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segunda-feira, 7 de junho de 2010

O NOVO DESPERTAR


Neste último «Shoud» Adamus perguntou a várias pessoas o que tinha levado cada uma delas ao «despertar» (espiritual - subentende-se). E houve várias respostas: Uns disseram que foi a «curiosidade», outros o «cansaço com o drama permanente da vida», outros ainda que tinha sido a vontade de «se encontrar», de «regressar de volta a si mesmo», ou ainda de «preencher um vazio inexplicável na sua vida».
«COMO» foi que chegámos lá, acho que já não interessa muito. Chegámos, duma maneira ou de outra, pois a nossa Essência marcou, com a nossa conivência, um tempo apropriado no tempo para o inevitável tropeço com a nossa própria verdade.
Quando olho para mim mesma, acho que foi o somatório de todas essas razões, mais a noção muito firme de que se não houvesse «mais nada» para além da insuportável monotonia a que a minha vida tinha chegado, mais valia eu «ir embora daqui». Nem são precisos mais comentários, pois inúmeras pessoas fizeram exactamente este mesmo percurso e sentiram essa mesma agonia.
Mas aquilo que eu observo quando olho para trás, é uma espiral em crescendo daquilo que eu inicialmente pensava ser «o despertar».
Adamus põe nomes às fases sucessivas:
1-«O Fruto da Rosa» - (o tal «como» se começa o processo, o «click», a abençoada «rampa de lançamento», ou o mais prosaico «pontapé no traseiro»).
2- A fase do «Ouch!» (em português seria mais ou menos: Ui, e agora?) Muita gente ainda anda aqui enredada. É a fase do «querer saber tudo», da leitura desenfreada de TUDO o que aparece, dos cursos que vão desde o reiki aos retiros de silêncio, passando pelas taças tibetanas, pelo culto das Hierarquias e pelo fascínio dos gurus - Todos, sem excepção. Tudo o que engorda a mente e a mantém afastada da fase seguinte.
3-A fase do «Meld» (meld em inglês tanto significa «mostrar ou exibir o jogo», isto é assumir as cartas que se têm na mão, como significa também «absorver, depois de misturar vários ingredientes»). Tanto uma como outra definição, dariam uma razoável tradução portuguesa tipo «fase do Assumir». Aqui sabe-se que a coisa é «real» e que já não há volta atrás. Acaba-se a ingenuidade e os «enlevos» com a «instrução». E é aqui, sem dúvida, que começa a «verdadeira aventura», quando se descobre a doçura do «apaixonar-se por si mesmo».
4-Mas antes do salto definitivo para a Integração Total, vem a fase do «Sans» (em francês, «sem nada»). E aqui, com vossa licença, é que é mesmo «lixado». As distracções são imensas, a par da horrível tendência para se «aborrecer» de verdade, com a aparente inércia das coisas. Apetece-me gritar «Ó da guarda!», mas não há ninguém que responda. Sinto-me «encalacrada» com tanta «sabença». Tive a sorte de poder perguntar a Adamus, na Roménia, como se sai dessa enrascada. sabeis o que ele disse? Foi mais ou menos assim: Sai da mente, e diverte-te a PRATICAR.
Faz sentido para vocês? Pra mim faz, mas custa pra caramba! Logo agora nos «finalmentes» é que parece tudo «emperrado».
É certo que eu não trocaria esta fase por nada no mundo(Quêê? Passar OUTRA VEZ por tudo isto??!! Bolas!...), mas tem dias que me apetece gritar.

Diz-me lá tu: Estás «meld» ou estás «sans»?
Olhem lá gentes, há para aí algum «sans» a «apanhar bonés» como eu?
Venham de lá esses ossos. Olha, conta-me tudo, para eu saber como te estás a safar.
Ai se não fosse a Respiração Consciente... Chiça!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O que disse Adamus? Shoud 6

Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

O 6º shoud de Adamus foi para mim tremendamente impactante. Tanto que precisei de uns dias para «digerir» o que senti, antes de poder escrever estas linhas e partilhar um pouco o que ali se passou.

