sexta-feira, 11 de maio de 2012

CRÓNICA de BORDO


Não há nada como saber o que se passa por detrás dos acontecimentos. Este é um tempo muito sagrado para estarmos a sós connosco mesmos, e respirarmos dentro do nosso espaço seguro, entregando-nos ao banho  energético que está a vir sobre nós. É claro que este processo não começou à meia-noite do dia 9. No que me diz respeito, já estava sentir as coisas  a «aquecer»literalmente,  há alguns dias. Atribuí a coisa a um "ataque de aspectos", pois andei aqui com raivas acumuladas uma data de dias - raiva venenosa mesmo! Não são precisos detalhes porque todos sabem o que é o somar de pequenas coisas que vão «enchendo», até que uma faísca infeliz faz entrar tudo em explosão. C´os diabos! Foi aqui que percebi (outra vez) quantos aspectos destes ainda estão por integrar, pois tive de segurar com força estes demónios pelo rabo para não trepar pelas paredes. UFF! Foi dose. Só para verem que não foi brincadeira, até a televisão se incendiou, com labaredas e tudo, e o técnico que estava mudar a box levou um «esticão» que lhe deixou a mão inchada bem na hora e quase morreu de susto e paragem cardíaca, e a haste dos meus óculos fez plim logo depois- inquebrável disseram eles, grrr -  deixando-me deficiente visual durante uma data de dias, até que desembolsei uma nota preta para comprar outros, depois de ter de comprar uma televisão nova no dia anterior. Grrr. É claro que as coisas que se passam são o espelho exacto do que se passa dentro de nós, pois nesta altura dos acontecimentos não vale a pena olharmos ao redor a ver a quem apontamos o dedo. Tenho que por as barbas de molho no próximo ataque de raiva, pois os aspectos vêm - oh, se vêm!! - cada vez mais fortes e cabeludos. Uff a dobrar!!
E a parte física? Alguém tem dores de cabeça tipo «minhoca-faísca» dentro da cabeça? Uma coisa que parece um relâmpago enrolado subterrâneo? Dói e é chato, mas passa logo. Tenho porém de respirar bastante e explicar ao meu cérebro que não está a ter uma trombose, é só um pequeno «ajuste», tal como levar uma injecção no traseiro. É que a minha mente treinada para médica fica logo em alarmes de AVC eminente. Tenho um trabalhão para amansar o desconfiómetro. E as cãimbras na virilha direita, igualitas à «minhoca-faísca» que me dá na cabeça? Um horror. Nunca vi em 30 anos de ortopedista alguém queixar-se de cãimbras do músculo Costureiro da face anterior da coxa. Só eu, é claro. Fico com vontade - legítima  - de baptizar o evento de sindroma «plácida minhoca-faísca», mas não sei se é legalmente aceite. E ir 50 vezes por dia ao quarto de banho? E dores de estômago quando sempre se teve um de ferro? Gentes, Adamus foi muito modesto a anunciar os «ajustes» biológicos. Já ouvi aqui no pessoal uma data de sintomas   bem interessantes e diversos. Mais um motivo para respirar bastante, e com muita paciência! 
Mas nem tudo é «mau». Acreditam que escrevi um livro em menos de 15 dias? Pois foi. Terminei hoje, agorinha há pouco. Vejam só que aceleramento! Era pousar os dedos no teclado e eles corriam feitos cavalos à solta. Pela primeira vez quase nem precisei de correcções. Chama-se «O DESPERTAR dos VIAJANTES do TEMPO - Manual de Mudanças para uma Nova Consciência». Só faltam as matrículas e o ISBN e logo, logo estará disponível para download como e-book. Quem quiser encadernado em papel, vai ter de esperar mais um pouco.
Fico aqui por hoje neste diário de bordo. Sintam-se à vontade para partilhar as vossas dores também. Mas só a rir. Os dramas foram tomar banho e só voltam no próximo milénio.
Um abraço,
Placídia



