sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mudanças y Cambios


Este é um tempo de mudanças, sobretudo de mudanças Interiores. O impulso dado pelas recentes energias chegadas ao Planeta, foi seguramente muito mais além do que nos apercebemos até agora, apesar de estarmos atentos à sua chegada. São realmente tempos abençoados.
No final do mês vou estar de novo nos arredores de Barcelona para apresentar o meu novo livro - O DESPERTAR DOS VIAJANTES DO TEMPO - Manual de Mudanças para a Nova Consciência.
Assim, estive estes dias muito ocupada a terminar outra aventura alucinante: traduzir o meu próprio livro para espanhol! Zás, em 8 dias estava a obra acabada, graças à inestimável ajuda do meu querido amigo Cosme Barceló de Maiorca, que foi um digno e paciente revisor, a quem agradeço publicamente uma vez mais, aqui nestas simples linhas. 
Partilhar o que aprendi é algo que me enche de prazer, é um impulso irresistível que vem cá de dentro e faz o meu coração cantar. Compilei neste livro a diferença de visão ocasionada pela Nova Consciência sobre os principais paradigmas do caminho espiritual anterior ao Quantum Leap. É de facto um mergulho profundo no interior das nossa crenças. Foi uma revisão dessas "crenças" para mim mesma em primeiro lugar, um deixar «assentar» as coisas no fundo e um compreender com mais clareza as diferenças, pois que neste caso elas são fundamentais para o caminho actual da Integração.
Se escrever o livro tinha sido já uma benção fantástica, pela clareza e pela maravilhosa fluidez com ele que ia saindo dos meus dedos, fazer a sua tradução para uma língua que não é a minha foi um grande desafio a que não me neguei. Foi só criar um Aspecto "escritor de castelhano", e deixar fluir a escrita. Claro que a minha mente precisou de ter à mão o google, uma boa compilação dos verbos irregulares e um bom dicionário de espanhol para se sentir mais confortável. Mas para minha surpresa, essas ferramentas serviram mais para verificar se "estava certo", do que para buscar as palavras necesárias. Foi ver na prática que quando escolhemos algo com a força que vem de Dentro, isso vem mesmo.
Mas a minha surpresa maior não veio daí: ao olhar para a capa acabada do livro, percebi que o meu nome actual estava ali muito deslocado. Foi um choque. Um medo. Eu sabia que estava a chegar a hora de usar o meu "novo nome", mas... Se dúvidas eu tivesse de que entrei numa nova vida nesta mesma encarnação, aí estava a resposta bem em frente ao meu nariz. A força deste livro vem duma energia diferente. A velha Placídia de guerra pode até continuar a escrever romances da Nova Energia, mas quando entra a Clarissa, minha gente, o caso muda de figura. Olha, até muda o nome!
Assim, não tenho mais remédio do que anunciar publicamente o meu passamento e o meu renascimento ao mesmo tempo.
Esta nova personagem é uma Mestra e tanto. Sei disso pela nova lucidez que habita em mim. 
Vou estar agora uns diazinhos ocupada a aceitar esta mudança.
Muito prazer em conhecê-los. O meu nome é Clarissa.





Ps: 
O livro, ou os livros, melhor dizendo, estão prontos a sair do forno. Só estão disponíveis por enquanto em versão e-book de 57 páginas A4 (52 páginas em versão castelhana. O que ela abreviou, senhores!). 
10€ para o povo da europa, 25BRL para o povo do Brasil, 12.5$ para o resto do pessoal.






quinta-feira, 24 de maio de 2012

RESISTÊNCIA


Uma das coisas mais difíceis de ultrapassar, e de que me dei conta especialmente durante estes dias abençoados pela «onda energética» que varre ainda o Planeta, é da subtil resistência que oferecemos às mudanças. Era suposto caminharmos a passos largos para a meta final, com um sorriso nos lábios, cheios de confiança e cheios de vontade de chegar, sem dúvidas nem hesitações.
Há uma parte em mim que se sente inebriada por "avistar terra" depois de tanto navegar, uma parte que sorri e que não quer senão chegar. Mas há outra parte minha que à revelia de tudo o que eu pudesse desconfiar, se revela agora armada de grande resistência à caminhada. 
Senti essa presença agora, mais forte do que nunca, evidenciada provavelmente pela «onda de limpeza» que chegou recentemente.
Ocorre-me uma imagem vívida de infância: o caudal grosso das chuvadas tropicais, que em cinco minutos descarnavam a terra e punham à mostra o lombo das pedras maiores e mais enterradas na areia. Tudo o resto sumia em pouco tempo, levado pelas águas e pela força bruta da correnteza.
Sinto-me assim de certo modo, com "lombos" duros e expostos que me impactam com a sua presença. E se algo aprendi com esta «enxurrada» é que não posso ignorar esta «pedritude» que ficou à mostra.
Que fazer? Antes de mais reconhecer o que é meu, este aspecto que tem medo de avançar. Preciso de me lembrar que ele foi criado por mim, para minha protecção. Sei lá quantas vezes me crucificaram, me cortaram o pescoço ou me queimaram, por causa dessa ânsia imparável de avançar, e sobretudo de testemunhar. É melhor nem entrarmos por aí. Seja como for, ele ficou lá bem firme, esse guardião do umbral que eu inventei para me refrear o ímpeto da corrida. E além disso há este pendor para o abrandamento inerente a esta dimensão. Nada de pressas, devagar, devagarinho, quase parado, quieto, morto. É difícil escapar.
Segundo passo: respirar. Respiro e sinto uma onda de compaixão envolver todo o meu ser. A minha Essência sussurra «eu amo-te mesmo assim» e os olhos humedecem-me de alívio. Tudo está bem.
Tu, velha guerreira, tu vais chegar lá. Ama-te só mais um pouquinho, só mais um pouquinho. Respira só mais uma vez, vá lá.
Não há pedra que resista ao ardente bafo de amor da tua Essência por ti. Sente isso em todos os poros da pele, nos músculos e nos ossos. A cada respiração não há mais resistências, nem pedras nem obstáculos. Sente: a cada respiração há braços etéreos que te embalam por dentro, carícias tão doces, tão doces, que já saiem de mansinho poemas de riso dos teus olhos fechados...
Ah, tão bom...

