao processo de Integração. Exemplos: Ressentimento com o corpo biológico por nos obrigar a ficar «aqui». A «tralha» toda das crenças constituintes do nosso campo de realidade actual. O medo de magoar ou hostilizar outras pessoas. O querer intelectualizar o processo. A viciação nos dramas, nos abusos e na energia de vítima.
Neste último «shoud», Adamus desafia-nos abertamente:
«Consegues afirmar claramente: Tudo está em perfeita Ordem na minha Vida?»
Ai eu!... (expressão alentejana). (suspiro).
Como chegas lá? Com AHMYO. Praticando AHMYO. Desenvolvendo AHMYO. Respirando AHMYO.
(AHMYO quer dizer Confiança em Ti. É com um som semelhante a este que os Anjos exprimem esta Confiança inata na sua condição).


Como se ganha Confiança em Si? 
Escolhendo e respirando. Escolhendo e respirando.
Só assim se derrubarão os muros de MAKYO. (O contrário de Ahmyo. A resistência a terminar o jogo. A confusão).

E tal como diz Kuthumi:
Não desistas! :))
Tem Confiança na tua Paciência e sê Paciente com a tua Confiança.
Namasté.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Normal ou padronizado?


O mestre Yeshua, há dois mil anos atrás, não veio para «salvar o mundo». Ele veio para mostrar o que é ser Normal.
Este pensamento veiculado no meu último seminário em Haia, deixou-me impactada. Nunca tinha pensado na coisa por esse ângulo de vista.
Apesar de já me ter libertado da maior parte das crendices católicas, apostólicas e romanas da santa igreja, essa parte ainda não estava bem arrumada dentro de mim. Yeshua, manifestado pela nossa consciência comum, veio de facto abrir caminho para a árdua tarefa da Integração pessoal.
O mundo, claro está, não precisa de ser salvo de coisa nenhuma, uma vez que todos somos «Deus Também» e portanto cada alminha à superfície deste planeta faz os joguinhos que entende necessários à sua evolução espiritual. E tudo está bem. Está perfeito, à luz da Compaixão. E como já percebemos também, este Ser que é um colectivo de Anjos pertencentes à Casa de Sananda, foi chamado aqui por nós, por termos atingido uma «saturação de consciência desperta» suficiente para avançarmos outro passo no caminho.
E este Mestre, ao contrário do que se acredita, não veio já «iluminado».
Yeshua foi instruído nos grandes mistérios nas maiores e mais secretas escolas de mistérios da época, com os Essénios, e particularmente na Índia, como aconteceu a todos nós ao longo dos tempos e das vidas passadas. Desenvolveu depois a Compaixão com Maria Madalena, (a meu ver uma outra incorporação de um aspecto-Kwanin naquela época), ou seja, a Aceitação total e incondicional do percurso de vida de Si Mesmo e de qualquer outro ser, sem excepção. (Daí o absurdo de se pensar que veio para «salvar» o que quer que fosse).
A sua Integração completa demorou 30 anos, mas os seus últimos anos de vida foram o exemplo cabal daquilo que todos somos intrinsecamente por direito de nascimento: Deuses Também. Integrados e Completos. Isso é que é «normal» para nós, anjos esquecidos de Quem Somos.
«Normal» é sermos capazes de nos conectarmos tanto com a nossa Essência, que a nossa vida seja toda ela o reflexo dessa conexão interna. É sermos capazes de sentir, pensar e agir «grande e livre», pois essa é a natureza própria dos anjos. Yeshua veio lembrar que isso é possível realizar, veio dar o sinal de partida para esta grande aventura da Integração. Veio fazer ele mesmo e publicamente, o caminho da Integração.
Como isso foi depois aproveitado e manipulado ao longo destes 20 séculos já todos sabemos, e não vale a pena deitarmos culpas a ninguém porque fomos NÓS mesmos em vidas passadas, que mexemos e entrançámos esses cordelinhos matreiros.
Mas agora, cansados de tantas canseiras, já estamos prontos para recordar Quem Somos. Aleluia. Chegou a hora de tirar os pregos da cruz de tanto «serviço», a coroa pobre de espinhos de tanto «despojamento» e endireitarmos os olhos em bico focados na suspirosa «santidade».
O serviço, particularmente aos outros, já sabemos que está bem aprendido. Falta começar o verdadeiro serviço a Si Mesmo. A «santidade» não existe. É uma redundância, pois somos «santos e divinos» por natureza, e jamais poderemos ser destituídos dessa verdade pura. Quanto ao despojamento, foi uma dura lição de desapego ao longo dos tempos, mas agora podemos deitá-lo com outra consciência às malvas e reinvidicar tudo o que é bom e prazenteiro na vida, sem quaisquer complexos, pois Viver de verdade é desfrutar a vida com Tudo o que ela tem de alegria e bem-estar. Vem-me à memória outra descoberta significativa:
S.Francisco foi o rei do despojamento como todos sabem. Um grande «santo». Mas vejam, para ascender, ele teve de re-encarnar como um brâmane rico na vida seguinte, ou seja, como Kuthumi. Na verdade, como é que ele podia ascender à glória do Terceiro Círculo, todo roto e coberto de pulgas? Aí está.
Normal, meus amigos é fazermos milagres a toda a hora. É sermos completamente equilibrados: tão espirituais quanto abundantes materialmente.
Ninguém fala na riqueza de Yeshua. Mas não está à vista? Se ele podia manifestar pão e peixe para 5000 pessoas duma assentada, andar sobre as águas, parar os ventos, ressuscitar os mortos, fazer a pescaria do século, não era seguramente com a reforma de carpinteiro que ele viajava pelo mundo em busca de instrução. Essa parte é claro, foi completamente escamoteada dos ensinamentos cristãos.