Aliás, não vou alongar-me muito sobre o assunto, pois desta vez creio ser mais importante que cada um leia (veja ou escute) por si mesmo e sobretudo... «sinta» ressoar em si mesmo aquelas palavras. Adamus partilha connosco a sua visão clara dos vertiginosos acontecimentos que se sucedem nas nossas vidas agora. Estamos claramente a atravessar momentos absolutamente especiais, únicos mesmo.
Ao invocarmos constantemente a nossa Essência, algo importante acontece: Ela VEM! E ao começar a integrar-se aos poucos em nós, faz com que caminhemos literalmente entre dois «mundos». Estamos a largar conscientemente as amarras à Velha Energia, como barca que parte para uma viagem, e ao aceitarmos em nós algo absolutamente Novo e ainda pouco conhecido, faz com que a viagem seja uma autêntica aventura.
Deixamos conscientemente os «controles», os sistemas de crenças, as «referências» materiais e... espirituais também. Sim, estamos a ganhar outra dimensão dentro de nós. Por isso tudo parece ainda confuso, abstracto, nebuloso.
Os velhos métodos já não funcionam, e ainda não dominamos as novas capacidades. Mas elas ESTÃO lá. Bem como os infinitos potenciais inerentes a cada Criador.

Adamus reitera o quão importante é confiarmos em Nós Mesmos agora. Tudo, absolutamente TUDO é apropriado agora na nossa vida. Desde a aparente confusão mental aos desiquilíbrios corporais (passageiros), desde a perplexidade com a falta de objectivos (ter "objectivos" é tarefa mental que está a ir embora...) até à desconcertante perda do nosso entusiasmo com tudo o que se passa à nossa volta.
Meus queridos Amigos, que alívio!! Eu pensava que estava a «entrar em parafuso» com tantas confusões na minha vida, neste momento. Mas não, assegurou Ele. Estamos no lugar certo, a sentir a coisa certa.
E isso é MARAVILHOSO! Significa literalmente que estamos MESMO a entrar na Nova Energia, onde tudo vai ser diferente. Como evitar pois esta fase de serena mas firme transição para um «registo» integralmente novo?

Todos os exercícios ganham um novo sentido e um novo alento. Invocar a Essência a entrar em nós cada vez mais, respirá-La, absorvê-La totalmente, é a única saída. Quem quer retornar sobre os seus passos? Aliás... é impossível. Então meus amigos, caminhemos para a frente sem temor. Estamos a cruzar o «ponto-limite», aquele que separa o «antes» do «depois», aquele que os Anjos-corajosos atravessam sem pestanejar um só vez. (Porque tremes, carcassa? Não foi para isto que vieste? Então avança, e não olhes para trás.)

Se estivesse lá em Cool Creek Canyon, eu beijaria as mãos de Adamus. Que Mestre maravilhoso Ele é. Quão profundo é o seu Amor por nós e a sua lucidez. Como me sinto abençoada e priveligiada e amparada ao partilhar com Ele e com todos vós estas vivências!... Estamos de facto a viver tempos de excepção!!

E o desafio final que ele nos lançou? Mal posso esperar para sentir!...
(Adamus anunciou que durante o tempo que vai até ao próximo shoud em março, TODOS nós vamos ter uma experiência consciente da Nova Energia, algo que tem a ver consigo mesmo, nada de coisas exteriores. E que isso nos vai deixar completamente espantados e maravilhados).

Are you ready?? Estão prontos??
Precisamos duma cenoura na frente do nariz? Venha ela, meus irmãos, venha ela, e JÁ!!!!!!!