sexta-feira, 11 de maio de 2012

CRÓNICA de BORDO


Não há nada como saber o que se passa por detrás dos acontecimentos. Este é um tempo muito sagrado para estarmos a sós connosco mesmos, e respirarmos dentro do nosso espaço seguro, entregando-nos ao banho  energético que está a vir sobre nós. É claro que este processo não começou à meia-noite do dia 9. No que me diz respeito, já estava sentir as coisas  a «aquecer»literalmente,  há alguns dias. Atribuí a coisa a um "ataque de aspectos", pois andei aqui com raivas acumuladas uma data de dias - raiva venenosa mesmo! Não são precisos detalhes porque todos sabem o que é o somar de pequenas coisas que vão «enchendo», até que uma faísca infeliz faz entrar tudo em explosão. C´os diabos! Foi aqui que percebi (outra vez) quantos aspectos destes ainda estão por integrar, pois tive de segurar com força estes demónios pelo rabo para não trepar pelas paredes. UFF! Foi dose. Só para verem que não foi brincadeira, até a televisão se incendiou, com labaredas e tudo, e o técnico que estava mudar a box levou um «esticão» que lhe deixou a mão inchada bem na hora e quase morreu de susto e paragem cardíaca, e a haste dos meus óculos fez plim logo depois- inquebrável disseram eles, grrr -  deixando-me deficiente visual durante uma data de dias, até que desembolsei uma nota preta para comprar outros, depois de ter de comprar uma televisão nova no dia anterior. Grrr. É claro que as coisas que se passam são o espelho exacto do que se passa dentro de nós, pois nesta altura dos acontecimentos não vale a pena olharmos ao redor a ver a quem apontamos o dedo. Tenho que por as barbas de molho no próximo ataque de raiva, pois os aspectos vêm - oh, se vêm!! - cada vez mais fortes e cabeludos. Uff a dobrar!!
E a parte física? Alguém tem dores de cabeça tipo «minhoca-faísca» dentro da cabeça? Uma coisa que parece um relâmpago enrolado subterrâneo? Dói e é chato, mas passa logo. Tenho porém de respirar bastante e explicar ao meu cérebro que não está a ter uma trombose, é só um pequeno «ajuste», tal como levar uma injecção no traseiro. É que a minha mente treinada para médica fica logo em alarmes de AVC eminente. Tenho um trabalhão para amansar o desconfiómetro. E as cãimbras na virilha direita, igualitas à «minhoca-faísca» que me dá na cabeça? Um horror. Nunca vi em 30 anos de ortopedista alguém queixar-se de cãimbras do músculo Costureiro da face anterior da coxa. Só eu, é claro. Fico com vontade - legítima  - de baptizar o evento de sindroma «plácida minhoca-faísca», mas não sei se é legalmente aceite. E ir 50 vezes por dia ao quarto de banho? E dores de estômago quando sempre se teve um de ferro? Gentes, Adamus foi muito modesto a anunciar os «ajustes» biológicos. Já ouvi aqui no pessoal uma data de sintomas   bem interessantes e diversos. Mais um motivo para respirar bastante, e com muita paciência! 
Mas nem tudo é «mau». Acreditam que escrevi um livro em menos de 15 dias? Pois foi. Terminei hoje, agorinha há pouco. Vejam só que aceleramento! Era pousar os dedos no teclado e eles corriam feitos cavalos à solta. Pela primeira vez quase nem precisei de correcções. Chama-se «O DESPERTAR dos VIAJANTES do TEMPO - Manual de Mudanças para uma Nova Consciência». Só faltam as matrículas e o ISBN e logo, logo estará disponível para download como e-book. Quem quiser encadernado em papel, vai ter de esperar mais um pouco.
Fico aqui por hoje neste diário de bordo. Sintam-se à vontade para partilhar as vossas dores também. Mas só a rir. Os dramas foram tomar banho e só voltam no próximo milénio.
Um abraço,
Placídia



segunda-feira, 7 de maio de 2012

A BARCA E A TEMPESTADE



Até os mais distraídos já devem ter notado que nestes últimos tempos soprou um vendaval nas nossas vidas. Nós, os intrépidos Viajantes do Tempo apanhámos "vento pela popa", e é ver-nos correr sobre as ondas do dia-a-dia com velocidade redobrada.
Adamus anunciou anteontem uma chegada eminente ao Planeta - começa dia 10 - de um "quantum" de energias sem precedentes. 
Força, marinheiros, não há ventos que nos assustem, sobretudo porque como diz o ditado, «homem prevenido vale por dois». Neste caso, o nosso aspecto Humano e a nossa Essência, juntos, abrirão os braços sem reservas para acolher as energias, e deixarão o peito exposto sem temor aos ventos, numa entrega total, qual Kate Winslet na proa do Titanic.
A nossa âncora é a Essência dentro de nós, naquele espaço seguro e silencioso,  muito secreto e muito sagrado que se aninha dentro do nosso ventre. Aí não há ventos tempestuosos, nem ondas agitadas. Há sussurros e brisas calorosas, há afagos e carícias dum Amor Total. O que é que temos de fazer?
Diz Adamus: «Respirem bem profundamente com essas energias. Elas vão estimular a mente e o corpo, trazendo energias potenciais para dentro deles e rejuvenescendo particularmente o corpo. Isto porque se vocês querem permanecer aqui na Terra, hão-de querer ter uma mente lúcida. Se quereis ficar aqui, haveis de querer entrar na vossa próxima vida muito fortes, soberanos, cheios de energia, abundantes - sem dúvida nenhuma - e também cheios de alegria».
É não opondo resistência aos acontecimentos que fluem melhor as energias. É aceitando-as com toda a Compaixão, que colhemos insuspeitados benefícios. É permitindo-nos passar para outras vidas dentro desta mesma vida, que encontraremos finalmente a VIDA.
Quero estar de olhos bem abertos neste próximo encontro com o vendaval.
Os desafios são cada vez mais estimulantes!... :))




