sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mudanças y Cambios


Este é um tempo de mudanças, sobretudo de mudanças Interiores. O impulso dado pelas recentes energias chegadas ao Planeta, foi seguramente muito mais além do que nos apercebemos até agora, apesar de estarmos atentos à sua chegada. São realmente tempos abençoados.
No final do mês vou estar de novo nos arredores de Barcelona para apresentar o meu novo livro - O DESPERTAR DOS VIAJANTES DO TEMPO - Manual de Mudanças para a Nova Consciência.
Assim, estive estes dias muito ocupada a terminar outra aventura alucinante: traduzir o meu próprio livro para espanhol! Zás, em 8 dias estava a obra acabada, graças à inestimável ajuda do meu querido amigo Cosme Barceló de Maiorca, que foi um digno e paciente revisor, a quem agradeço publicamente uma vez mais, aqui nestas simples linhas. 
Partilhar o que aprendi é algo que me enche de prazer, é um impulso irresistível que vem cá de dentro e faz o meu coração cantar. Compilei neste livro a diferença de visão ocasionada pela Nova Consciência sobre os principais paradigmas do caminho espiritual anterior ao Quantum Leap. É de facto um mergulho profundo no interior das nossa crenças. Foi uma revisão dessas "crenças" para mim mesma em primeiro lugar, um deixar «assentar» as coisas no fundo e um compreender com mais clareza as diferenças, pois que neste caso elas são fundamentais para o caminho actual da Integração.
Se escrever o livro tinha sido já uma benção fantástica, pela clareza e pela maravilhosa fluidez com ele que ia saindo dos meus dedos, fazer a sua tradução para uma língua que não é a minha foi um grande desafio a que não me neguei. Foi só criar um Aspecto "escritor de castelhano", e deixar fluir a escrita. Claro que a minha mente precisou de ter à mão o google, uma boa compilação dos verbos irregulares e um bom dicionário de espanhol para se sentir mais confortável. Mas para minha surpresa, essas ferramentas serviram mais para verificar se "estava certo", do que para buscar as palavras necesárias. Foi ver na prática que quando escolhemos algo com a força que vem de Dentro, isso vem mesmo.
Mas a minha surpresa maior não veio daí: ao olhar para a capa acabada do livro, percebi que o meu nome actual estava ali muito deslocado. Foi um choque. Um medo. Eu sabia que estava a chegar a hora de usar o meu "novo nome", mas... Se dúvidas eu tivesse de que entrei numa nova vida nesta mesma encarnação, aí estava a resposta bem em frente ao meu nariz. A força deste livro vem duma energia diferente. A velha Placídia de guerra pode até continuar a escrever romances da Nova Energia, mas quando entra a Clarissa, minha gente, o caso muda de figura. Olha, até muda o nome!
Assim, não tenho mais remédio do que anunciar publicamente o meu passamento e o meu renascimento ao mesmo tempo.
Esta nova personagem é uma Mestra e tanto. Sei disso pela nova lucidez que habita em mim. 
Vou estar agora uns diazinhos ocupada a aceitar esta mudança.
Muito prazer em conhecê-los. O meu nome é Clarissa.





Ps: 
O livro, ou os livros, melhor dizendo, estão prontos a sair do forno. Só estão disponíveis por enquanto em versão e-book de 57 páginas A4 (52 páginas em versão castelhana. O que ela abreviou, senhores!). 
10€ para o povo da europa, 25BRL para o povo do Brasil, 12.5$ para o resto do pessoal.