segunda-feira, 7 de maio de 2012

A BARCA E A TEMPESTADE



Até os mais distraídos já devem ter notado que nestes últimos tempos soprou um vendaval nas nossas vidas. Nós, os intrépidos Viajantes do Tempo apanhámos "vento pela popa", e é ver-nos correr sobre as ondas do dia-a-dia com velocidade redobrada.
Adamus anunciou anteontem uma chegada eminente ao Planeta - começa dia 10 - de um "quantum" de energias sem precedentes. 
Força, marinheiros, não há ventos que nos assustem, sobretudo porque como diz o ditado, «homem prevenido vale por dois». Neste caso, o nosso aspecto Humano e a nossa Essência, juntos, abrirão os braços sem reservas para acolher as energias, e deixarão o peito exposto sem temor aos ventos, numa entrega total, qual Kate Winslet na proa do Titanic.
A nossa âncora é a Essência dentro de nós, naquele espaço seguro e silencioso,  muito secreto e muito sagrado que se aninha dentro do nosso ventre. Aí não há ventos tempestuosos, nem ondas agitadas. Há sussurros e brisas calorosas, há afagos e carícias dum Amor Total. O que é que temos de fazer?
Diz Adamus: «Respirem bem profundamente com essas energias. Elas vão estimular a mente e o corpo, trazendo energias potenciais para dentro deles e rejuvenescendo particularmente o corpo. Isto porque se vocês querem permanecer aqui na Terra, hão-de querer ter uma mente lúcida. Se quereis ficar aqui, haveis de querer entrar na vossa próxima vida muito fortes, soberanos, cheios de energia, abundantes - sem dúvida nenhuma - e também cheios de alegria».
É não opondo resistência aos acontecimentos que fluem melhor as energias. É aceitando-as com toda a Compaixão, que colhemos insuspeitados benefícios. É permitindo-nos passar para outras vidas dentro desta mesma vida, que encontraremos finalmente a VIDA.
Quero estar de olhos bem abertos neste próximo encontro com o vendaval.
Os desafios são cada vez mais estimulantes!... :))




É entrar menninos e meninas! Vai rodar o carrocel mágico!Yuuupiiiiiiiii!









domingo, 29 de abril de 2012

2012 - O MELHOR ANO das NOSSAS VIDAS


Quando me inscrevi no «Kehak suporters» há cerca de um ano, não sei onde é que eu estava com a cabeça. Estava é claro, e muito apropriadamente... «fora dela». Estava no coração, abrindo uma porta ainda desconhecida em mim, por onde entrou um vendaval de transformações. A nossa Essência, no caminho da Integração, é implacável. Dá-se-lhe uma autorizaçãozinha de nada, e ela é como um buldozer. Uma vez accionado, este arranca todo o entulho à sua passagem, não deixa que reste pedra sobre pedra dos nossos apegos, nem pedaços do enrijecido asfalto que atapeta a estrada das nossas ilusões. O efeito contínuo é o duma verdadeira implosão.
Gentes! Eu não sei o que se passou com vocês durante todo este tempo, mas digo-vos que neste ano «Kehak» prestes a terminar, eu passei por «shifts» tremendos. E bota «tremendos» nisso. Tremendo de «avassalador» mesmo, e tremendo de «tremer» literalmente nos alicerces instáveis das minhas fundações emocionais. Por vezes sinto-me arrazada como o pobre do Garfield ao alto da página, mas a maior parte das vezes apanho-me a mim mesma sorrindo, senão rindo-me de mim mesma e do engraçado das situações. A  nossa vida na Nova Consciência, pode ter «altos e baixos», mas os «baixos» passam cada vez mais depressa e os «altos» são incrivelmente divertidos. Tive fases de hibernação e fases de confusão, mas com a chegada da Primavera estou desejando sair novamente para o sol, maravilhar-me com as cores, os sons e os cheiros. Nestes poucos (rápidos!) meses separei-me, mudei de casa, arranjei  um emprego fantástico - e perdi-o de novo agora há pouco, assim, num estalar de dedos. Perdi amigos de longa data, ganhei novos amigos. Estive muito doente e curei-me sozinha. A morte impediu-me de revisitar um velho e grande amor do passado, e a vida trouxe-me inesperados encontros de 3º grau com seres que fizeram parte integrante das minhas vidas passadas. E como se não bastasse tanto reboliço, a minha Essência divertiu-se a equacionar circunstâncias dramático-cómicas em sequência alucinante, que me forçaram a olhar de frente, finalmente, para a grande questão por mim  sempre adiada: a minha independência e Soberania naquilo que eu mais gosto de fazer: ensinar. Uf.
Recomecei a escrever. Tenho muito que partilhar sobre tudo o que aprendi. E estou aqui disponível para dar exemplos de como as coisas podem ser feitas duma maneira integralmente nova. Mal posso esperar por  iniciar os meus Novos Cursos, e sei que chegou a hora porque já comecei a receber telefonemas inesperados perguntando-me por eles. Tudo se conjuga, sem sombra de dúvida, de modo muito apropriado. Na base permanece a eterna questão: a Confiança em si mesmo, e as sábias Escolhas. E sobretudo, muito entusiasmo e alegria.
2012 começou com energias fortíssimas, mesmo para os mais desprevenidos. Apesar dos desafios que nos lança serem os mais intensos das últimas décadas, existem os potenciais mais elevados de ser este o melhor ano das nossas vidas. Basta querermos.
Vamos em frente, que atrás vem gente!
Força, Viajantes do Tempo, abram alas para o melhor ano das nossas vidas!!!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