Normal, meus amigos, é ser altamente espiritual e abundante a todos os níveis.
Normal é deixarmos transparecer a nossa Grandeza, o nosso Brilho, a Magnificência das nossas Asas de Fogo.
Normal é voltarmos a ser o que Somos.
Estás esquecido?
Respira e conecta-te a Ti. Onde mais poderia estar o Ponto Central que revela aquilo que TU És de Verdade?

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Lançamento do Livro em Celebração


Amanhã, 23 de Setembro, a Lua-Cheia e o Equinócio de Outono juntam-se para o lançamento do livro «A Sacerdotisa das Águas».
Esta história decorre no século II a.c, quando a Península Ibérica era uma manta de retalhos de povos, entre os quais os Celtas e os primitivos Lusitanos, o núcleo da nossa embrionária Nação.
A acção começa no equinócio da Primavera. Absorvendo crenças e costumes Celtas, a nossa heroína sonha com o dia em que será consagrada ao serviço da Grande-Mãe, a Deusa Lunar tão reverenciada naqueles tempos, cuja presença permeia a rotina da vida dos povos, mostrando as suas sucessivas faces de nascimento, plenitude e maturidade. Na sua citânia, os rituais Celtas intermediários aos equinócios e solstícios marcam a passagem do tempo, pontuada pelos rituais humanos e místicos, tão rítmicos e imutáveis como as estações do ano.
O seu mestre instrutor, um misterioso druida, assiste pacientemente ao desabrochar da alma da sua discípula, tal como a nossa Essência se senta no chão do Templo Interior para, em perfeita compaixão, observar apenas, com um sorriso benevolente, as nossas sucessivas experiências.
Mas o jogo da vida traz-nos à porta as mais inesperadas surpresas.
Dançar com a vida é uma arte. Ela, a aspirante a sacerdotisa, aprenderá na prática a dançar com a Vida sorrindo, ainda que o seu coração se torça no desalento. Só o sussurro da Voz da Deusa importa, só essa Voz dirige o eu-humano com a elegância da visão ampla e límpida de que a nossa Essência desfruta.
Que fazer? Ainda e sempre render-nos a esse âmago de Luz e Sabedoria. Uns mais depressa, outros mais devagar. Aprender a escolher
render-se a Si Mesmo é uma tarefa dura. Mas não impossível.
Ela, a aprendiz de sacerdotisa, adentrará todas as fases da Deusa-Lua ao longo da vida. Será jovem Crescente, Mãe-Cheia, e por fim a Sábia Oculta. Será a sacerdotisa das águas onde se espelham as suas visões, e também a Dama do Lago envolta em brumas douradas. A Senhora do Ocidente.
A Lusitânia já tinha os seus segredos, as suas «Galicenas» secretas, habitando uma eterna Ilha invísivel. Já o santuário de Endovélico era destino ansiado por todos os peregrinos, muito antes de existir a norte o «Campo das Estrelas» (Compostela). A Compaixão já tinha morada nesta terra sagrada, e era sussurrada entre as sacerdotisas de Lis.
Buscava-se ainda fora o que sempre esteve dentro. Mas os voos da Alma já eram notáveis.
Pois não é a Essência em nós sempre a mesma desde o alvor dos tempos?
Que magnífico trajecto humano! Que esplendor!
Nada melhor para terminar este trecho do que o comentário de Norma Delaney, a Senhora da Nova Respiração:

I recommend to any and all who are on the dancing journey of discovering "Who am I?" Dare to breathe with this book and inhale its gifts of awakening. I could write much more. I love so much the tribute you have written to the God/Goddess within. Your book is a true gift.


(Tradução: Recomendo a todos que estão na jornada dançante da descoberta de «Quem Sou Eu?». Ousem respirar com este livro e inspirar as suas dádivas de despertar. Podia escrever muito mais. Adoro o tributo que prestas ao Deus/Deusa dentro de nós. O teu livro é uma verdadeira dádiva).

Do meu coração para o vosso, deixo fluir este vento de memórias existentes em todos nós. No final de tudo, ainda e sempre, só a Voz Interna dirige a nossa Barca Humana, e esta maravilhosa experiência de dançar com a Vida...
Namasté!

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Este livro é uma edição de autor.
Estará disponível para venda na Papelaria Arco-Íris em Portalegre. Mas através do correio pode ser enviado a qualquer parte, com encomendas através do mail: lyspax@gmail.com
PVP: 18.00€
Envio à cobrança em envelope almofadado+portes de correio: 23.13€
Versão inglesa «The Priestess of the Waters» igualmente disponível: 20.00€ (maior nº de páginas). Envio à cobrança em Portugal 25€.
Envio para o Brasil e outros países, a combinar com a autora através do mail atrás mencionado.

domingo, 12 de setembro de 2010

O CAMINHO DA INTEGRAÇÃO














Estou em Haia, Holanda, neste momento, mas podia estar em qualquer parte do mundo, pois o caminho da Integração viaja comigo dentro de mim, e ninguém pode dar nenhum passo em frente nesta senda que é minha, sem ser eu.