domingo, 10 de janeiro de 2010

O que disse Adamus? Resumo do 5º Shoud Jan 2010

Tivemos ontem oportunidade de assistir a mais um Shoud de Adamus, e para mim este foi verdadeiramente notável. Adamus continua a interagir connosco e a clarificar - o que significa reduzir à sua SIMPLICIDADE - muitos aspectos e dúvidas com que nos confrontamos neste caminho tão único. Vou focar essencialmente dois dos mais interessantes assuntos. O primeiro tem a ver com a «Mensagem». Não a de Pessoa, a nossa, como Anjos que abandonaram a Casa Original, tendo passado pela Ordem do Arco. (Uma espécie de Conselho de Anjos, onde foi decidido que viríamos «incorporar» nesta experiência extraordinária chamada «Projecto Terra. Os motivos... são assunto para outra conversa, talvez).
Durante eons transportámos uma mensagem que tem sido a mesma desde o «alvor dos tempos» : TU ÉS DEUS TAMBÉM. Mas divulgámo-la ao longo dos tempos com outras palavras - e por vezes com sentido até nebuloso - dependendo do nosso grau de consciência, estando incorporados (e portanto limitados) dentro deste projecto Terra. A mente foi desenvolvida na Atlântida e naturalmente uma parte sua ocupou-se a tentar decifrar a mensagem, com o seu igualmente limitado alcance.
Cito Adamus: «Vocês ainda não experienciaram realmente o perceber cabal da mensagem. Parte de vocês compreende a mensagem e está a tentar experienciar «de facto», e outra ainda não esqueceu a paixão de transportar a mensagem e continuar a divulgá-la. O vosso ADN é mesmo diferente porque tem embebido nele a paixão ou desejo de ser mensageiro, de lembrar constantemente os outros».
Porém, a mensagem que vimos transportando até aqui é «velha», é «antiga», e daí a frustração de muitos de nós por sentirmos que já não se aplica mais à consciência em que vivemos. É preciso algo novo. Não na «ESSÊNCIA» da mensagem, porque ela ainda é e sempre será a Mensagem de Casa, do Amor-a-SI, mas no modo como ela tem de ser transmitida a partir de agora. As pessoas precisam de saber algo de novo vindo de dentro de NÓS, os mensageiros. E não é só a VOZ que veicula as palavras, os sons, é a EXPRESSÃO que vem de dentro do coração.
Cito: «É falar a partir de dentro e depois não usar palavras. Contradição? Não. Ao comunicar sem palavras, sem definir em qualquer língua, é aqui que vos descobris fora da mente».
Começamos por descobrir como falar a todas as nossas partes e depois como contactar a Voz Interior. «
Isso muda a voz física e o modo como as energias saem da vossa boca. Já não são mais palavras, é amor, é compaixão, é o Espírito expressando-se. E os outros começam a «sentir» algo diferente vindo de vós».
Como sempre, o verdadeiro trabalho começa por Nós. Daí o exercício do «Trabalho de Casa» do mês passado: Contar a Adamus uma história sem palavras. Trata-se de DESCOBRIR como COMUNICAR sem palavras.

O segundo assunto mais fascinante foi sobre a NOVA ENERGIA. Adamus lembrou que ao sairmos de CASA, houve uma Separação nossa do Espírito Único. Em seguida houve uma segunda separação de nós mesmos em masculino-feminino, a divisão que nos permitiu contemplar-nos e responder à pergunta «Quem Sou EU?» E daí a exploração dos contraditórios para responder, desde então até agora. (Yin-Yang, claro-escuro, etc.)
Agora vejam: no momento em que ocorreu a separação, criou-se um «Desejo Intenso» de regressar à Unidade, de integrar de volta a Completude, de voltar atrás. O Espírito Uno não sabe nada sobre «energia». Nós sim, pois no momento em que criámos o desejo de regresso, criámos também a
Energia que permitiria as experiências para esse regresso. A ilusão da separação criou uma energia muito intensa de regresso. É com essa energia que temos trabalhado desde então.
Mas agora, eons de experiências passados, já estamos satisfeitos com a resposta. Já descobrimos que a interacção com a dualidade permite-nos descobrir múltiplos «Aspectos» nossos, mas que a resposta completa está «dentro de nós», não mais nas experiências de separação. Criou-se assim um novo desejo, uma nova paixão: REGRESSAR A SI. Termina o desejo de ser masc-femn, humano-espírito, luz-escuridão. Deixamos de falar em Deus-Deusa, de trazer «luz ao mundo», de encontrar o «Eu Superior». As religiões, as filosofias deixam de ser apropriadas porque veiculam ideias «mentais» do divino. Na verdade desaparecerão quando todos perceberem que o conceito actual de Deus é energia velha e sem sentido. Não há «salvação» nem «redenção» em parte nenhuma, senão dentro de NÓS.
O Espírito em nós, NUNCA esqueceu donde veio.
E descobrindo isto, o Intenso Desejo de regressar à Completude gera uma vez mais uma energia. A NOVA ENERGIA. A paixão intensa pela INTEGRAÇÂO. E esta Nova Energia tem atributos muito diferentes da Velha Energia. A antiga era vibracional (polos opostos em acção), a Nova é Expansional. Podemos usá-la mas não possuí-la. Ela não pode ser confinada. A Nova Energia vem da «Divina -Vontade Nossa» de regressar. Não vem de «Deus». É NOSSA. Por isso é mesmo NOVA no Universo. E é preciso sair da mente para a poder «sentir» e compreender, pois a Mente que temos não foi programada nem tem capacidade para entender. A Nova Energia não se explica. Não admite o tolo desejo de ser o «primeiro» a experimentar. É uma experiência sagrada, amorosa, até mesmo sexual (num outro sentido completamente novo), uma experiência absolutamente privada e individual.