SERENIDADE e CONFIANÇA


Respira fundo para dentro de ti...
Cada respiração é uma ponte entre ti e Ti.
Entre tu, Humano e tu, Essência.
Torna-te familiar com esse Espaço Novo dentro de Ti.
Respira.
Percorre essa ponte vezes sem fim,
não te canses de procurar por Ti.
Lá no fundo de ti está um mar de doçura,
estão águas cálidas suaves
à espera de te envolver e amar.
Não precisas de fazer nada.
Respira fundo e abre-te para receber,
receber apenas,
o amor que vem de Ti por ti. 
Ó Viajante cansado de tanto buscar...
Respira e deixa ir esse velho tu 
a cada respiração,
para que o novo TU possa entrar
e expandir-se dentro do teu espaço humano.
Respira e consente.
Respira e liberta.
Respira e aceita.
Sente o alívio da rendição total a Ti.
Onde mais queres encontrar esse azul líquido
 infinito e quente
esse azul tão doce
da Serenidade e Confiança,
senão Dentro de Ti?


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

JOGOS. JOGOS E MAIS JOGOS


Os jogos da dualidade, além de serem esgotantes para o corpo físico, para a mente e para a Alma, mantêem-nos a andar em círculo sobre os nossos próprios passos. É um modo de nos afastar do nosso Centro.
Por «jogos» entendam-se os dramas, as emoções, o caos, as confusões e tudo o resto que nos faz distrair do Essencial.
Quando paramos para olhar de frente para estes jogos, podemos reconhecer - às vezes com dificuldade - muitas situações repetitivas que ocorrem na nossa vida, padrões de comportamento expontâneo e  inconsciente, que tendemos a associar com drama e desconforto. 
Se a tua vida não está a correr como queres, minha amiga, é porque estás a jogar um jogo desses e a sentir o seu efeito limitante. Não é por culpa do fulano a,b,c, nem do gato da vizinha. És tu mesmo que te estás a sabotar. Esse jogo está a impedir que te reconheças como Ser Soberano que és, está claro.
Está a impedir que os milagres aconteçam, está a impedir que os ohs! e ahs! temperem de alegria as horas e o remanso dos teus dias.
Ao conectares com a tua Essência, pede-lhe que te faça ver claro esses teus jogos. Não consegues? (outro jogo...) Não faz mal. Oferece esse "seja o que for" à tua Essência e permite que aos poucos ela te revele a verdade por detrás desses teus medos, ou apegos, ou carências, rejeição ou desconfianças. É quase certo que se trata dum destes aspectos mencionados, a tentar comandar a tua vida. E nem penses em deitar culpas ao "aspecto": foste tu mesmo que o criáste para a missão que ele está a desempenhar com tanto êxito.
Trata-se pois, uma vez mais, de Consciência. 
Antes de mais, identificar o jogo e perceber o modo como ele continua em serviço activo, obediente ao «mestre».
Depois, responder com verdade à pergunta que se impõe:
Estás pronta a deixar ir embora esse jogo?
Estás pronta para te expressares no teu dia-a-dia dum modo inteiramente diferente?
Queres realmente entregar esse «aspecto» à tua Essência?
Estás pronta a reconhecer o seu "serviço" e a permitir que ele termine, sem julgamentos nem recriminações?
Respira «sim». 
Expande o teu «sim». 
Sente a verdade do teu «sim».
Não precisas de "fazer" mais nada, senão receber o alívio do teu DEIXAR IR.
E ao largares as amarras com coragem, ó incansável Viajante do Tempo, permites uma vez mais que a tua barca navegue «por mares nunca dantes navegados». 
Não és tu um Pioneiro desta Nova Consciência?
Quem eu?!
Rsrsrs...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