quinta-feira, 24 de maio de 2012

RESISTÊNCIA


Uma das coisas mais difíceis de ultrapassar, e de que me dei conta especialmente durante estes dias abençoados pela «onda energética» que varre ainda o Planeta, é da subtil resistência que oferecemos às mudanças. Era suposto caminharmos a passos largos para a meta final, com um sorriso nos lábios, cheios de confiança e cheios de vontade de chegar, sem dúvidas nem hesitações.
Há uma parte em mim que se sente inebriada por "avistar terra" depois de tanto navegar, uma parte que sorri e que não quer senão chegar. Mas há outra parte minha que à revelia de tudo o que eu pudesse desconfiar, se revela agora armada de grande resistência à caminhada. 
Senti essa presença agora, mais forte do que nunca, evidenciada provavelmente pela «onda de limpeza» que chegou recentemente.
Ocorre-me uma imagem vívida de infância: o caudal grosso das chuvadas tropicais, que em cinco minutos descarnavam a terra e punham à mostra o lombo das pedras maiores e mais enterradas na areia. Tudo o resto sumia em pouco tempo, levado pelas águas e pela força bruta da correnteza.
Sinto-me assim de certo modo, com "lombos" duros e expostos que me impactam com a sua presença. E se algo aprendi com esta «enxurrada» é que não posso ignorar esta «pedritude» que ficou à mostra.
Que fazer? Antes de mais reconhecer o que é meu, este aspecto que tem medo de avançar. Preciso de me lembrar que ele foi criado por mim, para minha protecção. Sei lá quantas vezes me crucificaram, me cortaram o pescoço ou me queimaram, por causa dessa ânsia imparável de avançar, e sobretudo de testemunhar. É melhor nem entrarmos por aí. Seja como for, ele ficou lá bem firme, esse guardião do umbral que eu inventei para me refrear o ímpeto da corrida. E além disso há este pendor para o abrandamento inerente a esta dimensão. Nada de pressas, devagar, devagarinho, quase parado, quieto, morto. É difícil escapar.
Segundo passo: respirar. Respiro e sinto uma onda de compaixão envolver todo o meu ser. A minha Essência sussurra «eu amo-te mesmo assim» e os olhos humedecem-me de alívio. Tudo está bem.
Tu, velha guerreira, tu vais chegar lá. Ama-te só mais um pouquinho, só mais um pouquinho. Respira só mais uma vez, vá lá.
Não há pedra que resista ao ardente bafo de amor da tua Essência por ti. Sente isso em todos os poros da pele, nos músculos e nos ossos. A cada respiração não há mais resistências, nem pedras nem obstáculos. Sente: a cada respiração há braços etéreos que te embalam por dentro, carícias tão doces, tão doces, que já saiem de mansinho poemas de riso dos teus olhos fechados...
Ah, tão bom...