É entrar menninos e meninas! Vai rodar o carrocel mágico!Yuuupiiiiiiiii!









domingo, 29 de abril de 2012

2012 - O MELHOR ANO das NOSSAS VIDAS


Quando me inscrevi no «Kehak suporters» há cerca de um ano, não sei onde é que eu estava com a cabeça. Estava é claro, e muito apropriadamente... «fora dela». Estava no coração, abrindo uma porta ainda desconhecida em mim, por onde entrou um vendaval de transformações. A nossa Essência, no caminho da Integração, é implacável. Dá-se-lhe uma autorizaçãozinha de nada, e ela é como um buldozer. Uma vez accionado, este arranca todo o entulho à sua passagem, não deixa que reste pedra sobre pedra dos nossos apegos, nem pedaços do enrijecido asfalto que atapeta a estrada das nossas ilusões. O efeito contínuo é o duma verdadeira implosão.
Gentes! Eu não sei o que se passou com vocês durante todo este tempo, mas digo-vos que neste ano «Kehak» prestes a terminar, eu passei por «shifts» tremendos. E bota «tremendos» nisso. Tremendo de «avassalador» mesmo, e tremendo de «tremer» literalmente nos alicerces instáveis das minhas fundações emocionais. Por vezes sinto-me arrazada como o pobre do Garfield ao alto da página, mas a maior parte das vezes apanho-me a mim mesma sorrindo, senão rindo-me de mim mesma e do engraçado das situações. A  nossa vida na Nova Consciência, pode ter «altos e baixos», mas os «baixos» passam cada vez mais depressa e os «altos» são incrivelmente divertidos. Tive fases de hibernação e fases de confusão, mas com a chegada da Primavera estou desejando sair novamente para o sol, maravilhar-me com as cores, os sons e os cheiros. Nestes poucos (rápidos!) meses separei-me, mudei de casa, arranjei  um emprego fantástico - e perdi-o de novo agora há pouco, assim, num estalar de dedos. Perdi amigos de longa data, ganhei novos amigos. Estive muito doente e curei-me sozinha. A morte impediu-me de revisitar um velho e grande amor do passado, e a vida trouxe-me inesperados encontros de 3º grau com seres que fizeram parte integrante das minhas vidas passadas. E como se não bastasse tanto reboliço, a minha Essência divertiu-se a equacionar circunstâncias dramático-cómicas em sequência alucinante, que me forçaram a olhar de frente, finalmente, para a grande questão por mim  sempre adiada: a minha independência e Soberania naquilo que eu mais gosto de fazer: ensinar. Uf.
Recomecei a escrever. Tenho muito que partilhar sobre tudo o que aprendi. E estou aqui disponível para dar exemplos de como as coisas podem ser feitas duma maneira integralmente nova. Mal posso esperar por  iniciar os meus Novos Cursos, e sei que chegou a hora porque já comecei a receber telefonemas inesperados perguntando-me por eles. Tudo se conjuga, sem sombra de dúvida, de modo muito apropriado. Na base permanece a eterna questão: a Confiança em si mesmo, e as sábias Escolhas. E sobretudo, muito entusiasmo e alegria.
2012 começou com energias fortíssimas, mesmo para os mais desprevenidos. Apesar dos desafios que nos lança serem os mais intensos das últimas décadas, existem os potenciais mais elevados de ser este o melhor ano das nossas vidas. Basta querermos.
Vamos em frente, que atrás vem gente!
Força, Viajantes do Tempo, abram alas para o melhor ano das nossas vidas!!!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

SERENIDADE e CONFIANÇA


Respira fundo para dentro de ti...
Cada respiração é uma ponte entre ti e Ti.
Entre tu, Humano e tu, Essência.
Torna-te familiar com esse Espaço Novo dentro de Ti.
Respira.
Percorre essa ponte vezes sem fim,
não te canses de procurar por Ti.
Lá no fundo de ti está um mar de doçura,
estão águas cálidas suaves
à espera de te envolver e amar.
Não precisas de fazer nada.
Respira fundo e abre-te para receber,
receber apenas,
o amor que vem de Ti por ti. 
Ó Viajante cansado de tanto buscar...
Respira e deixa ir esse velho tu 
a cada respiração,
para que o novo TU possa entrar
e expandir-se dentro do teu espaço humano.
Respira e consente.
Respira e liberta.
Respira e aceita.
Sente o alívio da rendição total a Ti.
Onde mais queres encontrar esse azul líquido
 infinito e quente
esse azul tão doce
da Serenidade e Confiança,
senão Dentro de Ti?