TIRAR ÁGUA DO POÇO



Teresa de Ávila nas suas «Moradas», descreveu esse crescendo de amor dentro de si, pelo seu Deus Interno - o seu «Senhor» como então lhe chamava - dum modo que nunca mais esqueci. Dizia ela que cultivar esse amor era como "tirar água dum poço".
Essa imagem de ir tirando baldes de água do poço, é a imagem perfeita do «trabalho» que podemos fazer para nos reconectarmos com a nossa Essência. Cada respiração profunda é descer ao fundo de nós, permitirmo-nos «encher o balde» dessa Serenidade líquida e quente, dessa Radiação que brota do fundo de nós, e absorvê-la mais e mais a cada respiração.
Ninguém pode fazer isto por nós. É um trabalho totalmente solitário e pessoal. Cada um sabe a exacta medida em que essa tarefa é - ou não - a coisa mais importante da sua vida. Só cada Ser por si mesmo pode avaliar o progresso desse aprofundamento, dessa descoberta. Não há «Deus» nem «Mestres» em parte nenhuma que façam o trabalho por nós. E esse Divino - que somos nós, a Essência dentro de nós, é muito paciente. Esperará mais 1, ou 10 ou mil vidas mais que nos disponhamos à Integração.
O ciclo das experiências não tem limite marcado, justamente porque sendo «O Deus» que somos, cada um de nós experiencia quanto quer, pelo tempo que quer. E só retorna ao Centro de Si quando ele mesmo escolhe que o tempo do «recreio» acabou. Aí, pode terminar a sua Integração Total, retomar a sua Soberania, a Consciência total de SI, enriquecido pelas experiências que praticou e viveu sem limitações.


A Essência é a fonte dentro de nós. É o «veio da água» que enche o tal poço, donde nos alimentamos.
A simbologia da água é perfeita para a Essência: fluida, livre, macia, quente, envolvente, maternal, amorosa. Companheira.
Por isso é tão doce imaginarmos um lago de amor dentro de nós, onde a Essência espera por nós. Ou o poço donde sai a Água da Vida.
A imagem lá do alto vale por mil palavras.
Quando me deixarei chegar ao ponto de não mais ter de tirar balde a balde a água do poço? Ao ponto do caudal de Água no fundo de mim ser tanto, que jorra continuamente de dentro de mim?
Mas já sabemos: Todo o caminho começa por um passo.
No poço dentro de nós, vale o mesmo: um balde de cada vez.
Uma Respiração de cada vez... :))
Mãos à obra, companheiros Viajantes do Tempo!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

ESCOLHES MEDO OU CONFIANÇA?


Já sabíamos que tínhamos pela frente um furacão. As energias planetárias espelham as nossas próprias mudanças, e estas estão a ocorrer a um ritmo alucinante. 
Pessoalmente, se não fosse a respiração consciente e a lembrança frequente de regressar ao Centro, de dar a mão à Essência e permanecer no espaço seguro e sereno dentro de mim, acho que  tinha entrado em desequilíbrios vários nestes últimos dois meses. Foi dose para leão! :))
Segurem-se aí no formigueiro, porque o tamanduá anda à solta, minha gente.
A partir de agora vai acelerar cada vez mais, não nos iludamos. A paranóia do 2012 vai acrescentar ansiedade, medo, dúvidas e medos de todos os tamanhos à cada vez mais densa e caótica massa de consciência global (espelho das nossas próprias convulsões internas). As provas porque passamos não nos deixam respirar, é certo, mas não foi isto que pedimos? Uma mudança radical? Aí está ela, pois, e só temos que celebrar.
Nós podemos escolher ter medo: medo de falhar, medo do julgamento dos outros, medo da solidão, medo da incapacidade de resolver a carência financeira, medo de certas consequências de actos do passado, medo da dor, do sofrimento e da angústia. E de muitos outros medos. Sobretudo, medo de confiar na Essência.
Parece mentira, não? 
Então a Essência não é a nossa Divindade? É. 
Não seria a coisa mais FIÁVEL que há em nós? Pois sim.
Mas estamos tão habituados a confiar mais na mente e nos sentidos físicos humanos, que é um verdadeiro salto de fé confiar que a Essência nos vai guiar com toda a segurança. Sobretudo, é claro, porque os caminhos de «segurança» da nossa Essência, muitas vezes são bem diferentes das nossas expectativas. E dói, ah, se dói, essa luta interna. E lá vamos nós, apesar de tudo, resmungando e coxeando pela estrada fora. 
Por vezes sinto-me como se tivesse um pneu furado. 
Preciso de parar de andar e perguntar a mim mesma:
És capaz de acreditar na Sabedoria da tua Essência? És capaz de acreditar que essa sabedoria escolherá sem sombra de dúvida o que é melhor para ti? És capaz de aceitar que não vês a resposta à tua frente, mas que a tua Essência te guia incondicionalmente para ela?
Todos nós diremos SIM, muito depressa.
Mas... sentir esse SIM, é outra coisa. É a diferença entre a mente e a Voz Interna. É o importante.
Respiremos e regressemos à simplicidade absoluta da Nova Consciência. Só há uma pergunta: 
Escolhes o medo ou a confiança?
???