Como se aplica? Adamus vai continuar a explicar. Mas adiantou que é «Timeless» e «Spaceless», ou seja, não encaixa mais nos conceitos de tempo e espaço que fazem parte do nosso sistema de crenças comum. Não tem as limitações da Linearidade. (
E não é que acabei agorinha mesmo de traduzir a sessão de «Perguntas a Tobias» sobre o Tempo e o Espaço??!!. Uau, estou mesmo em cima do acontecimento!!)

Trabalhos de Casa:

*Respira... e faz a Conexão com a tua ESSÊNCIA (Vou deixar de usar a palavra Deus- lembro-me sempre do velho de barbas brancas, impresso na mente desde os tempos da catequese! Essência é «neutro», masculino e feminino).

*Anota os sonhos


*Regista os teus progressos

*Continua a descobrir como se fala sem palavras. Fala aos animais e aos amigos.

Gentes! Mal posso esperar pela sessão seguinte!!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Mensagem de Fim de Ano de Adamus

Resumo breve do Channel de Fim-de-Ano 2009-2010

Adamus falou sobre os potenciais para a humanidade durante o próximo ano de 2010. Focou quatro aspectos principais, sendo o primeiro a continuação da «Guerra dos Deuses».

*A Guerra dos Deuses
*

O meu Deus é melhor que o teu! Este é o mote para a manutenção das batalhas fundamentalistas religiosas no planeta, que envolverá todas as religiões. Os humanos chegaram a um ponto que se batem por um «deus» utópico. Vão continuar a haver cada vez mais lutas religiosas, mais fanáticos, cada vez mais eventos de intolerância sob a bandeira da «defesa» de Deus. Não há qualquer coração envolvido nisto, é uma coisa puramente mental. Há um culto mental de Deus, que atravessa TODAS as religiões. A imprensa veiculará muitas dessas controvérsias inúteis, pois tal como diz Adamus « Só há uma verdade absoluta acerca de Deus. É que isso é um assunto absolutamente INDIVIDUAL. Deus é o EU SOU O QUE EU SOU, e isso é muito privado. Não se envolvam nisso. Tendes as vossas próprias crenças, regras e batalhas dentro de vós».

*Os Problemas Ambientais*

O planeta pode suportar até 10 biliões de seres humanos e esse limite está a esgotar com rapidez. Só há petróleo para mais 25 anos. São urgentes novas descobertas de fontes não poluentes de energia. Trata-se de certo modo dum «quantum» de consciência. Ao tornarmo-nos mais responsáveis pelo planeta abrem-se potenciais de descoberta de fontes muito simples e quase inesgotáveis de energia limpa, de fácil obtenção e... GRÁTIS. (E isso é um óbice por si mesmo. Já imaginaram termos acesso ilimitado a energia para as nossas necessidade totais sem ter de pagar? Tobias deu algumas dicas sobre a obtenção da energia a partir da água e da luz solar. Será por aí? Cabecinhas pensadoras precisam-se! Lembram-se da destruição dos belos carros a energia eléctrica porque eram económicos DEMAIS?Hmm.)