sexta-feira, 11 de maio de 2012

CRÓNICA de BORDO


Não há nada como saber o que se passa por detrás dos acontecimentos. Este é um tempo muito sagrado para estarmos a sós connosco mesmos, e respirarmos dentro do nosso espaço seguro, entregando-nos ao banho  energético que está a vir sobre nós. É claro que este processo não começou à meia-noite do dia 9. No que me diz respeito, já estava sentir as coisas  a «aquecer»literalmente,  há alguns dias. Atribuí a coisa a um "ataque de aspectos", pois andei aqui com raivas acumuladas uma data de dias - raiva venenosa mesmo! Não são precisos detalhes porque todos sabem o que é o somar de pequenas coisas que vão «enchendo», até que uma faísca infeliz faz entrar tudo em explosão. C´os diabos! Foi aqui que percebi (outra vez) quantos aspectos destes ainda estão por integrar, pois tive de segurar com força estes demónios pelo rabo para não trepar pelas paredes. UFF! Foi dose. Só para verem que não foi brincadeira, até a televisão se incendiou, com labaredas e tudo, e o técnico que estava mudar a box levou um «esticão» que lhe deixou a mão inchada bem na hora e quase morreu de susto e paragem cardíaca, e a haste dos meus óculos fez plim logo depois- inquebrável disseram eles, grrr -  deixando-me deficiente visual durante uma data de dias, até que desembolsei uma nota preta para comprar outros, depois de ter de comprar uma televisão nova no dia anterior. Grrr. É claro que as coisas que se passam são o espelho exacto do que se passa dentro de nós, pois nesta altura dos acontecimentos não vale a pena olharmos ao redor a ver a quem apontamos o dedo. Tenho que por as barbas de molho no próximo ataque de raiva, pois os aspectos vêm - oh, se vêm!! - cada vez mais fortes e cabeludos. Uff a dobrar!!
E a parte física? Alguém tem dores de cabeça tipo «minhoca-faísca» dentro da cabeça? Uma coisa que parece um relâmpago enrolado subterrâneo? Dói e é chato, mas passa logo. Tenho porém de respirar bastante e explicar ao meu cérebro que não está a ter uma trombose, é só um pequeno «ajuste», tal como levar uma injecção no traseiro. É que a minha mente treinada para médica fica logo em alarmes de AVC eminente. Tenho um trabalhão para amansar o desconfiómetro. E as cãimbras na virilha direita, igualitas à «minhoca-faísca» que me dá na cabeça? Um horror. Nunca vi em 30 anos de ortopedista alguém queixar-se de cãimbras do músculo Costureiro da face anterior da coxa. Só eu, é claro. Fico com vontade - legítima  - de baptizar o evento de sindroma «plácida minhoca-faísca», mas não sei se é legalmente aceite. E ir 50 vezes por dia ao quarto de banho? E dores de estômago quando sempre se teve um de ferro? Gentes, Adamus foi muito modesto a anunciar os «ajustes» biológicos. Já ouvi aqui no pessoal uma data de sintomas   bem interessantes e diversos. Mais um motivo para respirar bastante, e com muita paciência! 
Mas nem tudo é «mau». Acreditam que escrevi um livro em menos de 15 dias? Pois foi. Terminei hoje, agorinha há pouco. Vejam só que aceleramento! Era pousar os dedos no teclado e eles corriam feitos cavalos à solta. Pela primeira vez quase nem precisei de correcções. Chama-se «O DESPERTAR dos VIAJANTES do TEMPO - Manual de Mudanças para uma Nova Consciência». Só faltam as matrículas e o ISBN e logo, logo estará disponível para download como e-book. Quem quiser encadernado em papel, vai ter de esperar mais um pouco.
Fico aqui por hoje neste diário de bordo. Sintam-se à vontade para partilhar as vossas dores também. Mas só a rir. Os dramas foram tomar banho e só voltam no próximo milénio.
Um abraço,
Placídia



segunda-feira, 7 de maio de 2012

A BARCA E A TEMPESTADE



Até os mais distraídos já devem ter notado que nestes últimos tempos soprou um vendaval nas nossas vidas. Nós, os intrépidos Viajantes do Tempo apanhámos "vento pela popa", e é ver-nos correr sobre as ondas do dia-a-dia com velocidade redobrada.
Adamus anunciou anteontem uma chegada eminente ao Planeta - começa dia 10 - de um "quantum" de energias sem precedentes. 
Força, marinheiros, não há ventos que nos assustem, sobretudo porque como diz o ditado, «homem prevenido vale por dois». Neste caso, o nosso aspecto Humano e a nossa Essência, juntos, abrirão os braços sem reservas para acolher as energias, e deixarão o peito exposto sem temor aos ventos, numa entrega total, qual Kate Winslet na proa do Titanic.
A nossa âncora é a Essência dentro de nós, naquele espaço seguro e silencioso,  muito secreto e muito sagrado que se aninha dentro do nosso ventre. Aí não há ventos tempestuosos, nem ondas agitadas. Há sussurros e brisas calorosas, há afagos e carícias dum Amor Total. O que é que temos de fazer?
Diz Adamus: «Respirem bem profundamente com essas energias. Elas vão estimular a mente e o corpo, trazendo energias potenciais para dentro deles e rejuvenescendo particularmente o corpo. Isto porque se vocês querem permanecer aqui na Terra, hão-de querer ter uma mente lúcida. Se quereis ficar aqui, haveis de querer entrar na vossa próxima vida muito fortes, soberanos, cheios de energia, abundantes - sem dúvida nenhuma - e também cheios de alegria».
É não opondo resistência aos acontecimentos que fluem melhor as energias. É aceitando-as com toda a Compaixão, que colhemos insuspeitados benefícios. É permitindo-nos passar para outras vidas dentro desta mesma vida, que encontraremos finalmente a VIDA.
Quero estar de olhos bem abertos neste próximo encontro com o vendaval.
Os desafios são cada vez mais estimulantes!... :))