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

JOGOS. JOGOS E MAIS JOGOS


Os jogos da dualidade, além de serem esgotantes para o corpo físico, para a mente e para a Alma, mantêem-nos a andar em círculo sobre os nossos próprios passos. É um modo de nos afastar do nosso Centro.
Por «jogos» entendam-se os dramas, as emoções, o caos, as confusões e tudo o resto que nos faz distrair do Essencial.
Quando paramos para olhar de frente para estes jogos, podemos reconhecer - às vezes com dificuldade - muitas situações repetitivas que ocorrem na nossa vida, padrões de comportamento expontâneo e  inconsciente, que tendemos a associar com drama e desconforto. 
Se a tua vida não está a correr como queres, minha amiga, é porque estás a jogar um jogo desses e a sentir o seu efeito limitante. Não é por culpa do fulano a,b,c, nem do gato da vizinha. És tu mesmo que te estás a sabotar. Esse jogo está a impedir que te reconheças como Ser Soberano que és, está claro.
Está a impedir que os milagres aconteçam, está a impedir que os ohs! e ahs! temperem de alegria as horas e o remanso dos teus dias.
Ao conectares com a tua Essência, pede-lhe que te faça ver claro esses teus jogos. Não consegues? (outro jogo...) Não faz mal. Oferece esse "seja o que for" à tua Essência e permite que aos poucos ela te revele a verdade por detrás desses teus medos, ou apegos, ou carências, rejeição ou desconfianças. É quase certo que se trata dum destes aspectos mencionados, a tentar comandar a tua vida. E nem penses em deitar culpas ao "aspecto": foste tu mesmo que o criáste para a missão que ele está a desempenhar com tanto êxito.
Trata-se pois, uma vez mais, de Consciência. 
Antes de mais, identificar o jogo e perceber o modo como ele continua em serviço activo, obediente ao «mestre».
Depois, responder com verdade à pergunta que se impõe:
Estás pronta a deixar ir embora esse jogo?
Estás pronta para te expressares no teu dia-a-dia dum modo inteiramente diferente?
Queres realmente entregar esse «aspecto» à tua Essência?
Estás pronta a reconhecer o seu "serviço" e a permitir que ele termine, sem julgamentos nem recriminações?
Respira «sim». 
Expande o teu «sim». 
Sente a verdade do teu «sim».
Não precisas de "fazer" mais nada, senão receber o alívio do teu DEIXAR IR.
E ao largares as amarras com coragem, ó incansável Viajante do Tempo, permites uma vez mais que a tua barca navegue «por mares nunca dantes navegados». 
Não és tu um Pioneiro desta Nova Consciência?
Quem eu?!
Rsrsrs...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

TIRAR ÁGUA DO POÇO



Teresa de Ávila nas suas «Moradas», descreveu esse crescendo de amor dentro de si, pelo seu Deus Interno - o seu «Senhor» como então lhe chamava - dum modo que nunca mais esqueci. Dizia ela que cultivar esse amor era como "tirar água dum poço".
Essa imagem de ir tirando baldes de água do poço, é a imagem perfeita do «trabalho» que podemos fazer para nos reconectarmos com a nossa Essência. Cada respiração profunda é descer ao fundo de nós, permitirmo-nos «encher o balde» dessa Serenidade líquida e quente, dessa Radiação que brota do fundo de nós, e absorvê-la mais e mais a cada respiração.
Ninguém pode fazer isto por nós. É um trabalho totalmente solitário e pessoal. Cada um sabe a exacta medida em que essa tarefa é - ou não - a coisa mais importante da sua vida. Só cada Ser por si mesmo pode avaliar o progresso desse aprofundamento, dessa descoberta. Não há «Deus» nem «Mestres» em parte nenhuma que façam o trabalho por nós. E esse Divino - que somos nós, a Essência dentro de nós, é muito paciente. Esperará mais 1, ou 10 ou mil vidas mais que nos disponhamos à Integração.
O ciclo das experiências não tem limite marcado, justamente porque sendo «O Deus» que somos, cada um de nós experiencia quanto quer, pelo tempo que quer. E só retorna ao Centro de Si quando ele mesmo escolhe que o tempo do «recreio» acabou. Aí, pode terminar a sua Integração Total, retomar a sua Soberania, a Consciência total de SI, enriquecido pelas experiências que praticou e viveu sem limitações.


A Essência é a fonte dentro de nós. É o «veio da água» que enche o tal poço, donde nos alimentamos.
A simbologia da água é perfeita para a Essência: fluida, livre, macia, quente, envolvente, maternal, amorosa. Companheira.
Por isso é tão doce imaginarmos um lago de amor dentro de nós, onde a Essência espera por nós. Ou o poço donde sai a Água da Vida.
A imagem lá do alto vale por mil palavras.
Quando me deixarei chegar ao ponto de não mais ter de tirar balde a balde a água do poço? Ao ponto do caudal de Água no fundo de mim ser tanto, que jorra continuamente de dentro de mim?
Mas já sabemos: Todo o caminho começa por um passo.
No poço dentro de nós, vale o mesmo: um balde de cada vez.
Uma Respiração de cada vez... :))
Mãos à obra, companheiros Viajantes do Tempo!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

ESCOLHES MEDO OU CONFIANÇA?


Já sabíamos que tínhamos pela frente um furacão. As energias planetárias espelham as nossas próprias mudanças, e estas estão a ocorrer a um ritmo alucinante. 
Pessoalmente, se não fosse a respiração consciente e a lembrança frequente de regressar ao Centro, de dar a mão à Essência e permanecer no espaço seguro e sereno dentro de mim, acho que  tinha entrado em desequilíbrios vários nestes últimos dois meses. Foi dose para leão! :))
Segurem-se aí no formigueiro, porque o tamanduá anda à solta, minha gente.
A partir de agora vai acelerar cada vez mais, não nos iludamos. A paranóia do 2012 vai acrescentar ansiedade, medo, dúvidas e medos de todos os tamanhos à cada vez mais densa e caótica massa de consciência global (espelho das nossas próprias convulsões internas). As provas porque passamos não nos deixam respirar, é certo, mas não foi isto que pedimos? Uma mudança radical? Aí está ela, pois, e só temos que celebrar.
Nós podemos escolher ter medo: medo de falhar, medo do julgamento dos outros, medo da solidão, medo da incapacidade de resolver a carência financeira, medo de certas consequências de actos do passado, medo da dor, do sofrimento e da angústia. E de muitos outros medos. Sobretudo, medo de confiar na Essência.
Parece mentira, não? 
Então a Essência não é a nossa Divindade? É. 
Não seria a coisa mais FIÁVEL que há em nós? Pois sim.
Mas estamos tão habituados a confiar mais na mente e nos sentidos físicos humanos, que é um verdadeiro salto de fé confiar que a Essência nos vai guiar com toda a segurança. Sobretudo, é claro, porque os caminhos de «segurança» da nossa Essência, muitas vezes são bem diferentes das nossas expectativas. E dói, ah, se dói, essa luta interna. E lá vamos nós, apesar de tudo, resmungando e coxeando pela estrada fora. 
Por vezes sinto-me como se tivesse um pneu furado. 
Preciso de parar de andar e perguntar a mim mesma:
És capaz de acreditar na Sabedoria da tua Essência? És capaz de acreditar que essa sabedoria escolherá sem sombra de dúvida o que é melhor para ti? És capaz de aceitar que não vês a resposta à tua frente, mas que a tua Essência te guia incondicionalmente para ela?
Todos nós diremos SIM, muito depressa.
Mas... sentir esse SIM, é outra coisa. É a diferença entre a mente e a Voz Interna. É o importante.
Respiremos e regressemos à simplicidade absoluta da Nova Consciência. Só há uma pergunta: 
Escolhes o medo ou a confiança?
???