*Finanças*

A instabilidade vai continuar e durar. Ela reflecte a consciência humana cada vez mais. A energia do dinheiro deve fluir, senão fica bloqueada. «Armazenar» é bloquear.

*Hipnose Geral*

Adamus explicou que a humanidade está em estado de «brain-lock», ou seja, de prisão mental. Pensamos demais e não nos abrimos ao que sentimos. Cito: «Se estás a ter grandes desafios na tua vida é porque ainda não aprendeste a SENTIR. Como se faz? Respira fundo e escolhe sentir! Escolhe não seres tomado pelas energias de hipnose geral. É preciso ir dentro de SI, lidar consigo mesmo, ser claro nas suas escolhas, tomar decisões claras, ser criador não vítima».
Onde se nota mais essa hipnose geral? Fácil. Repara nos anúncios e na publicidade em geral. Repara nas notícias, na manipulação da imprensa, no teor dos filmes, no discurso dos patrões, dos líderes, dos políticos, dos grupos. Não há «sentir» nas mensagens. Está tudo em «brain-lock»
(Até mesmo em grande parte a espiritualidade, digo eu. Porque se pensa demais, diz Adamus, sem o «feeling», sem o «sentir», a armadilha do «brain-lock» faz com que vamos atrás de gurus filosofantes e materialistas que debitam informação mental, sem abrir o coração). A energia estagnada do «brain-lock» vai implodir mais cedo ou mais tarde dentro de vós e das estruturas mundanas.

O que disse Adamus sobre nós?
Adamus disse que este é o Ano de trazer a VOZ de dentro de cada um de nós. O que é a Tua Voz? É a afirmação da tua Divindade, da Tua Soberania. É a Tua Força Interior.
Convida-nos a começar a usar a IMAGINAÇÃO para ultrapassar o «brain-lock», para ir além dos potenciais óbvios. A imaginação abre as portas ao Divino em Ti.
A Guerra dos Deuses reflecte o que se passa dentro de Ti. Quem é o teu Deus? TU ou os teus Aspectos - sobretudo os mentais - que deixas que governem a tua vida?
Olha para as tuas Finanças: estás desiquilibrado a favor da carência? Estás a gastar a tua energia com objectivos mentais criados pelo desespero, a necessidade, a carência? Porquê? Respira e sente-te abundante. A Abundância é um direito «God-Given» (dada por Deus) de TODOS. Quando criaste o problema, criaste também a solução. Porque é que só vês um lado da coisa? Brain-lock, é claro. E jogos de sedução. (Ah, isto merece comentários à parte, de tão importante que é).

Outras coisas interessantes entre muitas:

*Começa a falar com o teu corpo. Como?
«Querido Corpo, tu sabes como te curar pois eu coloquei esse potencial dentro de ti. Faz o teu trabalho». Respira... e sente.

* A uma pergunta que mencionava a «Deusa», Adamus respondeu: Está na hora de deixar ir esse conceito de Deus e Deusa. Quando é que terminais de confirmar a separação das energias? Deixem que essas energias se reunam!

* Expandir multi-dimensionalmente. Isso traz inúmeros benefícios. (Como? Respira e abre-te»).

Olha. Achas que é tudo «simples de mais»? A armadilha do brain-lock diz-te que não pode ser assim. Claro. A mente vai ficar aborrecida com a tremenda simplicidade da solução. Ela adora ruminar problemas. E o pior é que se tu deixares, ela vai convencer-te a continuares dentro da «caixa». Sob hipnose, é claro. Topas?


domingo, 13 de dezembro de 2009

O que disse Adamus? Resumo do 4º Shoud

Com todo o meu Ser, Eu Sou O Que Eu Sou, Adamus do Soberano Domínio.

Assim começou mais um shoud, ontem, essencialmente versando assuntos muito práticos.

«A coisa pior que vos acontece é a dúvida. Ela regressa sempre a vós, vinda de velhos medos e crenças, que continuais a usar como desculpa para os vossos fracassos».

Se a maioria de nós se sente «esquisita», é porque estamos mesmo a passar por transformações incríveis. Estamos mesmo em «reconstrução». E acrescenta Adamus, rindo-se: «Não tenham medo de parecer loucos...porque vocês já são!».