É entrar menninos e meninas! Vai rodar o carrocel mágico!Yuuupiiiiiiiii!









domingo, 29 de abril de 2012

2012 - O MELHOR ANO das NOSSAS VIDAS


Quando me inscrevi no «Kehak suporters» há cerca de um ano, não sei onde é que eu estava com a cabeça. Estava é claro, e muito apropriadamente... «fora dela». Estava no coração, abrindo uma porta ainda desconhecida em mim, por onde entrou um vendaval de transformações. A nossa Essência, no caminho da Integração, é implacável. Dá-se-lhe uma autorizaçãozinha de nada, e ela é como um buldozer. Uma vez accionado, este arranca todo o entulho à sua passagem, não deixa que reste pedra sobre pedra dos nossos apegos, nem pedaços do enrijecido asfalto que atapeta a estrada das nossas ilusões. O efeito contínuo é o duma verdadeira implosão.
Gentes! Eu não sei o que se passou com vocês durante todo este tempo, mas digo-vos que neste ano «Kehak» prestes a terminar, eu passei por «shifts» tremendos. E bota «tremendos» nisso. Tremendo de «avassalador» mesmo, e tremendo de «tremer» literalmente nos alicerces instáveis das minhas fundações emocionais. Por vezes sinto-me arrazada como o pobre do Garfield ao alto da página, mas a maior parte das vezes apanho-me a mim mesma sorrindo, senão rindo-me de mim mesma e do engraçado das situações. A  nossa vida na Nova Consciência, pode ter «altos e baixos», mas os «baixos» passam cada vez mais depressa e os «altos» são incrivelmente divertidos. Tive fases de hibernação e fases de confusão, mas com a chegada da Primavera estou desejando sair novamente para o sol, maravilhar-me com as cores, os sons e os cheiros. Nestes poucos (rápidos!) meses separei-me, mudei de casa, arranjei  um emprego fantástico - e perdi-o de novo agora há pouco, assim, num estalar de dedos. Perdi amigos de longa data, ganhei novos amigos. Estive muito doente e curei-me sozinha. A morte impediu-me de revisitar um velho e grande amor do passado, e a vida trouxe-me inesperados encontros de 3º grau com seres que fizeram parte integrante das minhas vidas passadas. E como se não bastasse tanto reboliço, a minha Essência divertiu-se a equacionar circunstâncias dramático-cómicas em sequência alucinante, que me forçaram a olhar de frente, finalmente, para a grande questão por mim  sempre adiada: a minha independência e Soberania naquilo que eu mais gosto de fazer: ensinar. Uf.
Recomecei a escrever. Tenho muito que partilhar sobre tudo o que aprendi. E estou aqui disponível para dar exemplos de como as coisas podem ser feitas duma maneira integralmente nova. Mal posso esperar por  iniciar os meus Novos Cursos, e sei que chegou a hora porque já comecei a receber telefonemas inesperados perguntando-me por eles. Tudo se conjuga, sem sombra de dúvida, de modo muito apropriado. Na base permanece a eterna questão: a Confiança em si mesmo, e as sábias Escolhas. E sobretudo, muito entusiasmo e alegria.
2012 começou com energias fortíssimas, mesmo para os mais desprevenidos. Apesar dos desafios que nos lança serem os mais intensos das últimas décadas, existem os potenciais mais elevados de ser este o melhor ano das nossas vidas. Basta querermos.
Vamos em frente, que atrás vem gente!
Força, Viajantes do Tempo, abram alas para o melhor ano das nossas vidas!!!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