domingo, 19 de junho de 2011

ESTAR CONSCIENTE

Nestes tempos que correm, a coisa mais necessária é mesmo estar consciente de tudo o que se passa à nossa volta.
Todos podemos notar os momentos que gastamos na inconsciência, quando deixamos que os outros façam exigências sobre o nosso tempo, quando não nos ouvimos a nós mesmos, quando «pensamos» mais do que «sentimos», quando temos comportamentos repetitivos sem estarmos alerta para as nossas ações, ou ainda quando permitimos que alguém tome decisões importantes por nós, respeitantes à nossa vida.
Estar inconsciente é um entrave total à nossa autenticidade, à nossa soberania. Bem sei que lhe perdemos o «jeito», mas há que recuperá-lo rapidamente. Sobretudo agora.
O tempo tem estado tremendamente acelerado, com incríveis movidas de energia. Ele é altibaixos de humor, ele é dores corporais várias, ele é sensibilidades agudas nos cheiros, ele é uma sensação inquietante de caos. Mas o mais curioso para mim, é que isso não me importa pra nada, pois estou simultaneamente a sentir uma paz abençoada, uma distância das coisas, dramas e crises, verdadeiramente saudável. E, é claro, já sabemos: Não se trata de nós. Great! 
Respiremos. 
Regressemos ao nosso âmago de vez em quando, só para sentirmos a Casa e sabermos que o que importa está «», e não fora de nós.
Respiremos para estarmos conscientes do nosso Corpo de Consciência: corpo físico, mente, gnost e Espírito.
Basta uma escolha e seguir a dança do ar dentro de nós. Estamos a re-conectar-nos às coisas de modo diferente. Estamos sem dúvida mais «amplos» (não notaram isso depois da inscrição no Keahac?), estamos mais desafiados do que nunca, mas muito mais serenos. 


Há momentos em que sinto uma necessidade imperiosa de mandar tudo às malvas, respirar e cuidar só de mim. E quando sinto isso, é sagrado, paro e faço mesmo.E depois sinto-me muito melhor. Experimentem.


Escolhamos estar conscientes sempre que nos lembrarmos. É como um hábito qualquer. Só se pega se praticarmos muito. E quem quer perder os detalhes fascinantes desta viagem final de Integração?
Respirar conscientemente e estar ciente das coisas é a única maneira de expressarmos totalmente a nossa autenticidade, aquela que vem da Essência dentro de nós.

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Se alguém precisar de uma ajuda em termos de Respiração, pode escolher aqui um destes. Ora vejam:
Cds de TEMAS de RESPIRAÇÃO:

  • O Jardim da Abundância 
  • O Corpo de Consciência
  • O Spa dos Anjos
  • Encontro com a Alma
Encomendas e informações: lyspax@gmail.com


Para quem não fez ainda  a SES (Sexual Energy School):
Dias 1-2-3 de Julho em Oeiras, uma nova oportunidade de um encontro de 3º grau consigo mesmo. Inscreve-te!



quinta-feira, 19 de maio de 2011

AS ESCOLHAS GENUINAS

Muitas vezes as nossas escolhas e decisões pessoais são feitas depois de colecionarmos primeiro um acervo de opiniões vindas de familiares e amigos. Este é um comportamento adquirido e institucionalizado, tido como «muito sensato». Mas na verdade isso permite-te apenas perderes-te nas expectativas dos outros, resultantes da experiências deles, dos seus sistemas de crenças e limitações.
Na Nova Consciência, aprendemos a ir directos à «Fonte» dentro de nós, que tem todas as respostas para nós. Mais. Que tem as melhores e mais apropriadas respostas para nós.
O pior é que estamos tão desconectados de Nós, que não confiamos implicitamente naquilo que vem de dentro de nós.
Como alcançar a Soberania, sem ousar trilhar este caminho?
Aquele processo de decisão atrás mencionado, meus amigos, é sempre um reflexo das nossas próprias dúvidas, e da autorização implícita que damos aos outros para governarem subtilmente a nossa vida. Impede-nos de confiarmos completamente nas nossas próprias capacidades, na nossa sabedoria.
Pára e respira.
Regressa ao teu autêntico Eu, à Fonte genuína de todas as respostas.
Tens problemas ou bloqueios em certas áreas da tua vida? Não estás a fazer a conexão necessária. Não estás a ser TU.
Tudo o mais são distrações, maneiras de te afastares... de TI.
Respira e ouve-te a Ti.
A tua Essência não deseja outra coisa, senão expressar-se através de Ti.
Respira e ousa confiar em Ti.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O FIM DE UMA ERA