A grande experiência do sonho comum do 11.11.11 tratou de reflectir o papel actual da mente e o conflito gerado por causa disso, uma vez que ela não pode mais dominar a nossa vida. Ela pretende «negociar» a todo o momento, mas está claro que não vai ser mais o «capitão do nosso barco». A mente não morre, é claro. Transforma-se e integra-se.(É apenas um Aspecto nosso). É urgente começarmos a focar-nos no que «sentimos», não no que «pensamos».

Porque é que as nossas manifestações fracassam? Adamus explicou:
Todas as energias estão em estado Neutro. Elas são activadas pelo nosso Desejo, Paixão, Intensidade e Simplicidade. A Intenção tem de ser muito CLARA dentro de nós. Doutro modo, as coisas manifestam-se (elas manifestam-se sempre!) mas noutros planos, não neste plano denso terrestre. Para vencer a inércia, já sabem, não vai lá com «falinhas mansas» nem com «pedidos delicados». É preciso a Força avassaladora que vem de DENTRO.

Fiquei assim a saber que (no meu caso) já não tem a ver com coisas do passado, votos e controles de toda a espécie. (Já me livrei vezes sem conta dessa «tralha»). Tenho é de treinar a AUTORIDADE da minha própria voz.

Adamus diz que nos escondemos, que estamos com medo de sermos «deitados abaixo» por causa das nossas criações. (Muitos de nós acabámos na fogueira ou com o pescoço cortado por causa de ousarmos acreditar na nossa força Interior, lembram-se? Por darmos nas vistas, lembram-se? Pois). Somos criadores «relutantes» agora. Temos contra nós os controles, o medo, as velhas feridas. Mas sobretudo a nossa preguiça, o apego às manifestações e o não confiarmos em nós mesmos.

As manifestações uma vez conseguidas não param de expandir. Se as quisermos «abafar»(possuir, conter) elas vão explodir em drama e doenças mentais. Então o que podemos fazer para permitir essa expansão: Já sabem: Respirar conscientemente! E corrigiu a bíblia: «No princípio, o Espírito RESPIROU para se expressar. E aqui estais vós manifestados. A Respiração criou a Palavra, e a Palavra é expressão enviada para diante».

A Palavra, diz Adamus está «presa» dentro de nós. A ponto de o irritarmos com as nossas «vózinhas sumidas». O que escolhes? -pergunta Adamus. E ouve pouco mais do que um murmúrio da nossa parte. Não temos autoridade nenhuma na nossa voz. Como queremos que o Espírito nos oiça? Como queremos que a Nova Energia nos oiça? Ela está disponível, mas não «sabe» que a queremos utilizar. Somos bons a esconder-nos, afirma ele. Mas... «A energia da VOZ é a Expressão do vosso Espírito».

A palavra está muito «mental», agora. Adamus desafiou-nos, como trabalho de casa a contarmos-Lhe uma história sobre nós, sem palavras. Ele responder-nos-á do mesmo modo.
Como se faz? Inventem. (Eu já descobri... foi o meu sonho desta noite!).

«Ouçam a vossa voz ao falarem com os outros. Não tem Autoridade (nada de confundir com outras coisas, é claro). É oca. Não tem a ver com o «volume», mas com a INTENSIDADE. Confiem em vós».

E porque estava presente um Shaumbra cantor de ópera (de Viena), dono duma voz portentosa, desafiou a sala a mostrar a voz com a sua ajuda. Eu já tinha feito exercícios semelhantes na Escola de Mistérios, mas foi um gosto soltar de novo as «feras» dentro de mim. Quando o Shoud estiver disponível em vídeo (dentro de 2 ou 3 dias) - não percam. Vale a pena acompanharem o exercício.

«Trust Yourself». «Confiem em Vós». Em quem mais há-de ser???

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Como vai o seu DRAMA de estimação?