A minha bagagem, o meu passado longínquo ou recente, tudo o que aprendi até agora, tudo o que experienciei até agora, colocou-me numa via de um só sentido. Para a frente apenas, ou morrer.
E já que cheguei até aqui a duras penas, está fora de questão desistir. Mas a ideia fascina, seduz... e reincide de vez em quando.
Adamus falou no último shoud do surgimento renovado da questão «ficar ou partir do planeta», e eu tive de pôr a mão no ar quando ele perguntou quem de nós foi assombrado ultimamente com este pensamento. Eu fui. E tive de entrar num mergulho fundo da alma para perceber que «Aspectos» estão subrepticiamente a sabotar a continuação da minha jornada. Tive o privilégio de ser guiada por Norma Delaney uma vez mais, agora aqui na Holanda, nesse desvelar dos cantos escuros da Alma e olhar para
aquilo que quer que eu morra - literalmente - ou «sobreviva» na melhor das hipóteses, e não VIVA a Vida no pleno sentido do termo e em todas as suas facetas.
Os Aspectos, partes nossas esquecidas no tempo, postas de lado por incapacidade de se lidar com a sua energia em determinados momentos do espaço e do tempo, vêm agora cobrar a sua pesada conta quando menos esperamos. Felizmente estou mais desperta e já compreendo que coisa é essa dos «Aspectos» e como se lida com eles.
A coisa difícil, meus queridos, é reconhecê-los. Eles são manhosos, têm muitas caras e conhecem-nos por fora por dentro. Muitos não nos respeitam. Nenhum confia abertamente em nós. Não foi em vão que deixámos o Centro do Equilíbrio dentro de nós, o «Momento do Agora», o «Templo», a Casa Interna, como queiram chamar, para nos lançarmos nas experiências da vida na Terra. Foi assim aliás que eles foram criados. E ao chegar a hora de nos reunirmos finalmente todos para a Grande Fusão, verificamos consternados a quantidade de "ovelhas" que fugiram ao rebanho deste incauto Pastor.
Esse é o trabalho de Integração.
Naturalmente já vem de trás esse trabalho e muita integração já está feita. Ninguém chega à Nova Energia completamente «virgem» nesta jornada. Impossível. Mas uma coisa é certa: s
e tens bloqueios na tua vida neste momento, podes ter a certeza de que são Aspectos desintegrados a pedir a tua atenção. E por muita psicologia, muita psiquiatria, muito reiki ou qualquer outro trabalho energético que faças - tudo coisas da Velha energia - nada vai resultar se não tomares consciência desses Aspectos e não começares amorosa mas firmemente o trabalho de Integração Pessoal. Ninguém, absolutamente ninguém pode fazer isso por ti. E é aí que vais perceber quão valiosa é a Respiração Consciente.
Vários seminários de Aspectologia e de integração de Energias Sexuais têm aqui sido aqui propostos à luz da Nova Energia. Mas a resposta daqueles que estão hesitantes em abraçar a fundo a Nova Consciência ainda é muito tímida. A maioria desculpa-se com a falta de abundância para não aparecer. Outros acham que «não estão preparados» ou acham que o «Cosmos ainda não proporcionou» a oportunidade adequada. Bullshit, my friends, diria Adamus.
Ok, sabe que onde há um «mas» há sempre um Aspecto a dizer «não podes», «não mereces», «não és digna», precisas de pensar primeiro em todos os As e Bs e Cs da tua vida, incluindo o cão e o gato, antes de poderes cuidar de ti mesma. Ok, good for you, como diria a Norma, olhando-nos com irresistível compaixão.

É certo que as desculpas mentais que arranjas para não ires mesmo onde sentes que deves ir ou para não fazeres aquilo que sentes que seria realmente o melhor para ti fazeres mesmo, vão poupar-te uns tantos tostões. Se morreres literalmente em breve por bloqueio total da tua energia, (incluindo morrer por puro tédio de lutares até à náusea, sempre com os mesmos problemas na vida) os teus herdeiros podem gastar esse dinheiro num caixão ainda mais bonito para ti. E na próxima encarnação, quando voltares para aqui de novo, os teus Aspectos estarão todos aqui à tua espera para jogar esse jogo uma vez mais contigo. É divertido para ti? Good for you.

E se sentes subir dentro de ti uma insidiosa vontade de me estrangular por estas palavras, bem vinda ao club. Eu não cheguei ao ponto de querer estrangular a Norma antes de chegar a Haia, mas os meus Aspectos estavam sempre a dizer-me (ou antes, a resmorder em surdina) que «eu já sei tudo» e que vinha para aqui «perder o meu tempo». Santa ingenuidade. Eu acho que desta vez foi mesmo «life-saving».
Da próxima vez que tiver um ataque de «Aspectos» tão estúpido como este, já prometi a mim própria meter-me debaixo dum duche gelado. Obriga-me a respirar fundo conscientemente mesmo que o meu corpo e os Aspectos não queiram, e poderei assim começar de novo o trabalho de Integração.