Todos nós passamos por diferentes Eras, transições  e revoluções ao longo da nossa vida. E de cada vez que mudamos radicalmente de vida isso parece-nos muito assustador.
Aqueles que chegaram ao Planeta ao redor do meio século passado, ou mais ou menos, como eu e a maior parte dos que vieram para desbravar a Nova Consciência, passaram já por muitas Eras distintas. Dou-me conta disto ao observar o meu percurso de vida tão agitado, tão variado, tão intenso e tão cheio de «fins» tão marcados.
Todos tivemos Eras de criança, adolescente, adulto, mãe, pai, (e até avós para muitos de nós), casamentos e divórcios (vários de cada um), empregos e mudanças de emprego, mudanças de casa, de ambiente geográfico e até de país, doenças e recuperações, eras de abundância, de remedeio ou de carência. Perda de amigos e familiares, amigos e familiares novos a chegar à nossa vida. Tudo isto sem falar das nossas várias «revoluções espirituais». A Vida é dinâmica como sabemos, e até certa altura, ela simplesmente nos «acontecia» à nossa revelia. 
Mas agora, a partir duma consciência nova, podendo escolher realmente aquilo que nos acontece, vemo-nos muitas vezes bloqueados na nossa última «Era».
Mudar radicalmente um padrão qualquer, seja de vida ou de pensamento, é complicado e por vezes doloroso. Mas ao olharmos para trás, podemos ver e aceitar que todas as nossas «Eras extintas» nos levaram a um patamar novo, de maior consciência. Pode ser realmente «doloroso» mudar algo na nossa vida, mas não é menor o motivo para celebramos. Na verdade, quando deixamos ir a última Era da nossa vida, abrimo-nos totalmente ao Novo e aos novos potenciais.
A que é que eu me agarro tão tenazmente neste últimos tempos, que não me deixa avançar? O que é que eu não quero que acabe?
Aaah! Responda cada um por si.
Dou por mim muitas vezes confusa: será um Aspecto para chamar e integrar, ou um Jogo para deixar ir? Aceitar ou abrir mão de?
Estou a aprender a duras penas que na dúvida... é a voz da mente que eu estou a ouvir, não a voz da minha Essência. O medo, a dúvida, a confusão, a frustração... dá sempre no mesmo: Falta de Confiança na voz interior. Falta de contacto interior, abandono ou esquecimento da Respiração consciente.
Tenho de me lembrar constantemente que todas as minhas Eras foram apenas «histórias» que me trouxeram até aqui onde estou. Cada uma serviu o seu propósito... mas não são EU.
Integrar, oh totó, também é deixar ir. Parece que nunca mais aprendo. Só a mente divide e confunde esta coisa tão simples.
Que Era te mantém presa, bloqueada, encalhada no mar dos teus dias? 
Não queres antes escolher deixar ir essa Era para começar uma novinha em folha?
Respira. Conecta-te com a tua Essência. Ouve. 
Quando estiveres pronta e serena, lá no centro de Ti, oferece cada Era da tua vida à tua Essência. Sente o respeito, sente a gratidão por todas as tuas experiências e ciclos de vida. Oferece-Lhe a tua Era encalhada, agora mesmo. Respira o calor do seu Amor e da tua libertação.
Se podes escolher alegria em vez de tristeza, abundância em vez de carência, liberdade em vez de prisão, coragem em vez de medo... porque continuas a tirar a água duma canoa furada?



quinta-feira, 24 de março de 2011

Revisitar o Passado... Integrando

Na nossa vida presente, tudo o que somos e experienciamos é uma sequência natural do que vivemos e escolhemos inconscientemente, devido a estarmos ainda mergulhados  na inexorável «roda do carma», ou seja, o resultado das acções e reacções.
Quando começamos a despertar e a perceber que não temos de estar mais sujeitos ao modo «aleatório» de eventos na nossa vida, começamos de facto a tornar-nos responsáveis por tudo o que nos acontece e podemos assim começar a seleccionar um outro modo de  estar e de viver, muito mais prazenteiro.
Os dramas e os bloqueios na nossa vida podem ser esvaziados do seu conteúdo emocional desgastante, porque sabemos então que fomos nós mesmos que consentimos e criámos - ainda que inconscientemente - tais experiências. 
Abrir a consciência é por vezes desconfortável, mas é também embarcar de olhos abertos numa viagem maravilhosa.
Que fazemos então com o passado que ficou distorcido, magoado ou bloqueado, e que agora nos aparece a cada passo, chamando a nossa atenção, cortando a nossa alegria de viver, confinando-nos a restrições imprevisíveis e castrantes?
Os que já entraram na Nova Consciência, já sabem: Integrar, é claro.
Kwan Yin através de Aandrah, a Senhora da Respiração da Compaixão, define «Integração» ( ou Integration em Inglês) como «Entrar dentro da sua Grandeza». Em Inglês: «Into-the-Greatness-That-I-Am».
Sintam isto: Entrar dentro da sua própria Grandeza. Mandem a mente ver se chove e sintam no coração: Entrar dentro da sua Grandeza.
Lembram-se do início desta aventura? Claro, passa pela aceitação do «Eu Sou Deus Também». Logo, Grandeza, Magestade e Criatividade são termos que nos definem muito bem.
Cada um de nós fez incontáveis experiências de restrição. A cada uma delas chamamos agora «Aspectos».
Pára um pouco e sente: Tens dramas na tua vida? Bloqueios? Padrões repetitivos de eventos chatos? Carências? Benvinda ao club dos Aflitos... e à grande aventura da Integração Consciente.
Primeiro Ponto: Deixa de apontar o dedo seja a quem for. Não és Deus Também? Então, reconhece a tua criatividade e tudo aquilo que inventaste para fazer as experiências mais chatas, mais profundas e mais completas do mundo. São experiências Tuas.
Segundo Ponto: Se és Deus Também, assim como crias... também des-crias. Elementar, meu caro Watson.
Terceiro Ponto: Cala-te e Respira. (Esta é uma chave de Kuthumi, abençoado seja). 
Respira. Invoca a tua Essência e senta-te com ela «lá dentro». Juntas as duas, começa a emitir o convite ao teu passado para voltar. Todas as tuas partes e peças. Respira dentro desse Espaço Seguro. Convida cada parte a voltar e a receber o reconhecimento por um trabalho perfeito. Aspectos são como crianças perdidas. Elas têm medo de ti, mas encantam-se com a Beleza do Anjo que és tu. Convida-as a sentarem-se no colo do Anjo e a entregarem o fardo. Nada de manipulações, exigências ou julgamentos de valor. Aceitação incondicional. Respira. Ama-te. 
Dá a mão à tua Essência e escolhe agora (conscientemente) como queres o teu PRESENTE...
Repara nesta palavra: 
Presente-(momento do Agora)
Presente-(dádiva)
Pre-sente - (SENTE antes de mais nada)