Abençoadas sejam as novas Tecnologias!
No dia 6 de Novembro de 2009, em Golden, Colorado, USA, Adamus Saint-Germain falou num programa de rádio local chamado «Insights for the Soul» (Visões internas da Alma), através da voz de Geoffrey Hoppe. O tema? Os nossos Dramas!
TODOS nós (da nova consciência) estamos a passar por algum tipo de «drama de estimação». Já dizia Kutumi que «Vocês não têm problemas, estão apenas aborrecidos!»
Adamus reforça a ideia: estamos tão adictos ao drama, que sem essa «adrenalina» entramos em depressão. Drama nos relacionamentos, drama na abundância, drama com o trabalho, drama com a nossa biologia, nos negócios, com amigos, com familiares etc, e até mesmo drama com a nossa espiritualidade. (Bem, no meio disso tudo, eu cá vi logo quais eram os meus dramas, grrr!...)
Cito Adamus : «A depressão é uma espécie de espaço vazio que vocês mesmos criam para poderem descobrir a vossa divindade, para poderem descobrir quem são. Mas vocês encerram-se nela para não permitirem que o vosso Ser-Deus entre na vossa vida. O drama de certo modo lembra-vos que estais vivos. E tendes medo de deixar ir o velho humano em vós. Ele tira-vos do verdadeiro foco importante, que é a Integração do Ser Completo nesta vida presente, «A» Vida mais importante de todas quantas viveram até hoje».

O drama, meus amigos, é a pulsação do nosso medo da mudança. Que medo vou inventar hoje para me distanciar cada vez mais da mudança que chega? E, arre!, que magníficos criadores somos! No mesmo momento manifestamos uma conta exorbitante para pagar, uma doença, uma separação na família, problemas com filhos, um acidente, seja o que for, mas algo bem interessante para nos manter bem distraídos.

Respiremos em compaixão por nós mesmos. Ainda não perdemos o hábito de fazer jogos e sentirmo-nos deliciados com isso.
É!... a Quietude não precisa de dramas nenhuns. Mas andamos há tantos eons num reboliço tão grande, que desconhecemos o que é viver sem drama. É tempo de nos lembramos a nós mesmos, agora com uma nova consciência, que o drama é uma energia distorcida, desgastante, absolutamente redundante. É uma realidade artificial que inventamos para nos mantermos distanciados do Foco principal: a fusão humano-divino dentro de nós.

Tudo o que precisamos de fazer é ESCOLHER conscientemente viver sem drama. E depois o que acontece? Ah, as pessoas e as situações que usamos para detonar ou despoletar os nossos dramas... «saltam» muito apropriadamente para fora das nossas vidas.

Estás pronta a largar o jogo do DRAMA na tua vida?

Está pronta para descobrir uma maneira NOVA de VIVER?

Estás pronta para TE conheceres a TI mesma?

Olha, respira... pára... e sente : COMO PODES TER MEDO DE TI MESMA???

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O que disse Adamus? Resumo do 3º Shoud

Adamus mantém o seu novo estilo de interacção, desafio e encorajamento que iniciou com a Escola de Mistérios da Nova Energia.
Não se trata mais de uma hora de «falatório de instrução», mas sim de mensagens e sugestões de «trabalhos práticos».

Quem não está ainda a desenvolver o seu aspecto «Pakawha», é melhor que se decida a fazê-lo. Adamus insiste que é o início do trabalho com a Nova Energia, e se queremos entrar nessa aventura, mais vale seguirmos as suas «dicas».

O tótem, ou Pakawha, nada mais é do que um Aspecto nosso, criado por nós. É uma «extensão» da nossa própria energia, que ganha vida através de nós. Ele sugere que criemos um aspecto-animal, porque os animais não têm «esquemas», e comunicam-se connosco a partir do coração.
Trabalhar com a Pakawha, é dar-lhe tarefas energéticas e começar a observar o que acontece.
Sugestões:
-Colocá-la em «vigilância». Ela tornar-nos-á mais conscientes da entrada no nosso campo de energias externas.
- Acompanhar-nos nos nossos sonhos.
- Partilhar a respiração, para aprofundar a conexão com o Ser Interno..
- Acompanhar-nos nos exercícios de exploração interdimensional.
- Ajudar na expansão dos sentidos.
- Facilitar ou expandir energias.
- Ajudar na conexão com outros Aspectos nossos.
- Ajudar a expandir potenciais.
- Ajudar a expandir as nossas criações.
- Etc, etc. (Puxem pela imaginação)

Tomem nota do que acontecer com estas vossas criações, e lembrem-se de que a Pakawha pode mudar de aspecto, transformando-se noutra coisa. Eventualmente regressará ao aspecto original.