Para quem estiver interessado, dias 17-18-19 de Setembro estarei no Porto para mais um seminário de Aspectologia. Ainda estás muito a tempo de te inscreveres.

Estás disposto/a a dar uma chance a ti próprio/a de sair do «modo» sobrevivência aflitiva e partires para a vivência plena da Tua Vida?
Só depende de Ti.
Eu estou ocupada agora mesmo a respirar para integrar os tolos Aspectos que achavam que eu não precisava de ter vindo para aqui. (Bulshitt!)
Mas se quiseres contactar-me já sabes como e aonde.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A DOCE TRANSIÇÃO



















A aventura da Nova Consciência leva-nos naturalmente a uma «actualização» a todos os níveis da nossa vida. A caminho da Integração Total que todos desejamos, nenhum aspecto dela fica esquecido ou posto de lado, muito menos aqueles factos que damos como certos ou inevitáveis à luz da velha energia.
Se há coisa que me tem deliciado nesta Nova Consciência, é justamente a queda sucessiva dos sistemas de crenças embutidos na nossa mente, particularmente os que dizem respeito ao «serviço aos outros», à obrigatoriedade de «comer para poder viver», aos filhos «que Deus nos manda», à «inevitabilidade da morte», ao regressar «ao Céu donde viemos», ao «despojamento para atingir a iluminação» e todas as facetas do «amor» a si e aos outros. E muitas outras crenças buriladas ao longo do tempo, quer socialmente, quer nas numerosas religiões em todo o mundo, quer nas escolas de instrução espiritual oculta, que veicularam todas durante centenas de anos, algumas distorções severas da verdade. Mas não nos condenemos: todos por lá passámos, ensinámos e fomos excelentes alunos, e crescemos interiormente tudo o que podíamos, à luz das limitações de consciência que então havia. Ainda não tinha surgido a «Nova Consciência», como todos sabem.
E esta entra como um vendaval na nossa vida, levando nas asas dos ventos com que nos areja o velho e mental «entender das coisas», aquilo que não nos faz mais falta nestes novos tempos.
O «serviço aos outros» passa para outra dimensão, depois de entendermos que podemos deitar fora, de uma vez por todas, a «agenda salva-mundo». Ninguém quer ser resgatado das suas experiências (aliás, isso não é possível).
Ser obrigatório «comer para poder viver», simplesmente não é mais verdade. Existem neste momento no planeta milhares de pessoas que não comem e estão cheias de saúde.
«Deus» não manda «filhos» nenhuns cá para baixo, porque «vir para aqui» é simplesmente feito por escolha Inconsciente por parte de quem vem (a esmagadora maioria das vezes) ou Consciente, a partir do momento que se sabe o como e o porquê.
Regressar ao «paraíso» donde viemos é coisa que não vai acontecer nunca mais. Ao sairmos de Casa e ao adquirirmos a bagagem humana, ganhámos o direito a uma Nova Casa que vem até nós, e não o contrário.
O «despojamento» e as privações não levam à iluminação. Vejam como Francisco de Assis, o rei do despojamento e das privações, só «ascendeu» na sua última vida como Kuthumi, um brâmane rico, por sinal.
E o «amor»? Ah, o amor. Só troco impressões sobre isto com quem passou pela Escola de Energias Sexuais de Tobias e sabe exactamente o que eu quero dizer.
E quanto à morte? Não temos todos de «morrer»?
E se não for bem assim? E se essa transição for feita duma maneira nova, por escolha consciente, na Nova Consciência? Não viverias com muito menos medo de que «Deus te leve» quando menos contares?
Se estiveres na Nova Consciência, vais ficar ciente de muitas coisas novas, da queda de muitos sistemas de crenças que envolvem este assunto.
Sabes por exemplo que não ficas mais «esperto» só por passares para o «lado de lá»? Pois é. Perdes o corpo biológico, mas não acrescentas nada à tua consciência actual.
Espero que esta mensagem te motive a saberes urgentemente o que se passa do «lado de lá», de modo a que, se assim escolheres, possas regressar conscientemente pelo método tradicional do nascimento biológico... ou não. As novas possibilidades de «vir para cá» doutra maneira, sem teres de usar de novo fraldas e cueiros, são simplesmente... desafiadoras.