Respira e Sente. Presenteia-te com uma Nova Vida.


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O Jardim da Abundância
Temas de Respiração Consciente
faixa 1 - O jardim da Abundância............28:47
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segunda-feira, 14 de março de 2011

O Corpo de Consciência

aura-borboleta

Uma das coisas mais belas do percurso da Integração, é apercebermo-nos que podemos chegar à simplicidade absoluta das coisas. É a nossa «jornada» neste universo material e dual que nos faz ver tudo como sendo «separado» de nós.
Não que isso seja «mau» no sentido absoluto do termo. Nada disso. Na verdade, sendo "apenas" Anjos Luminosos etéreos e completos, lá «atrás no tempo», há muitos eons, quando embarcámos nesta aventura humana, não tínhamos «distância» suficiente para nos apercebermos dos «contrastes», dada a velocidade a que aconteciam as nossas manifestações, nem podíamos perceber-nos a nós mesmos «por fora», digamos assim, porque tudo o que conhecíamos era o Eu em estado Puro e Uno, visto e sentido intimamente «por dentro». Então esta aventura humana foi na verdade uma coisa absolutamente genial, que nos permitiu «desacelerar» os fenómenos da manifestação para compreendermos a «mecânica» das acções-reacções, e para nos podermos contemplar a nós mesmos através dum artifício igualmente genial, segundo o qual nos podemos ver (até hoje) como seres de múltiplas facetas.
Mas sabemos que para os pioneiros da Nova Consciência a fase das «experiências de limitação» já está concluída e agora trata-se mais de regressar de novo à Unidade Individual, do que continuar os jogos dos contrastes. 
Por isso chega agora a noção de «Corpo de Consciência» para designar o novo Eu Integrado.
Esqueçam os «chacras» e os «planos» de existência. Tudo maravilhosas cogitações mentais.
Trata-se agora de SENTIR o corpo físico, a mente, as emoções e a nossa Essência Divina, como um Ser Único e Completo. E a maravilha é que não precisamos de deitar fora nada do que aprendemos. (Trata-se de saber - para os mais saudosistas - que somos Todos os Chacras, Todos os Signos, Todas as Cartas do Tarot, Todas as Merkabas, Mandalas, etc, etc.)
Sintam a Simplicidade: Nós somos um Corpo de Consciência. Uno e Completo.
Acabei de fazer três seminários quase seguidos de Dreamwalker da Morte, e nada como esta Escola para nos dar a experiência real da consciência do «desdobramento» do Ser, e a noção exacta do que é estar consciente em vários planos ao mesmo tempo, sem perder de vista o nosso Centro. Já «aterrei» de regresso à superfície deste Planeta Azul, mas só agora sinto os «neurónios» a juntar palavras de novo para estas escritas. Andei este tempo quase todo em estado de «expansão», e esta noção de Corpo de Consciência foi absolutamente preciosa para «saborear» tudo o que me aconteceu durante este mês que passou.
Temos pela frente um trabalho excitante: falar com cada célula do nosso Corpo para que se adapte e aceite esta nova Realidade. Falar com o nosso velho Corpo Mental e Emocional e desafiá-los a aceitar que o foco da nossa atenção vai passar definitivamente «para lá» deles. Convidar os nossos Aspectos a voltar para a grande Celebração da Integração. Convidar a nossa Essência a expandir a nossa Inteligência Criativa dentro de nós e a fundir Tudo o que é nosso num infindável abraço de luz. 
Ah, e respirar, respirar e expandir a Nova Energia dentro de nós. 
Com toneladas de Compaixão...
Meus queridos, querem estar ocupados com a «crise» ou a transformar-vos momento a momento nos Seres mais Luminosos de todo o Universo?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

"LEAVE... BEFORE YOU GO"