Exercício recomendado neste Shoud:
Respirar a Pakwaha para dentro do corpo. Dar-lhe a tarefa de contactar os desiquilíbrios potenciais a nível biológico, emocional e mental, e comunicar-nos qualquer alteração.

Nós somos «os capitães» do nosso navio. Precisamos ser firmes e precisos ao traçar a nossa rota.

Adamus insiste que confiar em si mesmo é a grande questão. Respirar e confiar.
Falou sobre os «factos». Os «factos» começam a não ser mais «factos» tal como os conhecemos, e portanto coisas fixas e limitadas. Ao desenvolvermos a consciência e ao expandi-la multidimensionalmente, os factos passam a ser multifacetados na Nova Energia. Ele alerta-nos para este novo desafio.

No shoud anterior levou-nos a libertar e contactar com os potenciais do passado. Desta vez fizemos o mesmo exercício com os potenciais do futuro. Mas estes são integralmente diferentes. Não têm que ser a «sequência» de certo modo previsível dum «destino» cármico, duma sedução de tendências passadas ou o resultado de energias de oposição. Os potenciais do futuro na Nova Energia, têm absolutamente a nossa essência, sim, mas são libertos de quaisquer limitações. Um exercício maravilhoso que nos vai libertar de muitos sistemas de crenças. Para reflectir com calma.

O seu conceito de «Deus» foi delicioso: «Deus é a acumulação de todos os potencias do passado e do futuro, menos...do presente. Porque no presente... o Deus és TU».

É desconfortável tanta libertação? É.... ou talvez não.
O conselho de Adamus: «Speed up and Breath» ( Acelera e Respira!)

Bons exercícios, Anjos-companheiros!

Saudações azuis, minhas e da minha Pakawha (Urso Polar Branco). Aloha!

domingo, 4 de outubro de 2009

Breve súmula do Novo Shoud de Adamus- 3Outubro2009

04-10-2009
Adamus instala progressivamente um novo estilo de Shoud. Passeia pela sala e desafia os participantes com perguntas e comentários inesperados. Literalmente, faz-nos sair da «zona de conforto» a que Tobias nos habituara com os seus discursos ininterruptos e a sua paciência infinita.

Breve súmula da sessão de ontem:

  • Os hábitos são confortáveis. É necessário sair da zona de conforto.
  • Podem-se fazer as coisas respirando... ou «demolindo o carro» e aprendendo com isso.
  • Quando as «coisas não andam», façam «qualquer coisa». Permitam que aconteça. A Nova Energia trabalha muito rapidamente se nos permitirmos começar a usá-la.
  • A maior parte da nossa energia é gasta no esforço de procurar «Quem Sou» , em vez de usá-la a afirmar «Eu Sou O Que Eu Sou»
  • Trabalho com a Pakawha - não esquecer que a Pakwaha somos Nós.
  • Ela ajuda a :
  1. Energizar potenciais
  2. Protecção
  3. Navegar nos outros reinos
  4. Trabalhar como? Imaginá-la, sonhar com ela, falar com ela, levá-la a passear, dar-lhe tarefas.
  • «Trabalho de Casa» para este mês:
  • Honrar e Respeitar os outros (Compaixão)
  • Abrir e libertar as energias de todos os potenciais do passado
  • Criar algo todos os dias
  • Manter um «diário» sobre as nossas experiências
  • Desafio ao nosso entendimento: Porque é que na NE não há potenciais?
A transcrição completa em Inglês estará disponivel no site do Crimson Circle dentro de 3-4- dias. A tradução Brasileira do Shoud estará disponível durante as próximas semanas. Seria interessante começar a reunir uma «equipa» de tradução para Português. Voluntários precisam-se!. .

Site do Crimson Circle: www.crimsoncircle.com
link brasileiro do site:
www.NovasEnergias.net/circulocarmesim