Ainda estás a tempo de te actualizares:
Escola de Dreamwalker da Morte de Adamus Saint-Germain
Porto: 27-28-29 Agosto
Lisboa: 3-4-5 Setembro
Informações: 962857710
Mail: lyspax@gmail.com


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

RAÍZES, FOLHAS e FRUTOS


Respirar conscientemente é fazer a ponte com o nosso âmago.
Respirar conscientemente é o maior acto de Amor que podemos fazer por nós mesmos.
Respirar conscientemente é encontrar as nossas próprias RAÍZES.

Por isso, na Nova Consciência, respirar é o acto essencial de Integração, de regresso ao Todo, à Unidade dentro de nós.

Tão simples e tão essencial.
Tão único e tão universal.

Tu tens um ritmo particular. Tu tens um som que é só teu.
Tu exalas uma fragrância que é só tua.
Uma Alma inigualável em todo o Universo. Um Aspecto Humano perfeito.

Observa esta árvore humana:
Ela celebra a Alegria da Vida.

Como pensas que são as suas raízes? Secas e carunchosas ou túrgidas e vibrantes?
Como são as suas folhas? Raquíticas e amareladas ou vigorosas e brilhantes?

O teu âmago humano, oh Viajante do Tempo, é como a raíz duma árvore. Por detrás do teu umbigo está a ligação secreta à Fonte da Vida. Como hás-de chegar até lá se não fizeres a conexão à Árvore da Vida em ti?

Respira profundamente, conscientemente. Gentilmente.
No teu ventre estão as raízes da Árvore que constróis agora, conscientemente.
Raízes forte e húmidas, raízes densas, viçosas, vivificadas a cada Respiração.

E elas juntam-se e criam o tronco erecto à superfície da Terra, por onde circula a seiva da Vida.
E como achas que a seiva viaja pelo tronco e pelos ramos acima? Encosta o ouvido a uma árvore qualquer e saberás: ela inspira e expira, conscientemente, ao seu ritmo.
Agora tu: Como farás a tua própria energia sair dos bloqueios e estagnações que criaste ao longo de milénios de experiências, senão convidando essa seiva-energia a viajar livremente acima e abaixo em ti?
Inspirando e exalando, gentilmente, pacientemente, docemente, de Ti para Ti.

E chegada a hora brotam rebentos e FOLHAS, nervuras de vitalidade, emanações de frescura luxuriante. Uma floresta de folhas respirando e dançando ao ritmo do vento. Beleza pura.

E mais adiante, respirando sempre, um dia desabrocham os FRUTOS dourados que lançam ao ar convites de aromas e promessas de doçura excitante.

E a Árvore-mulher - TU - completamente realizada, oferece-se ao mundo em dádiva total.

Ela é Soberana, Única e Completa em si mesma. Ao cuidar de si mesma - respirando... respirando... inalando... e exalando... ela abre-se, emana-se, projecta-se a Si Mesma em Vida Vibrante.

Ouve o convite, oh Viajante:

Vem descobrir comigo o som da tua Respiração.
Vem descobrir comigo a força das tuas RAÍZES.

O resto, meu amado, é responsabilidade tua.
Aprende a descobrir a cor das tuas FOLHAS.
Aprende o sabor dos teus FRUTOS.

Respira e sente:
Queres ser uma ÁRVORE da VIDA?


SEMINÁRIO de RESPIRAÇÃO E COMPAIXÃO
Sábado e Domingo: 21 e 22 de Agosto
Local: Torre da Aguilha, Carcavelos, Lisboa
Horário: das 10:00 às 17:00h
Preço: 120€
Inscrições pelo telefone: 962857710 ou pelo
mail: lyspax@gmail.com



Quando ousarás Tu cuidar do coração das Tuas RAÍZES?