Uma das frases que Adamus empregou nesta última conversa, vem muito a propósito dum dos Cursos mais maravilhosos que tenho o prazer de partilhar com aqueles que pretendem avançar mais na Nova Consciência. 
O "Dreamwalker da Morte" foi para mim um dos cursos mais libertadores e surpreendentes que fiz na minha vida. Mudou tanta coisa no meu mundo naqueles 3 dias inesquecíveis que se eu quisesse descrever, nem saberia por onde começar. Mas esta recente afirmação brincalhona de Adamus, remeteu-me de novo para a magia desse curso: «Leave... before you go», ou seja, em português «Vai-te embora... antes de partires».
Isso resume uma das tomadas de consciência mais surpreendentes no Dreamwalker da Morte, a de que podemos «ir embora» calmamente, antes de «partirmos» para «o lado de lá», segundo uma das interpretações correntes desta palavra, referentes à grande Transição. Estou prestes a sair para Barcelona e depois para Lisboa de novo, onde terão lugar dois cursos desses. E só de pensar nisso... já sinto o coração a palpitar e os lábios a sorrir de alegria. Uau, que coisa fantástica! Se alguém estiver indeciso por aí... psst, não perca esta oportunidade.
Mas esta afirmação de Adamus, pode ter várias outras aplicações práticas, pois já sabemos que Ele não dá «ponto sem nó» e é tudo menos «casual» nos seus dizeres.
E a que me surge imediatamente é referente à Compaixão. 
Quando estamos a trabalhar a Compaixão total por nós, com a Respiração, é como se nos envolvêssemos numa aura brilhante e quente que irradia de nós. A Aandrah fala muitas vezes disso. Há «algo» que vai à nossa frente a adoçar os passos do caminho. Obviamente ela fala da irradiação do grande Amor de Kwan Yin pelos humanos, da Compaixão da sua própria Alma que se expande em todas as direcções, no silêncio e no calor desse Amor Ardente. Quando Ela passa... deixa um rasto de perfume celestial, que os narizes sensíveis captam e com o qual se conectam imediatamente.
Mas para isso, é preciso respirar sempre... conscientemente. Se ficarmos no jogo e na tagarelice constante da mente, não estamos disponíveis para accionar o «fole» interno que "espevita" o crescer das chamas da Alma. Logo, a fogueirinha residual que deixarmos acesa para trás, mal terá fôlego para sobreviver, muito menos para irradiar o bafo quente que nos «deixará... antes mesmo de partirmos» seja para onde for, abrindo alas amplas para o «incontrolável desbordamento» da Compaixão. (Uf, tenho mesmo que inventar palavras novas para falar dessa coisa que sai de nós à revelia  de nós).
Se alguém já sentiu esses «desbordamentos», ponha o dedo no ar.
Eu já, e fiquei sem fala durante algum tempo.
O último, felizmente ficou gravado. Não vou nem comentar.
Mas estou a ver se descubro como partilhá-lo através deste espaço. Chamei-lhe o «Novo Cântico dos Cânticos» e está agora incluído no meu último cd de Respiração.


Pela mão da tua Essência, ó Viajante, parte em todas as direcções possíveis, Norte, Sul, Este e Oeste do teu SER, antes mesmo de saíres para onde fores. O teu «Núcleo Incandescente» não foi feito para ficar confinado nem ao espaço nem ao tempo. Ele dilata-se, expande-se, abarca o horizonte... e és TU que o moves e «desbordas»... a cada Respiração.
Só por curiosidade: quanto tempo mais vais jogar esse jogo palerma de seres um vulcão extinto?
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O Jardim da Abundância
Temas de Respiração Consciente
faixa 1 - O jardim da Abundância............28:47
faixa 2 - Rejuvenescer o Corpo...............24:50
faixa 3 - Novo Cântico dos Cânticos.......13:46

Preço do cd: 10€

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ESTÁS PRONTO PARA A LIBERDADE?

No Egipto reclama-se "liberdade". Noutros países também. A Compaixão faz-nos saber que esses jogos de esconde-esconde estão bem, são absolutamente perfeitos, fruto da acção e reacção que o Karma dita aos que não «escolhem» conscientemente o tipo de experiências que querem ter. Há ainda muita gente entretida com os jogos de poder, de guerra, de sofrimento, de dor e desconforto. Mas isso é outra história, embora corra paralela aos nossos dias neste Planeta Azul, que tanto amamos.
Digo «nós», aqueles que escolheram iniciar a Integração Consciente, pois se pensarmos bem, que tipo "real" de «liberdade» é que esses povos querem ter? Seja o que for a sua «reclamação», será sempre algo parcial e tendencioso, jamais a verdadeira e ampla liberdade. Trata-se no fundo de substituir umas ditaduras por outras com nomes diferentes. E os jogos continuam, enquanto durar tamanha limitação de consciência. Eles nem sequer sabem ainda que podem escolher ser livres. Mas... e  nós? Estes milhares de «pioneiros» da Nova Consciência, que demos a nós mesmos a chance dum verdadeiro «escolher diferente», estaremos mesmo preparados para a Liberdade?
Ser livre é ser Inteiramente Responsável por si mesmo, sem «ses», nem «mas». É saber que tudo, absolutamente tudo o que nos acontece, só tem uma origem certa: NÓS mesmos. É assumir a responsabilidade total por cada um dos nossos dias. É desistir dos jogos de vítima e dos dramas. É saber que a única coisa que pode realmente transformar o mundo é o exemplo da nossa própria liberdade. É fazer da descoberta de Si Mesmo a única ferramenta para chegar «lá»... à Verdadeira Liberdade.
Já sabemos que o mundo espelha neste momento as nossas próprias convulsões internas. Por isso se põe agora este desafio: Estás pronta para ser livre?
A «liberdade» que os outros reclamam trata inevitavelmente de «mais dinheiro», «mais casa e mais comida», «mais acesso aos prazeres - todos», mais «saúde» e «educação» paga pelo estado, mais polícias e vigilantes do bom comportamento popular. Coisas assim, como bem sabemos. Nada de «auto-responsabilização». Para que serve o governo senão para «zelar por todos nós», esse moderno «Pater Familiae» que gere todas as áreas da nossa vida? Voilá.
Liberdade.
Até a mente fica engasgada com esta palavra. Dá belas canções, mas é ainda vazia de sentido.
Mas dentro de nós há uma Voz que desafia: Vem, vem conhecer um mundo novo. Um mundo onde essa palavra tem também um nome novo: ela é Soberania, ela é Integração.
É preciso «sentir» isto dentro de nós. Doutro modo, «liberdade» continuará a ser um mito, um jargão, uma bandeira. A máxima utopia.
Eu já escolhi: não quero ser «livre». Quero ser EU Completa, Integrada e Soberana, pois só assim fará sentido pleno uma das palavras mais empregues e menos compreendidas de todo o Planeta.
Respiremos, companheiros viajantes.
Que haverá de mais livre no universo que um Deus que é Homem e um Homem que é Deus?
Dá vertigens não dá?
Estás pronta para a Nova Liberdade?