SERENIDADE e CONFIANÇA


Respira fundo para dentro de ti...
Cada respiração é uma ponte entre ti e Ti.
Entre tu, Humano e tu, Essência.
Torna-te familiar com esse Espaço Novo dentro de Ti.
Respira.
Percorre essa ponte vezes sem fim,
não te canses de procurar por Ti.
Lá no fundo de ti está um mar de doçura,
estão águas cálidas suaves
à espera de te envolver e amar.
Não precisas de fazer nada.
Respira fundo e abre-te para receber,
receber apenas,
o amor que vem de Ti por ti. 
Ó Viajante cansado de tanto buscar...
Respira e deixa ir esse velho tu 
a cada respiração,
para que o novo TU possa entrar
e expandir-se dentro do teu espaço humano.
Respira e consente.
Respira e liberta.
Respira e aceita.
Sente o alívio da rendição total a Ti.
Onde mais queres encontrar esse azul líquido
 infinito e quente
esse azul tão doce
da Serenidade e Confiança,
senão Dentro de Ti?


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

JOGOS. JOGOS E MAIS JOGOS


Os jogos da dualidade, além de serem esgotantes para o corpo físico, para a mente e para a Alma, mantêem-nos a andar em círculo sobre os nossos próprios passos. É um modo de nos afastar do nosso Centro.
Por «jogos» entendam-se os dramas, as emoções, o caos, as confusões e tudo o resto que nos faz distrair do Essencial.
Quando paramos para olhar de frente para estes jogos, podemos reconhecer - às vezes com dificuldade - muitas situações repetitivas que ocorrem na nossa vida, padrões de comportamento expontâneo e  inconsciente, que tendemos a associar com drama e desconforto. 
Se a tua vida não está a correr como queres, minha amiga, é porque estás a jogar um jogo desses e a sentir o seu efeito limitante. Não é por culpa do fulano a,b,c, nem do gato da vizinha. És tu mesmo que te estás a sabotar. Esse jogo está a impedir que te reconheças como Ser Soberano que és, está claro.
Está a impedir que os milagres aconteçam, está a impedir que os ohs! e ahs! temperem de alegria as horas e o remanso dos teus dias.
Ao conectares com a tua Essência, pede-lhe que te faça ver claro esses teus jogos. Não consegues? (outro jogo...) Não faz mal. Oferece esse "seja o que for" à tua Essência e permite que aos poucos ela te revele a verdade por detrás desses teus medos, ou apegos, ou carências, rejeição ou desconfianças. É quase certo que se trata dum destes aspectos mencionados, a tentar comandar a tua vida. E nem penses em deitar culpas ao "aspecto": foste tu mesmo que o criáste para a missão que ele está a desempenhar com tanto êxito.
Trata-se pois, uma vez mais, de Consciência. 
Antes de mais, identificar o jogo e perceber o modo como ele continua em serviço activo, obediente ao «mestre».
Depois, responder com verdade à pergunta que se impõe:
Estás pronta a deixar ir embora esse jogo?
Estás pronta para te expressares no teu dia-a-dia dum modo inteiramente diferente?
Queres realmente entregar esse «aspecto» à tua Essência?
Estás pronta a reconhecer o seu "serviço" e a permitir que ele termine, sem julgamentos nem recriminações?
Respira «sim». 
Expande o teu «sim». 
Sente a verdade do teu «sim».
Não precisas de "fazer" mais nada, senão receber o alívio do teu DEIXAR IR.
E ao largares as amarras com coragem, ó incansável Viajante do Tempo, permites uma vez mais que a tua barca navegue «por mares nunca dantes navegados». 
Não és tu um Pioneiro desta Nova Consciência?
Quem eu?!
Rsrsrs...